Nesta sexta-feira, 1º, organizações sindicais, movimentos sociais e entidades estudantis ligados à esquerda realizaram protestos em nove capitais do Brasil para contestar as tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a produtos brasileiros. Os atos coincidem com a data inicialmente estabelecida para o início da cobrança tarifária.
+ Leia mais notícias de Brasil em Oeste
Receba nossas atualizações
Entre as entidades envolvidas estão a Central Única dos Trabalhadores (CUT), demais centrais sindicais, União Nacional dos Estudantes (UNE), União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), além dos grupos Povo Sem Medo e Frente Brasil Popular. O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) também esteve no ato.
Apesar da postergação do início das tarifas para 6 de agosto, sete dias depois da assinatura do decreto, os organizadores decidiram manter as manifestações.
Locais dos protestos
Os atos ocorrem em diferentes horários e pontos das capitais. Em Brasília, começou às 9h, em frente à Embaixada dos EUA; em São Paulo, às 10h, no Consulado dos EUA. Os eventos que são para a tarde são: Salvador, às 15h, no Campo Grande; Recife, às 15h30, na Praça do Derby; Manaus, às 16h, na Praça da Polícia com marcha até a Praça do BK; Belo Horizonte, às 17h, na Praça Sete; Porto Alegre, às 18h, na Esquina Democrática; Rio de Janeiro, às 18h, diante do Consulado dos EUA; e Florianópolis, às 19h30, na Praça da Alfândega.
Leia também: “O negociador”, artigo de Adalberto Piotto publicado na Edição 280 da Revista Oeste
Além de questionar as tarifas norte-americanas, os organizadores ampliaram a pauta dos protestos, com outras reivindicações. Entre elas, o fim da escala 6×1, isenção do Imposto de Renda para salários até R$ 5 mil e tributação dos super-ricos. A redução da jornada de trabalho, oposição ao Projeto de Lei nº 2.159 de 2021, combate à pejotização e defesa de Gaza também estão na pauta.
Ato em São Paulo








O ato em São Paulo contou com baixa adesão. A ação teve manifestações de entidades ligadas à esquerda. Entre elas, UNE, Ubes e entidades sindicais, em frente ao consulado dos EUA e praças de algumas capitais.
Os protestos criticam o tarifaço anunciado por Trump — que nem sequer afeta setores inteiros — e misturam pautas difusas, como apoio à Palestina, críticas a Netanyahu, pedidos de prisão de Bolsonaro e até o fim da escala 6×1. Além disso, os manifestantes queimaram um exemplar da bandeira dos Estados Unidos e bonecos de Jair Bolsonaro e Donald Trump.
Confira abaixo as imagens:


FLOOOOPPPP
Protesto contra as alíquotas de importação dos EUA. Tem que ter total falta de noção e falta do que fazer para fazer uma manifestação dessas. Quem define suas alíquotas de importação é o país importador, o problema é deles, é soberano para decidir as alíquotas que quer aplicar. Afinal, quem está querendo interferir na soberania de quem?
Nota se que estudantes não estão estudando são só um bando de criminosos . Sindicalista são aqueles que vivem as costas dos Ontários que pagam parte de seu ordenado para um bando de vagabundos e criminosos . Espero que parem de sustentar estas criminosos de sindicatos