O Ministério Público Federal, a União e a Fundação Cesgranrio decidiram que os candidatos que foram eliminados do Concurso Nacional Unificado (CNU), o “Enem dos concursos”, por falha no preenchimento do cartão-resposta vão ser reintegrados ao processo de seleção.
Conforme noticiado pelo portal Metrópoles, a 2ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária do Tocantins determinou a inclusão dos candidatos eliminados pela questão da “bolinha” (cartão-resposta).
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Com o acordo, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) anunciou o adiamento dos resultados do CNU nessa quarta-feira, 20. A pasta divulgou o novo cronograma nesta quinta-feira, 21.
Veja o que diz o acordo sobre o “Enem dos concursos”
Os termos do acordo estabelecem que candidatos que não cumpriram integralmente as diretrizes de segurança no cartão-resposta não vão ser eliminados, desde que o tipo de prova possa ser identificada por outros critérios.
Além disso, garante a correção, em quantidade equivalente à dos candidatos de ampla concorrência, das provas discursivas e redações de candidatos que concorrem a vagas reservadas para negros que atingiram a nota mínima.
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Em outro trecho, o acordo diz que vai proceder à retificação dos editais dos Blocos 4 e 5 do CNU para o cargo de analista técnico de políticas sociais (ATPS), de modo a incluir a prova de títulos como etapa classificatória.
A União e a Cesgranrio se comprometeram a realizar a correção de todas as provas objetivas passíveis de identificação do tipo de gabarito por qualquer dos seguintes meios: a) marcação do tipo de prova no cartão de resposta; b) transcrição da frase constante na capa do Caderno de Questões, relativa ao exame grafotécnico; ou c) existência de um único tipo de prova no bloco correspondente.
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