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Embraer quer dobrar produção do caça KC-390; fotos

A empresa é impulsionada por novas encomendas e parcerias internacionais, como as negociações com Arábia Saudita e Índia

produção montagem final do KC-390 da embraer
A montagem final do KC-390 em Gavião Peixoto, interior de São Paulo | Foto: Saab/Divulgação

A Embraer está negociando o fornecimento do KC-390 com a Arábia Saudita, que pode fechar um pedido de até 33 unidades, e com a Índia, onde a demanda pode variar de 40 a 80 aeronaves. Em ambos os casos, há contratos de parceria com grupos locais para estudar a abertura de fábricas.

Dois aviões estavam na montagem estrutural. Em um grande hangar, dois robôs trabalhavam na elaboração das asas. Eles fazem 60% dos 60 mil furos de fixação das peças, que pesam 3,5 toneladas cada. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

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A capacidade da fábrica de Gavião Peixoto, em São Paulo, pode ser ampliada para montar até 18 KC-390 por ano, com aumento de pessoal e maquinário. A Embraer já monta aviões executivos nos Estados Unidos e produz o caça leve Super Tucano em uma unidade da americana Sierra Nevada.

O KC-390 enfrentou diversos atrasos desde seu início. Pelo plano original, em 2019 já haveria cinco aviões voando pela Força Aérea Brasileira (FAB), mas apenas a primeira entrega ocorreu naquele ano. Até o momento, foram entregues seis aviões para a FAB e um para a Força Aérea Portuguesa.

Avião KC-390 em montagem da Embraer
Avião KC-390 em montagem da Embraer | Foto: Divulgação/Saab
hangar saab
Hangar de montagem do KC-390 localizado em Gavião Peixoto, em São Paulo | Foto: Divulgação/Saab
Aeronave KC-390 da FAB
Aeronave KC-390 da FAB quase pronto para fase de testes | Foto: Divulgação/Saab
KC-390 e um caça Gripen da FAB
KC-390 e um caça Gripen da FAB | Foto: Divulgação/FAB
Avião de transporte multimissão KC-390 da FAB em voo
Avião de transporte multimissão KC-390 da FAB em voo | Müller Marin/FAB
produção montagem final do KC-390 da embraer
A montagem final do KC-390 em Gavião Peixoto, interior de São Paulo | Foto: Saab/Divulgação

Produção e contratos da Embraer

Na linha de montagem, quatro grandes tanques de combustível aguardam para serem instalados no compartimento de carga do avião, permitindo o reabastecimento de outras aeronaves. A fábrica possui bandeiras dos países que já fizeram compras: Brasil, Portugal, Hungria e Coreia do Sul.

Em 2023, a área de defesa da Embraer cresceu 21% e foi responsável por cerca de 10% do lucro da companhia, que foi de US$ 164 milhões. Dos 181 aviões entregues no ano, dois eram KC-390, que também é vendido como C-390, sem a capacidade de ser um avião-tanque.

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A linha de montagem da Embraer em Gavião Peixoto (SP) tem capacidade atual para entregar seis aeronaves por ano. No entanto, a empresa planeja dobrar essa produção até 2030, se o ritmo de novas encomendas for mantido. “Nossa meta é entregar um por mês em 2030”, disse Walter Pinto Junior.

Futuro promissor

Os conjuntos de fuselagem, que pesam 8 toneladas, são trabalhados no local e depois unidos na montagem final. Esta etapa possui três fases principais, onde são instalados todos os cabos elétricos, recheio eletrônico, trens de pouso, estabilizadores verticais, central de ignição, motores e asas.

Fora dos hangares, dois aviões da FAB, um da Hungria e outro de Portugal estão em fase de testes. Um segundo avião para Budapeste está prestes a ser entregue. Walter Pinto Junior informou que a empresa contratou mais de mil empregados recentemente.

Linha de produção do Gripen E no Brasil
A linha de produção do Gripen E no Brasil | Foto: Divulgação/Saab

7 comentários
  1. Sergio Hora
    Sergio Hora

    E mesmo após os comentários feitos bem mais cedo apontando o erro grosseiro da matéria, nada é corrigido. Desrespeito ao leitor.

  2. Sergio Hora
    Sergio Hora

    Que a Oeste fique atenta! Esse tipo de erro, grosseiro, está se tornando rotina.

  3. Luiz Gomes Jardim
    Luiz Gomes Jardim

    Caça? Tá bom eu entendo. Para as pessoas que tem que escrever algo rápido, avião militar é sinônimo de caça. Avião de caça é o avião projetado para executar missões de interceptação – dog fight. Não precisa ser supersônico. Para os jornalistas não tão radicalmente favorável à agenda woke, indico assistir assistir Maverick, com Tom Cruise. Lá assistirão vários tipos de aviões de caça e outros que não são. A inteligência média consegue perceber a diferença. É um bom filme não lacrador, talvez ofenda alguns.

  4. Jorge Augusto Santos
    Jorge Augusto Santos

    Pelo amor de Deus , alguém tem de corrigir o redator , este avião Nunca foi um caça e sim um cargueiro de médio porte.Esses erros estão virando uma constante na revista oeste

  5. Marcos Eduardo de Freitas Brandão
    Marcos Eduardo de Freitas Brandão

    O que esta acontecendo na Oeste ? Gente ignorante escrevendo artigos ? Porque ?

  6. CARLOS GUEDES
    CARLOS GUEDES

    Confundir um avião cargueiro com um CAÇA é muita burrice ou falta de conhecimento.

    1. Vicente Pinheiro
      Vicente Pinheiro

      Infelizmente de vez em quando vemos esse tipo de idiotice aqui na Oeste. Deve ser o “efeito Paulo Freire” na mente dos estagiários.

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