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Brasil

Doria cobra envio de vacinas da Pfizer para reduzir intervalo entre doses

Atualmente, no Brasil, segunda aplicação do imunizante acontece 12 semanas depois da primeira

Em entrevista coletiva realizada nesta quarta-feira, 18, no Palácio dos Bandeirantes, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), voltou a cobrar do Ministério da Saúde o envio de mais doses da vacina da Pfizer contra a covid-19. Segundo o tucano, o Estado vai antecipar o intervalo entre a primeira e a segunda doses do imunizante.

“O governo do Estado de São Paulo aguarda o envio de novas doses de vacinas da Pfizer para diminuir o intervalo entre a primeira e a segunda dose da vacina”, disse Doria. “Vamos seguir a recomendação da redução do intervalo entre as doses da Pfizer. Aliás, como estabelece o próprio fabricante, que atesta a eficácia e segurança da vacina em um prazo bem inferior ao que vem sendo praticado no Brasil.”

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Leia mais: “Saúde volta a negar prejuízo a São Paulo na distribuição de doses”

Atualmente, a segunda dose da vacina da Pfizer é aplicada 12 semanas depois da primeira. Este intervalo deve ser reduzido para um período entre 21 e 30 dias. Na bula do imunizante, está previsto um prazo de 21 dias entre as duas aplicações.

Leia também: “Ministério da Saúde negocia com Pfizer compra de vacinas para 2022”

CoronaVac

Na entrevista, Doria também anunciou que São Paulo deve receber nos próximos dias mais 4 mil litros de Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) para a produção da vacina chinesa CoronaVac. Essa quantidade de insumos será suficiente para que mais 7 milhões de doses sejam produzidas.

“Até o fim de agosto, vamos concluir o contrato com a entrega de 100 milhões de doses da CoronaVac para o Ministério da Saúde”, afirmou o governador paulista. O prazo inicial para o cumprimento do acordo era o dia 30 de setembro. 

Leia também: “Por falta de voluntários, Anvisa autoriza mudança nos testes da ButanVac”

4 comentários
  1. Marisa
    Marisa

    O governador decidiu que vai reduzir o tempo de intervalo das doses e o Ministério da Saúde tem que providenciar a entrega das vacinas. Ele quer se mostrar como o “salvador de vidas”, o bem intencionado, e fazer crer que o PR é o malvado, o negligente, o incompetente. Mas o pior é que foi o Supremo Tribunal Federal quem assegurou aos governadores o direito à condução das ações contra a pandemia, cabendo ao governo federal transferir as verbas públicas, comprar medicamentos e vacinas (alguns estados e municípios até que tentaram, mas não conseguiram).

  2. FATIMA
    FATIMA

    Para de encher o saco, Dória.
    O Brasil vai além de SP.
    Para de pensar em eleição. Vai trabalhar.

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