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Depois de casos de infecção por HIV, governo vai rever portaria sobre transplantes

De acordo com a pasta, a medida visa a reforçar critérios para escolher os laboratórios que irão realizar testes em órgãos doados

Laboratório que recebeu órgãos contaminados foi interditado pela Anvisa | Foto: Reprodução/Redes sociais
Laboratório que recebeu órgãos contaminados foi interditado pela Anvisa | Foto: Reprodução/Redes sociais

O Ministério da Saúde anunciou a revisão de uma portaria do Sistema Nacional de Transplantes depois de seis pacientes no Rio de Janeiro testarem positivo para HIV. Eles foram diagnosticados depois de receberem órgãos doados.

A revisão tem como objetivo reforçar os critérios para escolher os laboratórios que realizam testes de infecção em transplantes de órgãos. Segundo o governo do Rio de Janeiro, os erros aconteceram nos testes antes dos transplantes.

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O laboratório PCS Lab Saleme, contratado pelo governo, foi interditado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) depois de encontrarem irregularidades.

+ PF vai investigar casos de pacientes que receberam órgãos com HIV no RJ

Na sexta-feira 11, a pasta determinou uma auditoria urgente no sistema de transplantes do Rio e a investigação de possíveis problemas. Agora, todas as doações de órgãos no Estado serão feitas pelo Hemorio, e o material dos doadores será retestado para evitar novos erros.

O ministério também garantiu atendimento especializado para os pacientes que receberam órgãos de doadores infectados.

Pacientes são contaminados com HIV depois de transplantes de órgão no RJ

Foram realizados mais de 500 transplantes entre dezembro e setembro | Foto: Goran Grudić/Pexels
Foram realizados mais de 500 transplantes entre dezembro e setembro | Foto: Goran Grudić/Pexels

Seis pacientes de transplantes de órgãos no Rio de Janeiro foram infectados com HIV. De acordo com técnicos da Anvisa, os exames de sangue feitos nos doadores apresentaram um falso negativo. As informações são da BandNews FM.

Todos os testes foram realizados na empresa PCS Laboratórios, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O grupo foi contratado em regime de emergência pela Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro em dezembro do ano passado.

A situação foi descoberta em 10 de setembro, quando um paciente transplantado foi ao hospital com sintomas neurológicos e teve o resultado para HIV positivo, mas ele não tinha o vírus antes do transplante.

Amostras dos órgãos doados pela mesma pessoa foram analisadas, e outros dois casos foram confirmados. Até o momento, a Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro confirmou seis casos.

Foram realizados mais de 500 transplantes entre dezembro e setembro. Todos os pacientes que tiveram exames realizados pelo laboratório PCS serão examinados novamente.

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4 comentários
  1. Reinaldo Martinazzo
    Reinaldo Martinazzo

    Desrespeito total com o ser humano…
    Mas o laboratório certamente recebeu pelos “serviços prestados”.
    Punam-se exemplarmente todos os envolvidos.

  2. Maria Dulce de Souza Leão Sampaio
    Maria Dulce de Souza Leão Sampaio

    A pergunta que não quer calar: por que a ministra da Doença revogou as duas portarias datadas de 11 de agosto de 2022?: portaria GM/MS números 3264 e 3265? Só porque foram do governo Bolsonaro? Essas portarias eram fundamentais para garantir a qualidade dos transplantes no Brasil, estabelecendo diretrizes rigorosas de testagem sorológica de doadores e permitindo o monitoramento de falhas críticas no sistema! A falta desse controle já demonstrou o seu impacto devastados! Esse Ministério da “Saúde” transformou-se em um Ministério Ideológico!

  3. Maria Dulce de Souza Leão Sampaio
    Maria Dulce de Souza Leão Sampaio

    A pergunta que não quer calar: por que a ministra da Doença revogou as duas portarias datadas de 11 de agosto de 2022?: portaria GM/MS números 3264 e 3265? Só porque foram do governo Bolsonaro? Essas portarias eram fundamentais para garantir a qualidade dos transplantes no Brasil, estabelecendo diretrizes rigorosas de testagem sorológica de doadores e permitindo o monitoramento de falhas críticas no sistema! A falta desse controle já demonstrou o seu impacto devastados! Esse Ministério da “Saúde” transformou-se em um Ministério Ideológico!

  4. Maria Dulce de Souza Leão Sampaio
    Maria Dulce de Souza Leão Sampaio

    A pergunta que não quer calar: por que a ministra da Doença revogou as duas portarias datadas de 11 de agosto de 2022?: portaria GM/MS números 3264 e 3265? Só porque foram do governo Bolsonaro? Essas portarias eram fundamentais para garantir a qualidade dos transplantes no Brasil, estabelecendo diretrizes rigorosas de testagem sorológica de doadores e permitindo o monitoramento de falhas críticas no sistema! A falta desse controle já demonstrou o seu impacto devastados! Esse Ministério da “Saúde” transformou-se em um Ministério Ideológico!

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