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Crivella espera respaldo de Conselho Médico para abrir comércio no RJ

Prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, afirmou que vai autorizar retomada da atividade comercial após ouvir especialistas

Comércio do Rio de Janeiro ainda não foi retomado neste sábado | Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil

Prefeito do Rio de Janeiro afirmou que vai autorizar retomada da atividade comercial após ouvir especialistas

Comércio do Rio de Janeiro ainda não foi retomado neste sábado | Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, afirmou neste sábado, 6, que só vai autorizar a reabertura geral do comércio se a medida for respaldada pelo Conselho Científico do município. O órgão reúne especialistas em saúde pública. Neste sábado, começou a vigorar o decreto estadual do governador Wilson Witzel recomendando a abertura quase total da economia carioca.

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O prefeito ressaltou que o comerciante da capital que decidir abrir as portas sem o consentimento do município será autuado, incluindo shoppings centers. Pelo cronograma da prefeitura, esses centros comerciais só poderiam funcionar na segunda fase de liberações, a partir do próximo dia 15.

Regras

Porém, Crivella reconheceu que o decreto estadual causou uma certa insegurança jurídica, confundindo as pessoas sobre o que pode ou não funcionar. Assim, isso poderá levar a uma mudança na postura original da prefeitura de antecipar a flexibilização do comércio.

Uma das sugestões em comum com o governo do estado, segundo Crivella, é sobre a segurança em se reabrir as igrejas, pois haveria assepsia e distanciamento entre os fiéis. Contudo, todas as demais questões abordadas no decreto estadual serão abordadas neste domingo, 7, pelo Conselho Científico do município. Após se reunir, o órgão vai emitir parecer favorável, ou não, a antecipar a reabertura de algumas atividades.

O decreto de Witzel permitiu a liberação do comércio em geral, de bares, restaurantes, lojas, shoppings, pontos turísticos e templos religiosos. Partidas de futebol também podem retornar, mas sem público. No caso do comércio, a exigência é que todos usem máscaras, seja disponibilizado álcool em gel e se use no máximo 50% da capacidade de lotação.

O estado do Rio de Janeiro é o segundo com o maior número de casos confirmados e de mortes por covid-19, atrás apenas de São Paulo. A capital concentra a maior parte dos casos e dos óbitos no estado.

Com informações da Agência Brasil

2 comentários
  1. Marcelo Gurgel
    Marcelo Gurgel

    Será possível que o governador decida mudar as regras da “prisão domiciliar” sem conversar com o prefeito da capital? O Rio de Janeiro está uma zona!

  2. Ruy Quintão
    Ruy Quintão

    Todo gestor (?!) público quer dar o seu pitaco no amontoado de sandices que tomou conta do país, depois da absurda autorização do STF para uma autonomia (?!) de estados e municípios.

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