Nesta quarta-feira, 5, o Ministério da Saúde (MS) informou que não vai mais exigir a receita médica para iniciar a imunização infantil contra a covid-19. A prescrição passou a ser apenas uma recomendação da pasta.
Seguindo as orientações do MS, a vacinação de crianças entre 5 e 11 anos não será obrigatória e a aplicação começará a ser realizada pelos mais velhos dessa faixa etária. Além disso, as crianças com comorbidades, indígenas e quilombolas terão lugar prioritário na fila da imunização.
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Em entrevista concedida ao Jornal da Manhã, da rádio Jovem Pan na terça-feira 4, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que o imunizante da Pfizer é considerado seguro para o público infantil.
Intervalo entre doses
O intervalo entre a primeira e segunda aplicação será de oito semanas, e as vacinas contra a covid-19 devem chegar na segunda quinzena de janeiro. Foram encomendados 20 milhões de imunizantes pediátricos da Pfizer, e. até o final deste mês, o país disporá de 3,7 milhões de doses.
Apesar de no Brasil existir a mesma quantidade de crianças entre 5 e 11 anos quanto de vacinas encomendadas, Queiroga afirmou que é necessário observar a adesão à medida antes de encomendar mais doses. “Não sabemos ainda qual será a taxa de adesão dos pais a essa vacinação, e os pedidos dependem dessa velocidade da vacinação e da capacidade de entrega das vacinas pela indústria.”
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Bozzo, Tchau Querido kkkkk
Ahhh, E o desembarque continua, kkkkkkkkkk
E continue apostando como o bozzo, na teoria do confronto que vc e os radicais da extrema direita no brasil não ganha eleição nem na paraiba, talkey
Quidroga você perdeu de novo, vai pra casa e rasga o seu diploma de médico kkkkkkkkkk
Certeza que largaram mão da prescrição médica porque os médicos não querem se responsabilizar.
Desejo que as crianças sejam protegidas pelos seus pais e não entregues a vacina.
É criminiso vacinar uma criança saudável com essa vacina experimental.
Vacinar crianças saudáveis é uma baita sacanagem, visto que ainda não se sabe exatamente os efeitos a médio e longo prazos dessa vacina experimental. Jamais colocaria essa coisa em meus filhos. A coisa é tão estranha que nem a fabricante se responsabiliza por quaisquer efeitos danosos nas crianças.
O negócio é tão esculhambado que quando dar “M” ninguém segura o rojão. Um exemplo disso é o problema que ocorreu com os viajantes dos cruzeiros de cabotagem. Mesmo as empresas e os viajantes seguindo o tal passaporte sanitário e as medidas indicadas deu no que deu e o procon teve a cara de pau de afirmar que as empresas são as responsáveis e deverão indenizar os viajantes. Onde ficam a Anvisa, vigilância sanitária, governantes, Stf etc?????
No final quem paga a conta é vc!!!!! Um bando de irresponsáveis.
Tudo bem… só que primeiro vai ter que combinar com os russos (no caso, os pais). Agora, se vierem com ameaças para cima deles, e se esses pais realmente amarem seus filhos, o caldo vai engrossar, assim eu espero. Por mim eu não digo nada, pois não tenho filhos nessa faixa etária. Então cada um que cuide dos seus, enfim, é isso aí.
Agora se as filas para vacinação cerrarem, vou lamentar muito e é só isso que podemos fazer.