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Com câncer, Preta Gil morre, aos 50 anos

Filha de Gilberto Gil estava em tratamento experimental nos EUA

Com uma carreira consolidada, Preta Gil lançou seis álbuns, comandou o tradicional Bloco da Preta no Carnaval, participou de novelas e atuou como apresentadora | Foto: Reprodução/Twitter/X
Preta Gil lançou seis álbuns, comandou o tradicional Bloco da Preta no Carnaval do RJ, participou de novelas e atuou como apresentadora | Foto: Reprodução/Twitter/X

A cantora, empresária e apresentadora Preta Gil morreu neste domingo, 20, aos 50 anos, em decorrência de complicações relacionadas principalmente a um câncer no intestino. A artista estava em tratamento médico nos Estados Unidos, desde 2023. Há alguns meses, ela contou que decidiu internar-se na América do Norte em razão sobretudo de não vislumbrar possibilidades de reversão do quadro no Brasil.

Nas redes sociais, Preta dizia que o tratamento era focado na imunoterapia e ocorria em duas instituições, uma em Washington, capital dos EUA, e outra em Nova York. Os protocolos, desse modo, estavam sendo combinados.

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Preta Gil e uma marcante influência musical

Nascida em 1974 no Rio de Janeiro, Preta Gil era filha do cantor Gilberto Gil com Sandra Gadelha. Era sobrinha de Caetano Veloso e afilhada de Gal Costa. Criada em uma das famílias mais influentes da música brasileira, Preta construiu uma carreira marcada por irreverência, representatividade e forte presença midiática.

Além da música, atuou como apresentadora, atriz e influenciadora. Participou de novelas, programas de TV e filmes. Também esteve à frente de campanhas publicitárias e iniciativas de diversidade. Preta foi uma voz ativa na defesa de pautas como o combate ao racismo, à gordofobia e pelos direitos da comunidade LGBT.

Redes sociais repercutem morte

Por volta das 20h40 deste domingo, 20, a morte de Preta Gil era um dos assuntos mais comentados no Twitter/X. A artista, aliás, explorava de forma intensa as plataformas digitais para debater temas sociais e compartilhar aspectos íntimos de sua vida. Sua trajetória se caracterizou por diversos enfrentamentos a costumes da sociedade.

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9 comentários
  1. Lourival Nascimento
    Lourival Nascimento

    Preta Gil morreu. Que a misericórdia de Deus a acolha com amor, serenidade e paz. Exatamente o amor, a serenidade e a paz que Preta Gil e sua empresa não deram à Jéssica Canedo, a comiseração necessária naquele lamentável caso sobre boatos de romance com Whindersson Nunes potencializado pela Mynd8, empresa que Preta era sócia e diretora, e dava visibilidade ao Choquei. Não faço juízo de valor nesse momento de dor para a família da Preta, mas e o compartilhamento da dor da família da Jéssica Canedo? As pessoas sabem que a ” Justiça ” acudiu para culpar a Jéssica pela própria morte e proteger a Mynd8 e Choquei. Torço para que Jéssica acolha Preta com carinho nesse nosso destino comum.

  2. O BELFORROXENSE
    O BELFORROXENSE

    Todas as mortes, mesmo até de bandidos é triste, pois em vida poderiam mudar as suas ações e opiniões antes. Mas apesar de alguns ser merecida. Mas no caso dela, tristeza sim, mas não por suas ações, mas pela forma.

  3. Robson Oliveira Aires
    Robson Oliveira Aires

    A morte não torna ninguém santo. Já foi tarde petralha de merda.

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