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Alunos de colégio do Rio usam IA para criar imagens íntimas de meninas

Polícia Civil foi acionada

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Diretor do Colégio Santo Agostinho disse que está tomando medidas disciplinares | Foto: Divulgação/Colégio Santo Agostinho

O Colégio Santo Agostinho, da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, enviou um comunicado aos pais sobre os alunos estarem utilizando a inteligência artificial (IA) para criar montagens de fotos íntimas das alunas.

A Polícia Civil também foi acionada. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). O informe está circulando em grupos de pais, alunos e ex-alunos do colégio e também nas redes sociais.

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A escola também disse que lamenta que uma “ferramenta criada para solucionar problemas e apoiar a vida moderna” tenha sido utilizada dessa forma.

Imagens íntimas geradas por IA: 20 vítimas foram identificadas

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Marcus Vinícius Braga, delegado da DPCA, disse que os alunos do colégio são suspeitos de fazer nudes falsos com inteligência artificial | Foto: Freepik

Os policiais também afirmaram que a DPCA instaurou um procedimento para apurar o caso. Os envolvidos ainda estão sendo ouvidos. Os policiais agora trabalham para identificar a autoria do crime e o esclarecimento dos fatos.

O frei Nicolás Peralta, que é diretor da escola, disse que o colégio se pôs à disposição das famílias das vítimas de motagens. Ele ainda repassou orientações jurídicas aos pais, de acordo com a CNN Brasil.

O Colégio Santo Agostinho deve tomar medidas disciplinares em âmbito escolar. Segundo o diretor, a instituição agiu de forma preventiva. O frei pediu aos pais para acompanharem o que os alunos fazem na internet.

Leia também: ‘Toalete de todes’: estudante grava partes íntimas de alunas em banheiro unissex e é preso

Marcus Vinícius Braga, delegado da DPCA, disse que os alunos do colégio são suspeitos de fazer nudes falsos com inteligência artificial. Mais de 20 vítimas já foram identificadas, entre alunas e meninas que não estudam na escola.

O delegado também informou que as investigações começaram na sexta-feira 27 e que a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente ainda está se aprofundando no caso.

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1 comentário
  1. carlos roberto de moura
    carlos roberto de moura

    O problema não é a inteligência artificial. É a formação moral e informação que essa meninada recebeu em casa e pelos noticiários. É o mesmo que culpar a arma pelo crime. Imagine os alunos que aprendem que assalto é profissão… Infelizmente a situação é muito mais grave do que aparenta.

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