O agronegócio é um dos grandes motores da economia brasileira. As atividades do setor impulsionam o Produto Interno Bruto (PIB) — e a soja é o principal combustível a movimentar essa engrenagem.
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Cerca de 6% do PIB depende da soja para existir, segundo estimativas da Universidade de São Paulo (USP). A riqueza gerada pelo grão deve crescer 11,3% ao longo de 2025. Ao todo, o setor criará US$ 780 bilhões neste ano.
O cálculo leva em conta tanto as atividades relacionadas ao cultivo na roça quanto as indústrias para as quais os grãos são matéria-prima e as cadeias de serviços envolvidas nos processos — que não se limitam apenas ao campo. São números do Centro de Estudos Avançados em Economia (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, o campus de referência da USP para o agronegócio.
O PIB do agro
A USP divide a riqueza gerada por essa cadeia produtiva em quatro segmentos. O mais rico deles recebe o nome de agrosserviços, concentra 58% do total e responde por atividades como transporte, armazenagem, comercialização e financiamento.
A produção no campo fica com menos: 24% — é a segunda posição. O terceiro lugar é da agroindústria (13%), que produz óleos, rações, lubrificantes, combustíveis e matérias-primas. Em quarto lugar, aparecem os insumos — fertilizantes, defensivos e equipamentos — que, embora respondam pela menor porção da riqueza, são vitais para o PIB da soja existir.






































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