Nesta terça-feira, 1º de outubro, o mundo celebra o dia internacional do café — um grão que o Brasil produz como nenhum outro país no planeta. Por volta de quatro de cada dez xícaras da bebida consumidas no mundo têm origem na safra do país.
O agro nacional é o maior produtor mundial da cultura — o que garante ao país, além de bilhões em dólares com exportações, cargos chave do setor mundo afora. O comando da Organização Internacional do Café, por exemplo, está nas mãos da brasileira Vanusia Nogueira. Com sede em Londres, o órgão existe desde 1963, e em 2022 a executiva se tornou a primeira mulher no cargo máximo da instituição.
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Vanusia é uma das muitas responsáveis pela excelência das plantações brasileiras. A qualidade nacional é reconhecida mundialmente, tanto que em 2023 o país exportou o grão para 131 destinos internacionais — sendo Estados Unidos, Alemanha, Itália, Bélgica e Japão os cinco principais, responsáveis por metade de todas as compras.
Faturamento com o mercado externo
As vendas de café no mercado externo renderam US$ 7,3 bilhões ao Brasil em 2023. Ao todo, elas movimentaram 2 milhões de toneladas — o que corresponde a cerca de 60% da colheita nacional.
Maior produtor nacional
O Sudeste é a grande região cafeicultora do país, responsável por quase 90% da safra nacional. Dentro dela, o destaque é Minas Gerais, Estado que responde por metade de toda a produção brasileira.
Os tipos de café no Brasil
A produção nacional se resume a basicamente dois tipos de café: o conilon e o arábica, que respondem por 30% e 70% da safra nacional, respectivamente. Entre as diferenças que elas têm, a principal é o tamanho do grão — que é maior no tipo arábica.
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