Os números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a média de preços do bacalhau subiu nos meses que antecedem a Páscoa. O produto subiu quase 3% entre janeiro e fevereiro.
A variação aparece no Índice de Preços ao Consumidor Amplo do IBGE — é dos indicadores órgão para acompanhar a variação do valor do bacalhau e de muitos outros produtos, além de serviços, para monitorar o custo de vida no Brasil. A lista inclui setores como alimentos, combustíveis, vestuário, energia, educação, construção civil, saúde, comunicação e transporte.
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Preços da Páscoa, além do bacalhau
Pelo menos dois outros produtos nas receitas da Páscoa também ficaram mais caros em 2024. São as situações do azeite de oliva e dos chocolates — produtos que a indústria brasileira depende da importação para abastecer a demanda interna.
O azeite ficou com a pior situação. Nos dois primeiros meses do ano, os preços médios por esse produto subiram 6,4%. E isso depois de uma elevação de 37% ao longo de 2023. A forte alta ocorreu em razão de problemas com a safra de azeitona na Europa — principal área produtora.

O chocolate, por sua vez, aumentou 0,7% de janeiro a fevereiro, depois de subir 6% no ano anterior. O problema, nesse caso, ocorreu no oeste africano.
País da região, a Costa do Marfim responde por 40% da safra mundial de cacau — a principal matéria-prima do chocolate. A colheita local deve cair 27% em 2024.
O unico bacalhau que sentimos aqui no bairro é da mulherada que nao toma banho.