O Batman nem sempre foi esse personagem deprimido e dark do cinema. Em 1966 ele se tornou a atração principal de uma série engraçada, criativa e inovadora que capturou os adolescentes para a frente da tela de TV.
Batman, a série, era uma celebração pop com muita autogozação e cenas que seguiam o chamado estilo “camp” – uma espécie de kitch proposital. O único ator que levava tudo a sério era Adam West, no papel principal. Burt Ward, como Robin, vivia gritando frases como “Santa atuação da polícia, Batman!”, ou “com mil morcegos histéricos!”. A cenas de luta eram recheadas por onomatopéias de quadrinhos, como “Blam!”, “Crash” etc.
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Outra atração da série eram os grandes atores que interpretavam os vilões: Cesar Romero (o Coringa), Frank Gorkin (Enigma), Vincent Price (Cabeça de Ovo), Burgess Meredith (Pinguim), George Sanders (Mr Freeze) e muitos outros. Yvonne Craig também fez muito sucesso como a Batgirl.
O Batman dos anos 1960 é o tema o Oeste Cultura desta semana, além de uma entrevista com a especialista Mônica Cristina Corrêa sobre os 80 anos do livro O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupery. Oeste Cultura vai ao ar todos os sábados às 22:30. Apresentação de Lucas Nascimento e Dagomir Marquezi, produção e direção de Matheus Fragata.






































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