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A Força do Agro

Países buscam conhecimento sobre agricultura em fazendas brasileiras

Além de exportar alimentos, o Brasil exporta ideias

Agricultura
Foto: Reprodução/Redes sociais

O agronegócio brasileiro está cada vez mais profissionalizado. Se antes os filhos saiam da roça e não voltavam, agora eles vão para a cidade estudar, se capacitar para permanecer no campo.

A agricultura evolui muito nos últimos anos, graças à tecnologia e à pesquisa. Em A Força do Agro desta quarta-feira, 18, o espectador vai conhecer o maior viveiro de mudas do mundo e entenderá como a valorização do colaborador ajuda no crescimento da empresa.

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A locomotiva do país

https://www.youtube.com/watch?v=tuJ3iEE08gc

A agronegócio é o “Brasil que dá certo”. A grandeza e o potencial do setor, bem como os desafios que devem ser superados, são abordados diariamente no programa A Força do Agro.

O setor representa quase 30% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro — e não para de crescer. As transformações do setor ocorrem em alta velocidade e impactam o mundo rural. O Brasil é o terceiro maior produtor de alimentos e, nos próximos anos, deve ser o principal fornecedor.

E não para aí. O agronegócio está presente no dia a dia das pessoas. Não apenas na mesa, mas na roupa, nos cosméticos, no transporte, na energia, na vida.

De segunda a sexta-feira, o programa leva informação e conhecimento ao internauta. O objetivo é conectar o campo à cidade, de uma maneira leve e descontraída.

Serviço:

A Força do Agro

De segunda a sexta-feira

Às 19h45, depois do Oeste Sem Filtro

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1 comentário
  1. Marco Polo Gerard Bondim
    Marco Polo Gerard Bondim

    Sou engenheiro civil com formação em agronomia, e fica difícil de aceitar um povo majoritariamente composto de leigos e tendo ouvidos e dando voz a quem nos deseja dominar e/ou, no mínimo, nos limitar.
    Sei, também por experiência própria, que é praticamente impossível dissuadir ignorantes se utilizando de argumentos, embora verdadeiros, mas que estejam além da compreensão deles, daí porque a racionalidade é quase que ineficaz junto a eles e aos doentes mentais; não trato aqui, por óbvio, dos que se vendem (por algum interesse financeiro-comercial) e dos traidores.
    Um movimento eficaz, se viável, poderia ser o de o Brasil se tornar um fornecedor de mudas de plantas nativas, e/ou adaptáveis, ao clima, solo e temperatura dos países cujas suas florestas naturais foram devastadas – devastadas por eles próprios.
    Portanto, imagino que tal objetivo por parte do Brasil, quando viável na recriação de parte das florestas extintas de lá, permitiria a existência/revigoração de vegetação e de biomas que atenderiam à melhor distribuição de oxigênio e absorção de CO2, já que esses são motivos para nos quererem restritos a fornecedores de comodities e de oxigênio para o planeta inteiro!

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