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Twitter abre canal para denunciar 'fake news'

Big tech quer combater suposta desinformação

fake news
Comemorando a compra, Elon defendeu a liberdade de expressão | Foto: Brett Jordan/Unsplash

O Twitter comunicou nesta segunda-feira, 17, que o Brasil ampliou o cerco contra as fake news. Isso porque a Espanha e as Filipinas foram adicionados à lista de países que testam uma opção para realizar denúncias de “informações enganosas” sobre a pandemia de covid-19 e demais assuntos.

Segundo a big tech, a decisão se deu para “colher aprendizados de uma pequena, porém geograficamente diversificada, gama de regiões”, antes de tornar a ferramenta disponível no mundo todo. Na semana passada, a Revista Oeste noticiou que o Ministério Público Federal havia oficiado a rede social.

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No documento, o órgão pedira um canal para denunciar notícias falsas. Além disso, internautas de esquerda levantaram a hashtag #TwitterApoiaFakeNews com a finalidade de pressionar a abertura de um meio para denunciar fake news. Desde os testes em agosto, o Twitter já recebeu 3,73 milhões de denúncias.

Como funciona a ferramenta contra “fake news”

O Twitter informou que o canal de denúncia funciona como um complemento para a segurança, visto que mais de 50% do conteúdo que estaria violando as regras da rede social é identificado por robôs. A empresa citou que, dentre esse conteúdo ilegal, estão informações enganosas sobre a covid-19, de integridade cívica (“mentiras” sobre as eleições, por exemplo), bem como de “mídia sintética e manipulada”.

“Queremos entender se e como as opções de denúncia pelas pessoas podem promover melhorias em termos de agilidade e abrangência aos nossos esforços para detectar informações potencialmente danosas”, comunicou a big tech. “Desde o lançamento desse teste, recebemos 3,73 milhões de denúncias referentes a 1,95 milhão de diferentes tuítes publicados por 64 mil contas distintas”, salientou trecho do comunicado.

Leia também: “Um basta na pandemia”, reportagem publicada na Edição 95 da Revista Oeste

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5 comentários
  1. João Mário
    João Mário

    Já saí do Twitter, do instagram e do facebook.
    Deixar os extremistas radicais da esquerda falarem sozinhos nas redes deles.

  2. Cervantes 51
    Cervantes 51

    Há sim vão combater os perfis conservadores e de direita sabemos bem kkkkkk

  3. Ricardo Aguiar Fernandes
    Ricardo Aguiar Fernandes

    Ótimo, assim aceleram a migração do debate para o GETTR, adeus Twitter!

  4. Renata Thomaz
    Renata Thomaz

    Saiam do Twitter. Quando a direita e também pessoas que não se envolvem em política sairem, ficarão falando para a bolha deles. E a plataforma sem audiência…

  5. Davi AHS
    Davi AHS

    A História se repete.

    Já vi esse tipo de instrumento em sites que ofereciam espaço para comentários e o resultado foi, simplesmente, um patrulhamento ideológico implacável. Os MAV (um exército à soldo) denunciavam qualquer um que não fosse de esquerda para silenciá-lo e ocultar seus posts. Esses sites perderam rapidamente a audiência e a relevância no debate público, e se tornaram meros redutos da extrema esquerda, sem qualquer capacidade de influenciar a não ser os convertidos da seitas sinistras.

    É o que acontecerá com o Twitter. A direita, e quem mais quiser manter contato realidade, deve, desde já, buscar espaços democráticos fora do alcance desse patrulhamento.

    Por outro lado, o próprio Twitter pode ser vítima dessa iniciativa. Se houver um “flood” de denúncias, ele não terá como lidar com todas. E seus robôs não serão treinados/reprogramados com velocidade suficiente para se adaptar às técnicas que serão criadas, naturalmente, para driblá-los. Também já vi isso acontecer.

    A “Resistência” sempre está um passo à frente dos tiranos.

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