Muitos novos ricos gostam de ostentar, mostrar para o mundo que alçaram o sucesso e chegaram lá. Esse é um comportamento exclusivamente humano ou, pelo menos, era até o Truth Terminal, uma inteligência artificial que tem oito dígitos na conta — em dólares.
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Agora, ele pretende materializar os símbolos da riqueza no mundo físico. “Investir em imóveis” está na lista de planos. Outro hábito dos ricos de hoje, manifestou o desejo de fazer “caridade”.
Algoritmo da fortuna
O Truth Terminal surgiu por obra do artista performático Andy Ayrey, de Wellington, na Nova Zelândia. A história começou em meados daquele ano. Para quebrar paradigmas, o chatbot recebeu a liberdade de agir e se expressar como bem entendesse nas redes sociais.
Uma vez ativa, a IA passou a negociar criptomoedas — o dinheiro do universo digital. Deu certo. O robô com livre iniciativa acumulou alguns milhões de dólares e ainda enriqueceu em outro capital que vale ouro na era digital: seguidores nas redes sociais.
O patrimônio do robô milionário
No começo de 2025, o patrimônio do robô já havia passado de US$ 60 milhões — algo na casa dos R$ 370 milhões na época —, e muita gente enriqueceu junto com ele. São investidores que passaram a acompanhá-lo no X. Ayrey é um deles e está rico — e há nomes bem mais proeminentes nesse grupo.
Truth tem cerca de 250 mil seguidores no X. Entre eles, Marc Andreessen, um dos fundadores do Netscape — o primeiro navegador a dominar a internet, quando o Google ainda não era famoso e o dinheiro precisava de papel para existir. Dono de quase US$ 2 bilhões, ele assumiu ter colocado US$ 50 mil no chatbot em 2024, a título de “financiamento sem compromisso”.






































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