A expressão “sentar na janelinha” pode se tornar ultrapassada com o novo jato executivo Phantom 3500, um projeto da Otto Aviation. As janelas de um avião de passageiros costumam ser pontos fracos da fuselagem. Para que existam, a estrutura precisa ser fragilizada com “furos”, o que prejudica a performance da aeronave.
O Phantom 3500 não tem janelas para os passageiros, o que aumenta sua eficiência aerodinâmica. Em certas condições, o consumo de combustível pode cair até 50%, e as emissões podem ser até 90% menores. Mas os passageiros não ficam sem ver a paisagem ao redor: as janelas são substituídas por telas de alta definição. As imagens externas são captadas por câmeras e projetadas nos painéis internos por meio de uma tecnologia chamada Super Natural Vision. Outro monitor, no teto, mostra como está o céu acima do avião.
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O raio de ação do Phantom 3500 é de cerca de 6.500 quilômetros, aproximadamente a distância entre São Paulo e Miami. Sua altitude de cruzeiro é de 15 mil metros. O projeto ainda aguarda a licença da autoridade aeronáutica dos Estados Unidos, a FAA.






































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