Está marcado para setembro o lançamento do Telescópio Espacial Nancy Grace Roman. O projeto de 4 bilhões de dólares vai entrar em órbita terrestre a 1,6 milhões de quilômetros de altitude. Vai trabalhar em coordenação com outras dois telescópios, Hubble e o James Webb.
Para se ter uma ideia da capacidade do Nancy Grace Roman, ele vai (segundo o jornal britânico The Times) “observar em um mês o que o Hubble levaria um século para fazer, mapeando 100 vezes mais céu em uma única imagem e operando mil vezes mais rápido”.
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Seu nome é uma homenagem à primeira astrônoma-chefe da Nasa, que morreu em 2018 aos 93 anos. O telescópio vai observar “bilhões de galáxias” e estudar a luz de milhares de supernovas, estrelas que explodem. Com isso, vai estudar a expansão do universo por bilhões de anos.
Segundo o Times, a imagem do universo vai ser tão vasta e detalhada que não existe ainda um monitor capaz de exibir sua totalidade. Uma das diretoras do projeto, Julie McEnery, “se fôssemos pegar uma única imagem e exibi-la completamente em um conjunto de TVs 4K, precisaríamos de mais de meio milhão de TVs 4K”.
Outra comparação, feita pelo doutor Nicky Fox, da Nasa: o telescópio Hubble recolheu 172 terabytes de dados nos seus primeiros 30 anos de funcionamento. O Roman vai remeter 1,4 terabytes de dados por dia. Se fosse impressa, essa quantidade de papel formaria uma pilha que iria além da Lua.

Desculpe, mas ja passou o tempo de novas descobertas – temos agora que encontrar soluções para os problemas presentes. Evidente é um avanço enorme, mas preciso dar uma parada e resolver o que temos nas maos e nao ficar buscando novas descobertas sem resolver o que ja temos.