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Tecnologia

Meta planeja cobrar assinaturas de usuários do Facebook e do Instagram na União Europeia

Plano pode custar mais de R$ 70

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Empresa de Zuckerberg foi multada em mais de R$ 2 bilhões na Irlanda por causa de anúncios enviados aos usuários | Foto: Divulgação/Meta

A Meta planeja cobrar assinaturas de usuários do Facebook e do Instagram na União Europeia (UE).

Segundo o jornal norte-americano Wall Street Journal (WSJ), a Meta está estudando a implementação de um plano pago.

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Em breve, pode ser que os europeus gastem € 13 para acessar às redes sociais de Mark Zuckerberg sem anúncios. O valor é equivalente a R$ 70,17.

Mais de 250 milhões de pessoas usam Instagram e Facebook na União Europeia

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258 milhões de pessoas utilizam mensalmente o Facebook nos países membros da União Europeia. E 257 milhões de pessoas utilizam o Instagram | Foto: Freepik

Segundo a Meta, 258 milhões de pessoas utilizam mensalmente o Facebook nos países membros da União Europeia. E 257 milhões de pessoas utilizam o Instagram.

Os € 13 seriam pagos por usuários que acessam as redes sociais por meio de smartphones. Quem acessa pelo computador, pagaria uma taxa de € 10, equivalente a R$ 53,98 na cotação atual.

Haveria ainda um custo extra de € 6 para cada conta vinculada adicional, custo equivalente a R$ 32,39. A gigante da tecnologia estaria calculando os preços levando em consideração as comissões cobradas pelas lojas de aplicativos da Apple e do Google.

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Mas a manobra pode ter, além de razões financeiras, também razões legais. No início deste ano, a Meta foi multada em € 390 milhões na Irlanda, que faz parte da União Europeia, de acordo com o jornal britânico Daily Mail.

O valor é equivalente a R$ 2,1 bilhões. A Comissão de Privacidade de Dados da Irlanda multou a empresa de Zuckerberg por causa dos anúncios enviados aos usuários com base em suas atividades on-line.

Aos burocratas europeus, a Meta disse que pretende lançar os planos de assinaturas de suas redes sociais em breve. Um porta-voz da empresa disse ao WSJ que a empresa acredita em “serviços gratuitos apoiados por anúncios personalizados”, mas está explorando “opções para garantir o cumprimento dos requisitos regulatórios em evolução”.

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