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Tecnologia

Executivo da dona do Instagram usa o Twitter/X para divulgar instabilidade na plataforma

Rede social saiu do ar no início desta terça-feira, 5; diversos usuários reclamaram da situação

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O Instagram ficou fora do ar nesta tarde de terça-feira, 5 | Foto de Solen Feyissa na Unsplash/Reprodução

No início desta terça-feira, 5, a rede social Instagram apresentou instabilidade, o que deixou a plataforma fora de operação. Por causa das inúmeras reclamações registradas por usuários, o executivo da dona do Instagram se pronunciou sobre o problema da rede social fora do ar.

Em seu perfil no Twitter/X, Andy Stone, chefe de comunicação da Meta, comentou o ocorrido com o sistema da rede social.

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“Estamos cientes de que as pessoas estão tendo problemas para acessar os nossos serviços. Já estamos trabalhando nisso”.

Andy.

No Twitter/X, diversos internautas ironizaram o fato de a empresa dona do Instagram ter de usar uma rede social concorrente a fim de alertar seus usuários sobre a queda da rede social da Meta.

Instagram fora do ar

O site DowDetector, especialista em serviços de assistência a usuários de plataformas em instabilidade, comunicou o erro no sistema do Instagram a partir das 12h de hoje, de acordo com o portal Metrópoles. Aproximadamente 74% dos internautas que usam a rede se queixaram do problema de instabilidade no aplicativo móvel.

Nova York processa Instagram por conteúdo nocivo a crianças

No dia 14 de fevereiro, a cidade de Nova York (EUA) entrou com um processo na Justiça contra plataformas digitais. Além do Instagram, o YouTube e o TikTok estiveram na mira da Justiça norte-americana. O município alegou que os conteúdos divulgados pelas empresas estão promovendo uma crise de saúde mental entre jovens e crianças.

O prefeito Eric Adams informou que sua administração entrou com uma ação na Justiça contra as seguintes companhias: Facebook e Instagram, da Meta; YouTube, da Alphabet; Snapchat, da Snap; e TikTok, da ByteDance.

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Centenas de processos como este já estão sendo movidos contra a Meta, o TikTok e o YouTube. Os autores das ações são pais de crianças e também distritos escolares que denunciam o conteúdo viciante que circula nas plataformas digitais.

O Congresso dos EUA discute uma nova legislação que pretende responsabilizar as empresas de mídia social pelo material postado em suas plataformas.

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