Mandar arquivos para a nuvem tem várias vantagens. A principal é que seus dados ficam disponíveis em qualquer lugar, a qualquer hora. Não é preciso transportar um HD externo ou um pen-drive. Essas nuvens costumam ter espaços de sobra para uso pessoal.
Alguns serviços são voltados para grandes empresas, com enorme capacidade de armazenamento (e preços compatíveis). Dois exemplos de nuvens disponíveis para usuários “comuns”:
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OneDrive – assinantes do pacote Microsoft Office ganham o direito ao OneDrive, com um terabyte de capacidade. É uma nuvem de uso livre, não limitado aos produtos da Microsoft. Alguns planos do Office dão direito a espaço adicional. Mas um terabyte costuma ser mais do que suficiente para um usuário comum. No plano Family esse espaço aumenta para 6 TB, um por pessoa. Por 619 reais mensais é possível ter 10 terabytes.
GoogleOne – quem tem uma conta no Google ganha um espaço de 100 Gigabytes. Dependendo do uso, esse espaço acaba rapidinho. O próximo upgrade, de 200 Gb, custa R$ 24,99 mensais. Depois já pula para 2 TB por R$ 49,99/mês. Outras opções: 5TB (R$ 194,90/mês), 10 TB (389,90/mês), 20TB (R$ 779.90/mês). A capacidade pode crescer até 30 Terabytes, que custam R$ 1209,90 mensais. (Todos os planos têm opções de pagamento anual com desconto).






































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