Qualquer um com mais de 10 anos vai lembrar: no ocaso do governo Dilma, o PIB despencou. Em 2015, a queda chegou a quase 4%, e no ano seguinte houve nova recessão, superior a 3%. Um estrago desses não é uma fatalidade. As “pedaladas fiscais”, que levaram Dilma ao impeachment, ajudaram a mascarar os problemas reais, e a dívida pública bruta não parava de aumentar.
O ministro da Economia era Guido Mantega, o mesmo do governo Lula, mostrando que havia continuidade da política econômica. Era a “Nova Matriz Econômica”, ou o velho nacional-desenvolvimentismo encampado pelo PT. O resultado é conhecido: o Brasil quebrou, e o centrão se uniu à oposição para derrubar o petismo e colocar o vice-presidente Michel Temer com sua agenda reformista no comando.

Após quatro anos de governo Bolsonaro, com o seu “Posto Ipiranga” Paulo Guedes, um liberal clássico proveniente do mercado financeiro, as contas públicas foram ajustadas, apesar da pandemia. A casa estava em ordem. Reformas importantes foram aprovadas. As coisas estavam se endireitando aos poucos. Mas o sistema desejava a volta do velho Brasil, pois ficamos esse período todo sem escândalos de corrupção. Resultado: Bolsonaro foi perseguido e, com malabarismos supremos, o ladrão voltou à cena do crime, como diria seu próprio vice, Alckmin.
Três anos e meio depois, a economia volta a sair dos trilhos, a perda de poder de compra da moeda é sentida em qualquer mercado, as contas públicas pioraram rapidamente e o país caminha rumo ao abismo novamente.
Como mostrou uma reportagem da Folha de S.Paulo, os juros que o Tesouro Nacional paga para financiar a crescente dívida pública brasileira seguem disparando e atingindo patamares recordes. Isso torna mais caro rolar a dívida pública federal de R$ 8,8 trilhões e explicita o temor de investidores quanto à capacidade de pagamento do país num momento em que o presidente Lula busca a reeleição com uma série de novos gastos.

Em menos de um mês, todas as taxas de juros que o Tesouro paga para a venda de títulos escalaram. Os muito populares, corrigidos pela inflação e com vencimento em 2032 (IPCA + 2032), por exemplo, saltaram de 7,63% ao ano para 8,3%. IPCA mais oito: isso é retorno praticamente de agiotagem! E não adianta culpar o mercado. É responsabilidade direta do governo gastador e irresponsável.
Em um editorial desta semana, o jornal Estadão alegou que Lula quebra o Brasil para se reeleger. Diz o jornal: “Petista usa truques contábeis para esconder o aumento cavalar de despesas, lembrando as malfadadas pedaladas fiscais de Dilma. Mas a conta da dívida pública explosiva sempre chega”. Um levantamento da XP Investimentos mostra que, somente neste ano, já foram nada menos do que 33 medidas diferentes, somando a incrível marca de R$ 215 bilhões em aumento de despesas ou redução de receitas.
Os números oficiais, porém, escondem essa realidade. De acordo com o estudo, somente 4% dos R$ 215 bilhões aprovados afetam os indicadores do arcabouço fiscal. Ou seja, mais de R$ 200 bilhões em despesas extras ou renúncias de arrecadação simplesmente não aparecem nas contas públicas. “Tudo isso parece um déjà vu das pedaladas fiscais do trevoso governo de Dilma Rousseff. Estamos diante dos mesmos truques para gastar mais sem nenhuma transparência”, conclui o jornal.

Lula, em síntese, está rifando o futuro do país para se manter no poder. Nada disso deveria ser surpresa quando avaliamos o histórico do petismo. Tampouco é possível falar em “erros”, como se Lula quisesse acertar, mas não fosse capaz. O PT não erra tentando acertar; ele produz o caos deliberadamente para criar dependência do Estado e se perpetuar no poder. É um projeto de poder, nada mais. Tem método.
Quem for o presidente a partir de 2027 vai ter uma enorme herança maldita para digerir. Mas se for Lula novamente, sabemos que nada será feito para consertar as lambanças criadas pelo próprio lulismo. Por isso, podemos constatar, com convicção: o Brasil simplesmente não aguenta mais quatro anos de Lula!
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Constantino, o Brasil está passando por vinte anos de petismo direto na veia,sim está passando por um regime totalitário e destruidor.Mas mudará a partir de outubro, mostrará que o povo já chegou ao seu limite e saberá escolher o melhor. Acredito de fato que conseguirá se reerguer,tenho certeza.
QUANDO UM JORNAL SE VENDE À FARIA LIMA, NÃO SÓ PERDE A LIBERDADE, COMO A CREDIBILIDADE, A RALA APROVAÇÃO DOS ASSINANTES, QUE NÃO TINHAM VAGA NO CONSELHO EDITORIAL, MAS A FARIA LIMA TEM DOIS POSTOS COMPRADOS POR 142 MILHÕES NO MESMO CONSELHO EDITORIAL DO ESTADÃO.
A pedra de toque de TODOS os GOVERNOS do PT no Planalto, Estados e Municípios, sempre foi a CORRUPÇÃO patológica. Foi assim no MENSALÃO, PETROLÃO, APOSENTÃO, MASTERSÃO e é o modus operandi manjado, como se pode pesquisar na INTERNET que tanto o PT, LULA e STF querem CENSURAR, mesmo a CENSURA sendo proibida pela Constituição. Por escândalo, pule de 10 em Governos petistas, eis mais um escândalo com as digitais do PT/LULA. “Refinarias Brasileiras Alimentaram Esquema Ligado Ao PCC, Segundo Fonte e Documentos. Refinarias brasileiras venderam mais de 100 milhões de litros de nafta para uma empresa investigada por suposto envolvimento em um esquema de fraude envolvendo a facção criminosa PRIMEIRO COMANDO DA CAPITAL (PCC), segundo uma fonte próxima ao caso e documentos vistos pela Reuters. Um dos principais fornecedores era a RIOGRANDENSE, uma refinaria no Rio Grande do Sul controlada por PETROBRAS, BRASKEM e o conglomerado de energia ULTRAPAR.” Como o crime muito organizado usa infinitas manobras financeiras, tributárias e tem robusta teia jurídica no BRASIL e mundo afora para encobrir seus rastros. O controle da BRASKEM é compartilhado entre a gestora de investimentos IG4 CAPITAL e a PETROBRAS, o que aumenta em muito a culpabilidade da PETROBRAS. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou nesta sexta-feira, 06/03/2026 a transferência do controle da BRASKEM para a gestora IG4 Capital, que pertencia à NOVONOR (ex-Odebrecht) As ações da Novonor (ex- ODEBRECHT) erão transferidas para o fundo IG4 Capital, que representa os bancos credores da Braskem — ITAÚ, BRADESCO, SANTANDER, BANCO DO BRASIL e BNDES. O seja, a teia, a armadilha, o mundéu estão armados e quem pagará a conta da trama, como sempre será o esfolado brasileiro pagador de impostos. Mas piora. “O IG4 Capital Investimentos Ltda é uma empresa brasileira, que foi fundada por Paulo Todescan Lessa Mattos e outros, mas atualmente é controlado por uma holding estrangeira, chamada IG4 Capital Partners Holding Investments LP. Paulo Mattos é o“Co-Founder, Chairman, Global CEO e Co-CIO”. Os titulares e gestores de fato da PETRODANSK são Raffaele Vestenius Masi e Aldo Antônio Masi. A empresa e seus gestores foram alvo da Operação Carbono Oculto, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo por suposto envolvimento em um esquema de desvio de nafta, contrabando e lavagem de dinheiro ligado ao PCC. “Segundo documentos da ANP, a Riograndense enviou a maior parte de seus carregamentos de nafta para a Petrodansk entre 2023 e 2024 sem o marcador químico exigido pela agência reguladora para coibir fraudes no combustível. A Riograndense afirma que a irregularidade nos carregamentos foi uma falha operacional.” Se tem o PCC como associado, envolvido, protagonista oculto e o ESTADÃO quiser conferir, consulte a Agência REUTERS. Onde o STF entra? Exatamente na INSEGURANÇA JURÍDICA e as “criativas” manobras da Corte para esconder as próprias malfeitorias. “A Corte de Cassação da Itália, que é a mais alta instância do sistema judiciário italiano (equivalente ao Supremo Tribunal Federal brasileiro), barrou a extradição da ex-deputada Carla Zambelli em 22 de maio. O tribunal considerou que não houve respeito às garantias fundamentais e apontou PARCIALIDADE do ministro Alexandre de Moraes, do STF, por ele ter acumulado as funções de vítima, relator e julgador no processo de invasão do sistema do CNJ.” “Art. 220. A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.” “§ 1º Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à PLENA liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social, observado o disposto no art. 5º, IV, V, X, XIII e XIV. § 2º É vedada toda e qualquer CENSURA de natureza política, ideológica e artística.” Com a Constituição de 1988, o STF ganhou um perfil híbrido muito mais forte de Corte Constitucional. Ele assumiu a responsabilidade final de ser o guardião da Carta Magna e o intérprete definitivo dos direitos e garantias fundamentais. Há que se perguntar, se o STF é o GUARDIÃO da Constituição, por quais motivos macula, fere de morte a Constituição? O que vemos é o STF imerso no esgoto institucional que criou desde a instalação do Inquérito do Fim do Mundo, parido pelo Ministro Toffoli quando foi exposto na Revista Crusoé e entregou SEM SORTEIO, a condução da pantomima ao Ministro Alexandre de Moraes. Nunca mais o Brasil teve sossego, pois o STF, segundo Toffoli, tornou-se o editor do país e os fatos mostram que o STF editou da pior maneira possível o país, quando figurões do STF tiveram suas vísceras morais e profissionais expostas à luz do Sol. A CENSURA que o LULA, PT e STF tanto querem impor goelas abaixo dos brasileiros, NÃO É, NUNCA FOI preservação da VERDADE, dos FATOS e proteção dos brasileiros, mas um sistema descarado de CENSURA que não resiste aos direitos Constitucionais do mundo civilizado.
Mais uma vez o país escolhe o caminho errado.
COVARDIA!
Isso é o que acontece com quem bloqueia os próprios leitores!
Nunca fui bloqueado por ninguém, nem de esquerda! Apenas por você, Ana Paula e o Programa 4 por 4. Uma VERGONHA!
Se não tivesse caído no GOLPE de assinar por 10 anos já tinha cancelado a minha assinatura da revista, como já cancelei do canal.
Nunca xinguei ou agredi ninguém! Apenas fiz perguntas desconfortáveis.
Mas vocês preferiram de esconder!
Prezado Rodrigo, o Brasil aguenta desaforos inimagináveis. Se ele for reeleito é porque tem muita gente importante (essas pessoas não podem ser classificadas como “elite”) estão ganhando muito. Quem está levando na cabeça somos nós, o povo.