A cara de cão sem dono é enganosa: desde o momento da filiação ao Partido dos Trabalhadores, Jorge Rodrigo Araújo Messias, que neste 29 de abril deverá ser autorizado pelo Senado a assumir a vaga no Supremo Tribunal Federal, pertence por vontade própria a seus chefes no partido. Ele sabe disso e é feliz. No governo de Dilma Rousseff, passou a ter por perto alguém a obedecer e aprendeu a cumprir missões complicadas sem perguntas nem hesitações. Graças ao desempenho no segundo escalão da Casa Civil, foi incorporado ao grupo de assessores jurídicos a serviço da presidente.
Impressionada com o espetáculo da obediência, Dilma passou a entregar-lhe todas as tarefas perigosas. Ironicamente, a única que não pôde concluir permitiu-lhe viver seus dez dias de fama, mas com o sobrenome deformado pela troca do M por um B. Em março de 2016, o jovem pernambucano do Recife pousou no noticiário jornalístico a bordo de uma conversa telefônica entre Dilma e Lula, gravada com autorização judicial. Naquele dia, a dupla combinara que a afilhada instalaria o padrinho na chefia da Casa Civil. O cargo presentearia Lula, prestes a ser preso pela Operação Lava Jato, com o direito de ser julgado pelo Supremo.

Dilma ligou para avisar que o termo de posse estava a caminho. Na hora de identificar o mensageiro, a voz avariada por uma gripe e a cabeça baldia se uniram para atropelar a consoante inicial do sobrenome: “Seguinte, eu tô mandando o Bessias junto com o papel pra gente ter ele. Só usa em caso de necessidade, que é o termo de posse, tá?” Lula agradeceu. “Só isso”, insistiu Dilma. “Você espera aí que ele está indo aí.” Ele era Messias. Melhor: Bessias. No fim da conversa, Lula revidou o “tchau” da parceira com uma expressão que provocaria epidemias de riso nas ruas do país: “Tchau, querida!”. A divulgação da conversa pelo ainda juiz Sérgio Moro abortou a esperteza. O ministro Gilmar Mendes — vejam só: ele mesmo, o agora decano — decidiu vetar a nomeação antes que “Bessias” rumasse para o local onde Lula aguardava a salvação.
O Brasil então ficou sabendo qual era o nome correto do estafeta preferido da presidente. Nunca existiu um Bessias. Mas só em 1º de janeiro de 2023 se soube que fim levara Jorge Messias: era ele o novo chefe da Advocacia-Geral da União, a AGU. Em 2025, outro espanto: com a inesperada aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso, Lula decidiu que o mensageiro frustrado merecia virar ministro do STF. A folha corrida avisou e continua avisando aos berros que o indicado não rima com as exigências estabelecidas pela Constituição: só merece cobrir-se com a toga alguém diplomado em Direito que tenha notável saber jurídico e reputação ilibada. Messias não tem uma coisa nem outra.
Não pode ser ilibada a reputação de quem nunca se recusou a burlar a lei a pedido do chefe. Nem se pode considerar provido de notável saber jurídico quem assassina a verdade movido por imposições ideológicas. Em sua dissertação de mestrado, por exemplo, Messias louva o Estado intervencionista. Em 2025, num artigo publicado na Revista Plenário, editada pela Câmara dos Deputados, o agora candidato ao Supremo afirmou que a AGU é a fiadora da harmonia entre os Poderes. Por isso mesmo, conclui o besteirol, “deve zelar pela estabilidade democrática”. Deve coisa nenhuma. A AGU existe para advogar em favor do governo nas causas que envolvem interesses da União. Ponto.
Entrincheirado no gabinete em Brasília há mais de três anos, Messias faz o que pode para sepultar em cova rasa o que restou da Lava Jato. É um dos mais ferozes participantes das ofensivas concebidas para anular acordos de leniência (que tornaram possível a recuperação de parte do produto do roubo acumulado pelos quadrilheiros do Petrolão). Passou boa parte do tempo pressionando empresas que colaboraram com a mais bem-sucedida operação anticorrupção da história. Sempre engajado nas ofensivas destinadas a censurar redes sociais, Messias emitiu dezenas de pareceres que, “para combater a desinformação”, endossaram decisões do STF e do TSE que colidem frontalmente com a liberdade de expressão.
Fez o diabo, enfim, para atender ao segundo dos dois predicados que orientam as indicações para o STF feitas por Lula: agir como agem os integrantes da bancada liderada por Gilmar Mendes. O primeiro é estar pelo menos 20 anos distante da aposentadoria. Caso seja aprovado pela maioria dos 81 senadores, Messias, aos 46 anos, poderá piorar o tribunal pelos próximos 29. Gilmar voltará de vez para casa em 2030. O mais novo discípulo, portanto, terá tempo para aprender com o mestre como se deve agir para que o Judiciário seja sempre, entre os três Poderes, o mais detestado. De acordo com todas as pesquisas de opinião, 6 em cada 10 brasileiros não confiam no Supremo. O que Gilmar tem dito e feito pode, num prazo curtíssimo, transformar tal recorde em coisa de principiante.
É possível que a insolência excessiva provoque surtos de cegueira. É também possível que os superpoderes imaginários da toga incluam o controle do calendário gregoriano. Seja qual for a razão, o fato é que Gilmar parece estacionado em 2022, quando a ditadura do Judiciário alcançou o seu clímax. Sucessivos destemperos, discurseiras amalucadas, ofensivas de napoleão de hospício e outras estranhezas informam que Gilmar ignora as mudanças operadas pela descoberta de que ministros do STF viraram multimilionários chapinhando no pântano do Banco Master. Neste outono de 2026, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes têm tanta força moral para julgar alguém quanto um juiz de briga de galo.
Foi também por isso que a bancada comandada por Gilmar emagreceu. O presidente Edson Fachin zanza pelo Supremo ora propondo um código de conduta, ora ouvindo em silêncio bravatas de presididos fora da lei. Sobretudo quando coberta pela toga, Cármen Lúcia não diz coisa com coisa, como uma Dilma de luto. Soterrado por 129 milhões de perguntas sem resposta e um buquê de imóveis comprados à vista, Moraes segue concentrado na perseguição aos prisioneiros da perversidade alucinada. O comunista Flávio Dino resolveu reformar um poder inexistente nos países que sempre lhe serviram de modelo. Nomeado por ter sido advogado de um criminoso, Cristiano Zanin emudeceu. Luiz Fux e Nunes Marques também andam afônicos.
Solitário nessa paisagem desoladora, André Mendonça é o único integrante do Supremo poupado pela imensa onda de desconfiança popular. Se continuar a investigar sem medo o escândalo do Master, se percorrer sem desvios os caminhos pavimentados pela Constituição e pelos códigos legais, Mendonça ficará fora das páginas reservadas ao STF pela História Nacional da Infâmia. Já estaria blindado pelo apoio unânime do país que pensa e presta se não tivesse demonstrado uma incompreensível simpatia pela indicação de Jorge Messias. E seria visto como a luz no fim do túnel se discordasse abertamente dos palavrórios infames de Gilmar Mendes.

O que há com os senadores que não entendem que a hora da contraofensiva é agora? Como entender a mudez dos integrantes de um Congresso insultado por Gilmar Mendes? No universo dos políticos vocacionais, o instinto de sobrevivência eleitoral sempre foi mais agudo que em outros mundos. Amontoam-se evidências de que candidatos sem coragem para enfrentar os abusos do Supremo serão castigados pelas urnas. Só a existência de algemas imaginárias, impostas a prisioneiros do medo, pode explicar por que a maioria do Senado prefere renunciar à chance de submeter os campeões da insolência a uma punição exemplar: negar a entrega de uma toga a Messias e enterrar a tentativa de piorar o que está péssimo.
Sozinho no front, Gilmar Mendes vinha esbanjando valentia até que alguns alvos barrassem a ofensiva retórica. O ex-governador Romeu Zema, candidato à Presidência pelo Partido Novo, afirmou que os ministros afundados no lamaçal do Master merecem mais que o impeachment; também merecem cadeia. O decano debochou do sotaque mineiro do adversário e cobrou-lhe gratidão: “O governador Zema só governou Minas Gerais porque obteve liminares aqui no Supremo, que o deixou sem pagar a dívida com a União de 22 meses”. A réplica veio em minutos: “Suas decisões seguiram as normas da Constituição. Se você não fez isso, deveria renunciar”.
Zema não parou por aí. Depois de registrar que qualquer sotaque inteligível é melhor que o juridiquês pedante que ninguém entende despejado nas sessões do STF, Zema satirizou Gilmar com um diálogo entre bonecos. “Não podemos tolerar esse tipo de brincadeira”, irritou-se Gilmar antes de perder de vez a calma e o rumo: “Imagine que nós comecemos a fazer bonecos mostrando o Zema como homossexual. Será que isso não é ofensivo?”. O surto de homofobia provocou uma inundação de comentários indignados na internet. Não rendeu ao ministro uma única manifestação de apoio.
Sete anos depois de parir o Inquérito do Fim do Mundo, o STF está mais fragilizado do que nunca. Demonstrações de força ensaiadas por Alexandre de Moraes servem apenas para escancarar seu enfraquecimento. E o falatório do decano só intimida medrosos de nascença. Gilmar sempre achou admirável tudo o que Mendes pensa, diz ou escreve. Quando lê numa sessão o voto que fabricou, capricha na pose de quem será homenageado em estátuas equestres — como cavaleiro, não como montaria. Filho mais ilustre da mato-grossense Diamantino, o vaidoso sem cura não consegue enxergar no espelho uma caricatura de Celso de Mello, o Pavão de Tatuí. Celso já foi esquecido. Por um punhado de anos, Gilmar será merecidamente lembrado. Não se pode esquecer tão cedo alguém que é a cara de um Brasil infeliz.

Leia também “A suprema cegueira”




Gilmar Mendes só precisa de ter vergonha na cara e .se achar o mais importante é muito inconveniente e incompetente o decano de nada
Hoje, uma semana depois da publicação desta matéria, posso entender que, de alguma forma, a sua opinião foi uma contribuição para a tomada de decisão dos senadores, que recusaram a indicação do famoso “Bessias”. Como sempre, bela matéria!
Estafeta entre um jumento e uma anta. Hahaha
O que passou pela cabeça do André Mendonça apoiar o BESSIAS? Me faz desconfiar também do terrivelmente evangélico…
Eleições Diretas: Alguns estados (como Texas e Illinois) elegem juízes em votações com partidos políticos ou sem legenda partidária.
Eleições de Retenção: Muitos estados usam o chamado “Plano de Missouri”: o governador escolhe um juiz de uma lista técnica e, após um tempo de serviço, a população vota “Sim” ou “Não” para decidir se ele continua no cargo.
Indicação Pura: Em estados como New Jersey e Massachusetts, os juízes são apenas indicados (pelo governador ou legislatura) e não passam por voto popular.
Resumo
Cerca de 38 estados existe algum tipo de participação popular (seja eleição inicial ou de retenção) para juízes das cortes mais altas.
Isso fortalece o argumento de que é possível ter um sistema onde o Judiciário é periodicamente “reavaliado” pela sociedade, em vez de ser um poder isolado.
“Acredito que o amadurecimento da nossa democracia passa por duas reformas essenciais:
Voto Distrital Puro: Para aproximar o eleitor do eleito. Você sabe exatamente quem te representa e de quem cobrar.
Juízes Eleitos/Reconduzidos: Como em muitos estados dos EUA, o Judiciário também deve satisfações à sociedade. A recondução pelo voto popular garante que a justiça não se descole da realidade do povo. O que vocês acham dessa ideia?”
Seria tão bom para o Brasil, se tivéssemos agora, um escolhido para o STF, com preparo, bagagem, coerência e notório saber jurídico. Um jurista renomado, com livros escritos e respeitado pela poulação.
Como sabemos que isso não será possível, acredito que na próxima legislatura, deveremos rever a forma de escolha de ministros para o STF, precisamos ter um Suprema Corte de juristas de verdade e não estafetas do poder.
Nada é mais contundente que uma caneta na mão do Augusto Nunes. Parabéns!
PENSO QUE ESTÃO CONDUZINDO O POVO PRA RUA
Estão falando de mim? Pra mim perder a eleição não tem importância. Eu já estou rico suficiente. E ainda vou arrumar cargos para os meus parentes (senador do Butão). .Estamos na fila do ssos, desepregados, inflação alta, dívida batendo na porta… não tem importância. Continuarei votando no Lula pois acho que o a ditadura da toga e do comunismo são melhores sistemas. Se Lula não fora para a eleição eu voto em qualquer candidato que apoia Cuba, Nicarágua, China, Rússia, Irã, Hamás e Hesbolah. É o certo e se precisar entro na luta revolucionária para liquidar os fascistas ( petista na fila do sus).
O seu caso é psiquiátrico…
Será o maior canhão no pé desse senado, até que poderia entrar nos sites de apostas. Senadores, a próxima eleição a renovação é alta, votem pela aprovação, provavelmente o resultado final cairá na conta de seu voto. Preste atenção, até a eleição serão lembrados pelo seus eleitores. Um prato cheio para seus oponentes, que tal um tchau querido.
Irretocável esse artigo do Mestre Augusto. Direto. Preciso e esclarecedor. Dá gosto ser assinante da Oeste. Parabéns …
Tudo perfeito, mestre, mas o final foi magistral! Amei!
Parabéns pela explanação.
O Sr. é um excelente jornalista.
Ainda bem que temos “cabeças pensantes” que defendem as reais necessidades dos eleitores…
Excelente texto Mestre Augusto. Divulgado ontem que Messias fraudou concurso para entrar no serviço público. Senadores tenham dignidade e digam NÂO MESSIAS, não tem notável saber jurídico e muito menos conduta ilibada. O STF está mergulhado no lamaçal., Messias só contribuirá para piorar a imagem da Corte. REFLITAM SENADORES
Isso SIM é Jornalismo isento. Jornalismo de Verdade. PELO AMOR DE DEUS resolvam imprimir a Revista Oeste. Não é questão de que não está mais em voga o impresso. É apenas e tão somente para que possamos comprar em algum lugar que coloquem a disposição e possamos fazer com que o acesso chegue a milhões de pessoas. Já passamos da fase de falar apenas pra nós mesmos. Precisamos difundir este conteúdo. A Revista Oeste sendo impressa podemos colocar em lojas, farmácias, supermercados, clínicas médias, Igrejas Católicas e Evangélicas. Não é possível que não tenha ninguém capaz de patrocinar uma empreitada dessas. PELO AMOR DE DEUS FAÇAM ISSO!
Penso o mesmo
Sim! tem razao.
Excelente artigo, como sempre. Também os comentários são pertinentes.
Excelente artigo, como sempre. Também os comentários são pertinentes.
Infeliz pais que depende da aprovação de tao important (?) cargo de uns senadores capachos da mais baixa estirpe!! Que leiloam sua aprovação a quem da mais!! Que desconhecem a importância de tal cargo (?) e continuamente desrespeitam seus eleitores!!
É SOBRE SE QUEREMOS SER PERSEGUIDOS, OU LIVRES.
A IMPRENSA ESTATIZADA, POR VENAL E DESACREDITADA, FAZ O QUE O LULA/PT/STF LHES MANDA FAZER, COMO SE O DINHEIRO DOS PAGADORES DE IMPOSTOS FOSSE LIXO.
O SUPREMO TAYAYÁ MASTER FEDERAL está fazendo LICITAÇÃO para empresas dispostas a CENSURAREM, pois não há outro termo para o caso, as redes sociais às vésperas das Eleições de Outubro. Fazendo cara de paisagem sobre fatos gravíssimos, eis que forçam a barra, coagem, Senadores para aprovarem a indicação de JORGE MESSIAS ao STF. Mas quem é Jorge Messias, a não ser o estafeta da Dilma e do Lula? “Provas da FRAUDE na nomeação de Jorge Messias podem ser acessadas na internet” “Desta vez, dois dos envolvidos são figuras renomadas da política nacional – GUIDO MANTEGA E DIAS TOFFOLI, que à época (2007/2008) eram ministros da Fazenda e da Advocacia-Geral da União (AGU). Em Portaria Conjunta, a 6 de novembro de 2007, eles tiveram a ousadia de fraudar um concurso para Procuradores da Fazenda Nacional, para nomear dezenas de candidatos ligados ao PT que não tinham conseguido classificação” Prestem a devida atenção. Em PORTARIA CONJUNTA de 06 de Novembro de 2007, o Diário Oficial da União, MANTEGA E TOFFOLI alteraram a classificação de Concurso Público para reclassificar JORGE MESSIAS da 86ª para a 27ª posição, FRAUDANDO Concurso Público, o que é CRIME. “Segundo a Escola de Administração Fazendária (ESAF), que organizava os concursos públicos na área econômica, Jorge Messias teria chegado a ser aprovado em 2006, com apenas três anos de formado, sem experiência forense e sem títulos a exibir, mas não conseguiu ser nomeado, porque só havia 27 vagas e ele ficou na 86ª colocação” Com base em uma FRAUDE, Mantega e Toffoli alçaram JORGE MESSIAS da 86ª para a 27ª posição em um Concursos Público. “Fraudar lista de aprovados em Concurso Público é conduta está prevista no Artigo 311-A do Código Penal Brasileiro, que tipifica o crime de “Fraudes em certames de interesse público” “As provas da fraude para BENEFICIAR JORGE MESSIAS são irrefutáveis e todas elas foram extraídas de documentos públicos, como Diário Oficial da União e editais da ESAF, além de sites como Portal da Transparência, Wikipédia, Currículo Lattes e Escavador. Estão acessíveis a qualquer pessoa que procure defender os interesses nacionais e a dignidade do serviço público. Se houver dificuldade de acesso, é porque as provas estão sendo hackeadas, mas fizemos cópias de todas elas” Tem mais sobre a desonestidade moral e profissional de JORGE MESSIAS. Jorge Messias, enquanto Advogado-Geral da União (AGU), assinou um parecer técnico contrário a uma resolução do CFM que proibia a “ASSISTOLIA FETAL” (injeção que para o coração do feto) em ABORTOS legais após 22 semanas de gestação. A posição da AGU argumentou que o CFM não poderia legislar sobre o tema, gerando críticas de opositores que acusaram o parecer de defender a prática” É esse o CRISTÃO JORGE MESSIAS, que vai conferir credibilidade ao STF afogado nos esgotos fétidos da Praça dos Três Poderes? Como SEGREDOS em Brasília duram muito pouco, mais cedo ou mais tarde vão vazar os nomes dos Senadores que votaram para a aprovação do JORGE MESSIAS ao STF, terão que enfrentar o escrutínio dos ELEITORES.
O Bessias ja vem com pulseirinha de cafajeste no pulso.
Parabéns pelo excelente artigo.
Se o Senado aprovar o estafeta, o q parece vai acontecer, simplesmente vai servir para comprovar que o judiciário brasileiro chegou ao fundo do poço. Uma instituição séria e comprometida com algo ao menos parecido com o que recomenda a Constituição não pode viver e conviver com pessoas do nível de Flávio Dino, de Moraes, de Zanin, de Bessias, de Nunes, de Carmen, de Toffoli, esses, todos, sem o mais mínimo notável saber jurídico, tal como prescrito na Lei Maior. Isso para não falar da reputação ilibada que, confesso, não posso avaliar. Um supremo tribunal federal com a composição atual merece um outro nome. Que tal a Revista Oeste lançar um concurso para a escolha do nome ideal e mais apropriado para o stf. Considerado o quadro atual e a atuação da corte, quem sabe algum parlamentar propõe uma PEC com vistas a mudança do nome do tribunal. Imagine: subterrâneo tribunal federal ;; dtf- desprezível tribunal federal; stf/ secundário tribunal federal. São algumas sugestões. A Revista poderia lançar o concurso. O brasileiro é criativo.
Augusto excelente artigo. O Bessias fraudou o concurso pelo qual entrou no servico publico. Veja as provas da fraude no site da ANCAPSU. Ele tirou o 86.o lugar. Portanto nao tem nem reputacao ilibada muito menosnotório saber juridico. Abs. Maris Cauduro
Vi essa matéria! Teveria passar na oeste
Augusto, cirúrgico como soe acontecer. O Gilmar, permita-me baixar o nível, é uma merda ambulante; já já vai cair num poço de bosta, pousando assim e de forma definitiva no lugar que os rabugentos e as moscas merecem. A história vai fazer justiça a essa excrescência parida do ventre de uma hiena. Deus , como sempre, haverá de fazer justiça
Senhores(as) Senadores(as).
1 – Venho por meio deste, fazer um pedido para um assunto que vejo de suma importância.
Nas próximas horas os senhores irão sabatinar o Sr. Jorge Messias, indicado pelo Presidente Lula, para ocupar uma vaga no STF
Caso haja a aprovação deste Sr. Será a maior vergonha para o Senado Federal, bem como para a maioria do povo Brasileiro, que afinal de contas são seus eleitores.
Senhores, o advogado Jorge Messias, na concepção dos senhores tem NOTÁVEL SABER JURÍDICO? QUAIS OBRAS DE RELEVÂNCIA ELE ESCREVEU? QUAL GRANDE JULGAMENTO NACIONAL OU INTERNACIONAL QUE O MESMO PARTICIPOU? EM QUE CONCURSO PARA JUÍZ ELE FOI APROVADO?
Senadores(as), NOTÁVEL saber é estar acima média aos seus assemelhados, é ter experiências em julgamentos, embates jurídicos, obras escritas, teses defendidas, mestrado, doutorado, etc.Fatos que provavelmente o indicado não possui.
E quanto a REPUTAÇÃO ILIBADA?
Senhores(as), o Sr.Jorge Messias, foi estafeta (Moleque de recado) para obstrução da justiça no caso da lava jato, onde levou uma Decreto Presidencial da Presidente Dilma,com data retroativa nomeando o Lula, para livrá-lo da prisão.
Ele como advogado, sabia ou deveria saber que fazia algo errado.
No caso do 08/01, foi noticiado em vários veículos da imprensa que o Sr.Jorge Messias, foi que pediu as prisões de milhares cidadãos de bem, desarmados, sem líderes, sem, organizadores, eram pessoas inocentes, crianças, incapazes, vendedores ambulantes, jornalistas, etc. Mesmo sabendo que tudo aquilo era uma trama política, uma farsa. E ele se orgulha de tal fato em entrevistas.
E ainda pesa um fato, que está sendo apurado sobre sua nomeação em concurso anulado e fraude nos procedimentos processuais.
Breve enviarei para os senhores.
É UM PEDIDO QUE FAÇO AOS SENHORES E SENHORAS, QUE REFLITAM BEM, PONHAM A MÃO NA CONSCIÊNCIA E NÃO APROVEM ESTÁ INDICAÇÃO.
2 – O Alerta.
Senhores(as) Senadores(as), é chegado o momento do Senado Federal se impor e assumir as prerrogativas e poderes do Congresso Nacional que está estabelecido na Constituição.
O Poder Legislativo é o mais importante dos 3 poderes, tanto que na Carta Magna, vem em primeiro lugar.
A maioria do povo Brasileiro, sabe que alguns dos senhores(as), se acovardaram, se omitiram, deixaram de lado suas prerrogativas do mandato, alguns por omissão, medo, perseguições e alguns por ter processos, inquéritos, denúncias, etc. Arquivadas, engavetadas, tramitando lentamente, etc.É por estes motivos que os Min. tem poderes sobre os senhores.
Desta maneira os congressistas ficam amordaçados.
Senhores(as), o STF, não pode amedrontar 81 representantes do povo e dos estados que os elegeram.
Tomem uma atitude, o STF NÃO VAI MANDAR PRENDER OS 81 SENADORES DA REPÚBLICA, NÃO VAI FECHAR O SENADO NEM A CÂMARA FEDERAL.
Se não agirem agora é melhor entregarem a chave do Congresso Nacional ao Poder Judiciário.
Os já perderam suas prerrogativas de legislar, inviolabilidade e imunidade.
ACODEM!!!!!
JÁ ENVIEI A TODOS SENADORES.
Abraços a todos e que Deus os ilumine.
Claudionor Azevedo.
Cidadão sem filiação partidária nem candidato a nada.
Se tiver tempo:
Assista este vídeo sobre “o falso juiz” https://share.google/k7pmQxr6RDugAc34v
Parabéns pelo comentário e pelo engajamento.
Continuando (deu uma pane aqui): ser brasileiro nato, com mais de 35 e menos de 70 anos, de notável saber jurídico e reputação ilibada.
Prezado Augusto Nunes, primeiramente meu respeito e admiração por quem leio há quase 60 anos. Ligeiro reparo: a Constituição não exige, dentre os requisitos para nomeação ao Supremo STF, ser diplomado em Direito. Os requisitos, elencados no artigo 101, são:res ter mais de 35 e menos de 70 anos (limite estabelecido pela PEC da Bengala); not
Excelente texto do Augusto Nunes. Como sempre, aliás.
Como sempre, um artigo auspicioso pela coragem de dar às coisas o nome que tem.
Mas não se pode esperar muito de um Senado Federal onde a maioria é composta por políticos de rabo preso.
O IMbessias.
Tem muito Senador com rabo preso no SUPREMO TAYAYÁ MASTER FEDERAL, sobre APOIAR OU NÃO a indicação ao CESURADOR/DITADOR Jorge Messias e nós ESPERAREMOS SENADORES CANDIDATOS À REELEIÇÃO OU SEUS PREPOSTOS nas urnas em Outubro. Caberá ao Davi Alcolumbre, SÓCIO MINORITÁRIO DO SUPREMO TAYAYÁ MASTER FEDERAL, que Despreside o LUPANAR apelidado de Senado Federal, o responsável pela indicação do seu TESOUREIRO DE CAMPANHA à Despresidência da AMPREV terá escolher entre a GUERRA E A DESONRA, pois merece os dois. 06/02/2026 às 09:04 “Alvos são o diretor-presidente da Amapá Previdência, JOCILDO SILVA LEMOS, e dois membros do comitê de investimento da Amprev. A investigação aponta que os três foram responsáveis pelos votos favoráveis à aplicação em LFs (letras financeiras) do BANCO MASTER. Jocildo Silva Lemos foi TESOUREIRO de Alcolumbre na campanha de 2022. Alguém acha mesmo que JOCILDO, o TESOUREIRO DE CAMPANHA do Alcolumbre, faria uma operação nesse valor sem a anuência do DAVI ALCOLUMBRE? O SUPREMO TAYAYÁ MASTER FEDERAL vive sua pior crise quanto à ETICA, MORALIDADE, RESPEITO, ISENÇÃO E DESCONFIANÇA DE QUEM PAGA SUAS VIDAS DE LUXO DESMEDIDO, CENSURA E RASGARES DA CONSTITUIÇÃO, mas o REGIME togado quer mais um CENSURADOR no LUPANAR. E quem é JORGE MESSIAS? “Incentivada por Erika Hilton, parlamentar que preside a Comissão da Mulher na Câmara, a Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia PROCURADORIA NACIONAL DA UNIÃO EM DEFESA DA DEMOCRACIA, o (PNDD) Esse obscuro e perseguidor apêndice da AGU do JORGE MESSIAS, que o pariu, integra o “MINISTÉRIO DA VERDADE” do JORGE MESSIAS e montado em conjunto pelo Planalto e pelo STF – notificou a plataforma X para que removesse ou rotulasse como “desinformação” publicações de cidadãos que criticavam o chamado “PL da Misoginia”, aprovado no Senado e encaminhado à Câmara dos Deputados. Entre os alvos da ofensiva censora estavam a jornalista e colunista da Gazeta do Povo, MADELEINE LACKSO e o comediante LÉO LINS, além de outros comentaristas e usuários comuns que, goste-se ou não do tom – inclusive irônico – das críticas, estavam fazendo algo absolutamente central em qualquer democracia: discutindo, criticando e expondo projetos de LEI. Posteriormente, devido à repercussão negativa dos atos de censura, a AGU recuou apenas no caso dos jornalistas, como se os demais também não tivessem sido vítimas do arbítrio liberticida.” Vamos então à nossa esfolada, vilipendiada, rasgada e desrespeitada CONSTITUIÇÃO FEDERAL, especialmente pelo SUPREMO TAYAYÁ MASTER FEDERAL Capítulo V ‐ Da COMUNICAÇÃO SOCIAL Art. 220. A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo, não sofrerão QUALQUER RESTRIÇÃO, observado o disposto nesta Constituição. § 1º Nenhuma lei conterá dispositivo que possa CONSTITUIR EMBARAÇO à plena liberdade de informação jornalística em QUALQUER veículo de comunicação social, observado o disposto no art. 5º, IV, V, X, XIII e XIV. § 2º É vedada toda e QUALQUER CENSURA de natureza política, ideológica e artística” Essa PNDD, que JORGE MESSIAS pariu a fórceps, no começo e fim das contas, é uma extensão do INQUÉRITO DO FIM DO MUNDO, que já dura SETE penosos anos, se aprovado pelos Senadores não se poderá falar a VERDADE, como LULA ter sido DELATADO por Palocci, Emílio e Marcelo Odebrecht, Joesley Batista, Nestor Cerveró entre outros tantos delatores, que ÉRICA HILTON seja o alter ego FELIPE SANTOS SILVA, que conceitualmente, todos podem ter seu alter ego, mas não vale empurrar goela abaixo das pessoas que pensem diferente, aplaudam ou critiquem, com base na CONSTITUIÇÃO, dentre dos limites FIXADOS SEM CONDICIONANTES, para beneficiar ou prejudicar quem quer que seja. Que o Senado tenha o bom e salutar senso de NÃO APROVAREM Jorge Messias, pois caso contrário, os brasileiros lhes apresentarão a fatura em Outubro. Dá tempo para os senhores escolherem entre a LIBERDADE E A ESCRAVIDÃO.
Augusto pesquise junto a notáveis juristas que conheçam o regulamento do SENADO FEDERAL, se 41 senadores que diriam NÃO ao MESSIAS, não participassem da sabatina e portanto ausentes. Com o quorum de 40 senadores poderia ser aprovado esse tal MESSIAS, ou simplesmente reprovado para ter nova indicação?.
Como o voto é secreto, seguramente os ausentes seriam os senadores que diriam NÃO ao MESSIAS, portanto reconhecidos honestos com os eleitores.