Um deputado federal decide fazer uma caminhada pelos sertões do Brasil, anda mais de 250 quilômetros por sete dias consecutivos debaixo de sol escaldante e chuvas torrenciais, arregimenta milhares ao longo do caminho e chega a Brasília para dizer “Acorda, Brasil!”, o lema do seu movimento. Um detalhe precioso: faz isso em pleno recesso parlamentar de janeiro, sem puxadinhos de sindicatos e “organizações sociais”. A adesão das pessoas é voluntária, na base do “eu vim de graça”, como nas manifestações da direita na Avenida Paulista e nas praças pelo Brasil, em que se reclamava da pressão ou se pedia pela anistia. Uma contraposição assertiva à manipulação que a esquerda faz com distribuição de sanduíches a pessoas que carregam bandeiras vermelhas sem saber o motivo ou porque estão presas à promessa de que um dia receberão algo, como os explorados dos acampamentos do MST. Se o PT já teve de fato a hegemonia das ruas — o que pessoalmente sempre coloquei em dúvida — perdeu de vez. O deputado federal Nikolas Ferreira, do PL de Minas Gerais, mostrou pelas estradas e ruas de cidades do interiorzão do Brasil profundo o que já fazia com maestria nas redes sociais: os brasileiros perderam o medo, não aguentam mais o que está aí e exigem o Brasil de volta.

Trata-se de um recado duro e claro a uma parte do país que ainda tem evitado o debate real sobre o país com receio da própria bolha desconectada da realidade ou por interesses escusos. Pretendendo-se democratas 4.0, evitam o necessário embate político e evitam as ruas que apontam os dedos a mais uma tragédia moral e de retrocesso socioeconômico do atual governo de Lula, cada vez mais emaranhado no escândalo da vez: o do Banco Master. Basta ver que Daniel Vorcaro, o banqueiro amigo de autoridades da República lulopetista, contratou a preço de ouro a assessoria jurídica de Viviane Barci, mulher do ministro Alexandre de Moraes — um aliado de primeira hora de Lula no STF e fonte amiga de parte da imprensa inquisidora. O dono do Master ainda trouxe para sua linha de frente ex-ministros de Lula e Dilma — como Ricardo Lewandowski (um híbrido de ministro do STF e da Justiça) e Guido Mantega — indicados a Vorcaro por ninguém menos que o líder do PT no Senado, Jacques Wagner, o ex-governador da Bahia descrito nas rodas dos isentões como petista moderado.
Os novos defensores do Master não decepcionaram. Quando ainda em ação pelo seu banco, Vorcaro teve encontro com o presidente Lula fora da agenda oficial, acesso ao Banco Central e intermediação de autoridades para seus anseios. Depois de preso pela Polícia Federal por um escândalo financeiro bilionário, teve a prisão relaxada pela Justiça — que o STF não revogou — e responde em liberdade. O escândalo também ganhou a alcunha de “Toffolão”, em referência ao ministro Dias Toffoli, um ex-advogado do PT, reprovado em dois exames para a magistratura e que chegou ao Supremo, a mais alta corte do país, pela indicação de Lula. Toffoli tem anulado acordos de leniência da Lava Jato em que empresários, assistidos por caros advogados, confessaram a malandragem em esquemas de corrução, desvio de dinheiro público e conluio de autoridades — a maioria ligada aos governos petistas de Lula e Dilma, como os irmãos Batista, da J&F. Não bastasse sua pregressa e errática atuação na Corte (o termo “errática” é um respiro de elegância diante do assombro), Toffoli ainda precisa explicar um resort, vídeos com banqueiros e lobistas e o sigilo absoluto que aplicou ao caso do Master. Ao avocar toda a investigação para seu gabinete, retirou o telefone de Vorcaro que estava com a CPMI do INSS, determinou medidas que inibiram a investigação policial e uma série de ações que condenaram a transparência de um caso que interessa ao país. Longe de proteger o processo, a atuação do ministro parece muito mais interessada em acobertar os nomes dos envolvidos dos três Poderes da República do consórcio Lula-STF.

E esse é o ponto. Numa democracia real, de verdade, séria, constitucional, jamais um caso como o do Banco Master teria surgido. Já tivemos bancos quebrando no Brasil antes. Já tivemos, na verdade, quebradeira sucessiva de bancos. Dado que o risco sistêmico do setor estava posto, o governo da época, liderado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, instituiu medidas mais duras de controle por parte do Banco Central e a criação do FGC, o Fundo Garantidor de Créditos — uma medida para proteger os clientes e trazer novamente confiança no sistema bancário. Mas nada chega nem perto do escândalo atual. E por quê? Porque toda aquela balela maldita que impuseram ao Brasil de “estamos salvando a democracia” criou um Supremo Tribunal Federal acima de tudo e todos. Uma corte sem limites, acima da lei, da Constituição e, sobretudo, de quem ousasse questioná-la. Ao perseguir a oposição e seus críticos, atropelar a lei, os direitos individuais, praticamente extinguir a liberdade de expressão e anular o Congresso Nacional com o cabresto do foro por prerrogativa de função, o STF se tornou intocável e poderoso demais. Anabolizado em relação aos outros poderes, tornou-se imperial, um porto seguro para quem tivesse acesso privilegiado — e sabe-se lá mais o quê — aos ministros ativistas.
Em agosto de 2023, o Supremo Tribunal Federal entendeu, por 7 votos a 4, que não havia mais a proibição de que ministros julgassem casos defendidos por escritórios de advocacia de cônjuges e outros parentes. O parente só não poderia estar diretamente na defesa. No reino dessa Nárnia tupiniquim, esses escritórios passariam a ter paredes estanques e os sócios e advogados jamais tratariam do caso entre si. Inimaginável também a possibilidade de existirem maridos ministros e esposas advogadas sonâmbulos, conscientes ou inconscientemente, ou que falam enquanto dormem, a dividirem a mesma cama e o mesmo teto. Diante desse STF permissivo, o que fizeram banqueiros e agentes do governo inescrupulosos? Associaram-se a ministros do STF em convescotes de luxo fora do país, patrocinaram eventos de pretenso debate jurídico e correram a contratar os “prestigiados” escritórios de esposas de ministros. Num passe de mágica e por maioria suprema, novas sumidades jurídicas apareceram de repente e foram contratadas. O sobrenome e o parentesco tornaram-se detalhes, não impedimentos éticos.
Desde 2019, uma parte do Brasil, movida a ódio político ou nojinho estético da vitória legítima da direita em 2018, abraçou o arbítrio, o abuso e a inconstitucionalidade como método. Valia tudo para impedir ou tumultuar o governo eleito. O inquérito 4.781 — apelidado de “Inquérito do Fim do Mundo” pelo ministro Marco Aurélio Mello — era irregular na forma e na origem e, por isso, ilegal. Aberto de ofício pelo então presidente do Supremo, Dias Toffoli, teve nomeado relator, sem sorteio, o noviço na Corte, Alexandre de Moraes. Em nome de combater supostas fake news — que só miraram posts e autores da direita conservadora do país — ganharam o apoio imediato — ou a omissão silenciosa — de parte imensa de empresários, associações de classe, universidades, pessoas comuns e imprensa tradicional. A partir dali, o ministro Alexandre de Moraes abriu uma era de medo e repressão num estado de exceção de inquéritos intermináveis sem nenhum limite jurídico. O sigilo das investigações era tamanho que aos advogados dos acusados não era permitido acesso aos autos para saber do que deveriam defender seus clientes. Com a máquina suprema na mão e apoio interno e externo, promoveu perseguições políticas que resultaram em prisões, cancelamentos públicos, asfixia financeira de empresas e pessoas físicas e o fim da liberdade como a conhecíamos e como era garantida na Constituição. As prisões sem o devido processo legal e o direito à ampla defesa de manifestantes dos atos do dia 8 de janeiro são um exemplo atroz desta era vil da história recente do país. O julgamento da alegada “trama golpista”, que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro e diversas autoridades de seu governo, não guarda um mínimo de lógica jurídica, como denunciou o ministro Luiz Fux em seu voto.

No Brasil de hoje, temos dois ministros do Supremo Tribunal Federal acusados de envolvimento até o pescoço no escândalo do banco Master. São os mesmos que protagonizaram a ilegalidade do inquérito de 2019. Nem o contido atual presidente do STF, Edson Fachin, consegue esconder o incômodo de ver seu mandato à frente da Corte sendo enlameado pela atuação de seus colegas. A sua proposta de código de conduta a homens de reputação ilibada — uma das duas exigências para indicados ao STF — é recibo irrecorrível de que as coisas estão muito mal. Como escândalo pouco é bobagem para o lulopetismo, criador do Mensalão — que comprava votos no Congresso — e da Lava Jato (Petrolão) — que desmoronou a gestão de Dilma e levou o próprio Lula à cadeia por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, o atual escândalo do Banco Master, se despido do sigilo absoluto decretado pelo ministro Toffoli, tende a ser um terremoto nos três Podres Poderes da atual república. Já está sendo, porque até para aquela gente que se omitiu lá atrás, as coisas passaram dos seus limites elásticos sobre abusos e crimes contra o interesse público.
Menos mal que essa parte sonolenta da imprensa, da sociedade, das universidades, do mercado financeiro e das entidades de classe e empresariais que dormia o sono profundo dos irresponsáveis desde 2019, tenha acordado. O monstro que saiu dessa omissão ou conveniência política tem endereço conhecido na praça mais famosa de Brasília. Que aprendam de uma vez por todas que nenhum arbítrio ou abuso vale a pena.
Acabou o recreio. Que essa gente volte da fantasia de “salvar a democracia” e se junte à realidade dos brasileiros que querem a liberdade e o Brasil de volta. Porque estes nunca deixaram de fazê-lo.
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AOIS, OESTE… O UOL, FILHO BASTARDO DA FOLHA DE SÃO PAULO, PONTA DE LANÇA NO PROJETO DE CENSURA NAS TERRAS TUPINIQUENSES, AGORA QUE O TORNIQUETE INSTITUCIONAL ESTÁ APERTANDO A GREGOS E TROIANOS, EMITE SINAIS QUE DESNUDAM O PRÓPRIO ATIVISMO. BEM VINDOS AO MUNDO REAL QUE VOCÊS AJUDARAM A CRIAR, SENHORES ESCREVINHADORES APELIDADOS DE JORNALISTAS.
“ SE VOCÊ NÃO DESTITUIR OS JUÍZES CORRUPTOS, VOCÊ NÃO CONSEGUE CONSERTAR O PAÍS. ELES FORMARÃO UM CARTEL – UMA DITADURA JUDICIAL – E BARRARÃO TODAS AS REFORMAS, PROTEGENDO O SISTEMA CORRUPTO QUE OS COLOCOU NO PODER “
Pois é, Doutor Marco Antônio Sabino… Não sei onde o senhor estava, se a sua têmpera não foi fornida o bastante para entender tudo que aconteceu desde 2018, mas, lembrar o GRANDE Professor Dallari sobre os dias escuros que vivemos, não absolve o senhor, mas, antes tarde do que NUNQUINHA DA SILVA, abordar o assunto. “Ninguém imaginava onde chegaria o STF, nem mesmo Dalmo Dallari” Sem nenhuma vênia, a omissão, cumplicidade, leniência e covardia da OAB, à qual o senhor pertence por extensão, também é parte desse desastre e desarranjo institucional. “Alfredo Buzaid era o mais radical dos ministros do STF. Um integralista de toga” “Mas o saber jurídico era indiscutível. Buzaid, só para ficar no mesmo personagem, era o autor do Código de Processo Civil” Para ser Ministro do STF hoje, Doutor Sabino, pode ser um advogado ruim como Dias Toffoli, Jorge Messias, Zanin, Alexandre de Moraes, essas “sumidades” do Direito ditos salvadores da DEMOCRACINHA, “pero que no mucho”. O STF está no corner, “meteram-se em camisa de onze varas” muito pior, que talvez tenha incomodado muito o Professor Dalmo Dallari na sua tumba. O senhor, como Doutor em Direito, não viu promiscuidade institucionaliza na insidiosa ação de parentes, aderentes, esposas/os, filhos, enteados, afilhados de Ministros do STF ADVOGANDO PARA FIGURAS CORRUPTAS CONHECIDAS, cujos Processos estavam em supremas gavetas, que rendem MILHÕES, quiçá BILHÕES de Reais, Doutor Sabino? Lhe digo mais, Doutor Sabino. Não sou sequer um rábula, mas ainda não perdi a minha bússola moral para apontar o óbvio. Suponhamos, Doutor Marco Antônio Sabino, que pelos caminhos ensinados por Rui Barbosa e Dalmo Dallari, Astrogildo de Zé Pequeno, brilhante advogado que mora lá para as bandas de Cajazeirinhas, na Paraíba, assumiu a defesa do empreiteiro José Aloysio Machado, que acusou HUGO MOTTA de CORRUPÇÃO “que nas obras executadas haveria uma comissão ao Deputado Federal HUGO MOTTA de 10% (dez por cento), por ser o autor da emenda parlamentar” Como o caso envolve alguém com o DANOSO foro privilegiado, o caso da CORRPÇÃO de HUGO MOTA subiu ao STF, onde o HUGO MOTTA seria defendido por operadores do Direito, coisa como Roberta Rangel, esposa do muito enrolado Ministro Toffoli, Guiomar Mendes, esposa do Ministro Gilmar Mendes, Viviane Moraes, esposa do Ministro Moraes, Gustavo Teixeira Gonet Branco, filho do PGR Paulo Gonet, Sálvio Dino de Castro e Costa Júnior, irmão do Ministro Flávio Dino. Nesse cenário, senhor Marco Antônio Sabino, ganha uma passagem só de ida para a Coreia do Norte, alguém que aposte no sucesso do Doutor Astrogildo de Zé Pequeno, por mais brilhante que seja o seu trabalho na batalha jurídica. Repito que sequer sou um rábula, Doutor Marco Antônio Sabino, mas o nome disso é PROMISCUIDADE INSTITUCIONALIZADA, e ai do esfolado pagador de impostos que reclamar por isonomia, essa coisa tão esquecida no BALCÃO DE NEGÓCIOS ESPÚRIOS em que se tornou o endereço que há muito tempo atrás, funcionou o STF que mereceu Alfredo Buzaid, Dalmo Dallari, Rui Barbosa, Carlos Velloso, Ellen Gracie, Paulo Brossard, entre tantos outros que HONRARAM as togas, ao invés de a EMPORCALHAREM. Onde o senhor estava, Doutor Marco Antônio Sabino, que só agora em 03/02/2026 às 05h30 descobriu essa anomalia, esse sentimento de inimputabilidade que viciou os iluministros do STF desses tristes, perigosos, incompreensíveis juridicamente dias escuros? Onde vosmecê estava, Doutor Sabino?
Piotto, admiro teus textos, mas não entendo a admiração que tens por FHC tal como eu tinha como tucano desde a fundação do PSDB com Montoro e Covas. Mas, vamos lembrar que esse CONSORCIO EXECUTIVO (LULA)/JUDICIÁRIO(GILMAR, MORAES) e IMPRENSA(ESTADÃO) teve seguramente a articulação de FHC & amigos. Como pôde essa figura nos enganar em seus “diários da presidência”, e em outros atos governamentais como um politico de centro direita, ter feito o “L” unicamente por ódio a Bolsonaro e militares, apesar de filho, neto e sobrinho de generais do exército.
Creio que sem esse apoio, não estaríamos vivendo o atual momento criminoso desse CONSORCIO e com certeza estaríamos vivendo um pais mais democrático.
Dá para entender porque ALCKIMIN virou vice daquele que tanto condenava, não fosse a orientação do poderoso FHC?
A gente fica dando voltas no mesmo problema. Todos sabemos, que o presidente do Senado não pauta o impeachment de ministros do STF, porque está cheio de problemas éticos em seu mandato de senador, então, a questão é: como resolver essa situação, já sabemos o motivo que leva o presidente do senado em não pautar o impeachment e a partir daí buscar a solução. A pergunta agora é: o que é possível fazer? Senão vamos ficar nessa situação que estamos desde 2019, dando voltas no mesmo problema, sem solução.
O senador de Sergipe o delgado Alessandro Vieira, quando iniciou seu mandato em 2018, queria abrir a CPI da Lava Toga e a própria direita, Bolsonaro e filhos, trabalharam contra essa CPI. A direita precisa ser mais unida e estratégica, senão, vamos ficar choramingando a vida toda pelo leite derramado.
Excelente artigo Pioto.
Chegamos a esse patamar de lama institucionl por omissão e conivência do Congresso Nacional amordaçado por prerrogativas de função que já deveria estar extinto.
Se fosse levado sério os requisitos para aprovação de Ministros do STF, Dias Tofolli não poderia ter sido alçado a esta função pelo episódio do roubo do processo pela turma do Vlade, tornado público pelo próprio Tofolli em 2014.
Faço uma constatação e compartilho com os amigos daqui da Oeste: os conservadores liberais são cerca de 70% da população. As esquerdas sinistras são a minoria.
Com todo respeito, mas vamos aos fatos. Acorda Brasil, a direita venceu, acabou o recreio, mas… Bolsonaro teve seu processo anulado? Algum preso do 08/01 foi solto? Algum bandido de BSB foi preso? Francamente, não vamos confundir fatos com torcida.
Causa-me asco, vontade de vomitar e ter nojo de ser brasileiro, ao ouvir e ler o tratamento dado a essas “excelências”! Na verdade, não passam de verdadeiros punguistas, ratos, ladrões do erário, sanguessuga do povo, amorais, venais. Recebem esse tratamento apenas porque usam togas. Não basta! Essas togas fedem, esses ratos são e estão podres. As ordens emanadas desses seres hostis e desavergonhados, não deveriam ser acatadas por gente que trabalha e tem honra! Esses elementos, que se assemelham aos marginais de rua que nos roubam e às vezes roubam nossas vidas ( perdoem os gatunos de rua ), são reverenciados e acatados como se autoridades probas fossem. Não são! Deixaram de ser! Perderam o direto de serem respeitadas! Chega! Basta dessa gente podre! Dessas togas maltrapilhas. A justiça agoniza, esse país agoniza, eu tenho nojo dessa imprensa corrupta, bajuladora, adoradora e aduladora de vermes travestidos de juízes! Esse país é essas pseudo autoridades envergonham os homens de bem! Chegamos a achar que ser honesto é ser idiota! Basta! Acorda brasileiros honrados e com vergonha nas suas caras!
Faço minhas as suas palavras mas discordo que eles sejam ratos porque os ratos são mais respeitáveis.