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Direito e Economia com DNA Global: Faculdade Belavista inova com formação bilíngue e método de Harvard no Brasil

Com imersões nacionais, professores internacionais, ciclo de mentoria e currículos em inglês, instituição atrai estudantes de todo o país

O campus físico da Belavista está em São Paulo, mas a sala de aula é o país inteiro. Há alunos de diferentes Estados do Sul, Sudeste e do Centro-Oeste | Foto: Divulgação/Faculdade Belavista
O campus físico da Belavista está em São Paulo, mas a sala de aula é o país inteiro. Há alunos de diferentes Estados do Sul, Sudeste e do Centro-Oeste | Foto: Divulgação/Faculdade Belavista

No Brasil, jovens acostumaram-se a um dilema educacional clássico: escolher entre um diploma sólido, mas teórico e distante da realidade, ou uma experiência prática apressada, sem densidade intelectual. A Faculdade Belavista se propõe a resolver esse dilema. Ali, a teoria se torna ferramenta de ação. É onde a prática ganha rigor intelectual. Onde liderança, repertório e caráter são moldados ao mesmo tempo.

O campus físico da Belavista está em São Paulo, mas a sala de aula é o país inteiro. Há alunos de diferentes Estados do Sul, Sudeste e do Centro-Oeste. São universitários que vieram do universo do agronegócio, de polos industriais, de tradições familiares empreendedoras e de cidades médias que formam lideranças silenciosas. Todos movidos pela mesma convicção: buscar uma formação de integral, com padrão global sem precisar deixar o Brasil.

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Esse movimento tem uma explicação: além de oferecer um ensino internacionalizado, a Belavista entrega o que, até pouco tempo, exigiria uma mala, um visto e uma carta de aceitação no exterior.

“Saí de Londrina, no Paraná, com 17 anos, sozinho, buscando um lugar que não me preparasse apenas para passar em provas, mas para pensar grande”, conta Eduardo Yoshida, estudante de Direito. “Quando encontrei a Belavista, já sabia: queria um lugar que exigisse meu melhor, não o meu básico. Não consigo descrever quanto a Belavista significa para mim e o quanto a estrutura que a faculdade te proporciona ajuda para esse desenvolvimento de um ser humano mais completo. Consigo dizer com muita segurança que a Faculdade Belavista se tornou para mim referência de uma formação pessoal de excelência.”

Eduardo Yoshida é natural de Londrina | Foto: Divulgação/Arquivo pessoal

Assim como Yoshida, a estudante de Direito Sofia Bragoni descreve a importância da experiência prática no processo de formação universitária. “Entrei na Faculdade Belavista buscando mais do que teoria”, relata. “Queria viver o Direito de forma próxima das pessoas. Minha visão inicial da área estava enraizada no ambiente acadêmico e em conceitos abstratos. Mas pude ter contato direto com o agronegócio e entender o que essa força representa para o país, pude viajar para cidades com alguns dos menores IDHs do país, o que me expôs a uma realidade que jamais teria vivenciado de outra forma. E, em Brasília, pude estar em lugares como o STF e o Congresso Nacional, locais onde as leis são criadas e aplicadas. Com essa rica experiência, pude compreender com mais profundidade a interconexão entre as necessidades da população e o funcionamento do sistema jurídico-político.”

Essas trajetórias ajudam a explicar por que a Belavista se tornou, rapidamente, um polo nacional de alunos que veem a universidade como uma plataforma de crescimento intelectual, humano e profissional.

Uma faculdade construída como um projeto de país

A Belavista nasce da experiência de décadas do ISE Business School e do CEU Law School, escolas que formaram mais de 10 mil executivos, líderes empresariais e juristas, em conexão direta com o IESE Business School, na Espanha — uma das mais respeitadas instituições do mundo.

Essa origem importa porque imprime DNA. O DNA de formar lideranças que têm repertório, capacidade de decisão, cultura ética, coragem intelectual e precisão técnica. Não é à toa que o presidente da instituição define a Belavista não apenas como faculdade, mas como um projeto cultural. “Somos um ponto de encontro para quem sonha alto, acredita no valor da liberdade e deseja colocar seu talento a serviço do país”, afirma Guilherme Cunha Pereira.

A partir desse alicerce, a Belavista desenhou um modelo acadêmico que rompe com algumas das fragilidades mais frequentes do ensino superior brasileiro:

  • Falta de conexão real entre teoria e prática;
  • Ausência de trilhas de desenvolvimento pessoal;
  • Pouca exposição a dilemas humanos, éticos e de decisão;
  • Distância do mercado até os anos finais da formação; e
  • Conteúdo repetitivo, pouca exigência intelectual e raciocínio crítico subutilizado.

O resultado é um ambiente formativo que não separa conhecimento de responsabilidade, nem ambição de propósito.

O que torna a formação Belavista singular

1. Método de Harvard na graduação — não como marketing, mas como método

A aprendizagem é estruturada no Método do Caso, o mesmo praticado por instituições como Harvard, IESE e CEU. Em vez de estudar apenas conceitos abstratos, os alunos são colocados diante de situações reais, com pressões de tempo, zonas cinzentas, interesses conflitantes e impacto humano.

Esse método desenvolve:

  • Capacidade de decisão sob incerteza;
  • Argumentação fundamentada;
  • Raciocínio lógico e visão sistêmica;
  • Escuta ativa e construção de consenso; e
  • Coragem intelectual para defender ideias.

2. Formação internacional, sem fronteira física

Parte das disciplinas de Economia são lecionadas em inglês, e a formação é desenhada com referências globais. Convênios e conexões com universidades internacionais ampliam horizontes sem exigir que o aluno deixe o país para ter densidade internacional.

É por isso que a instituição se consolidou como um destino natural para jovens que querem uma formação internacional. Esse desejo aparece com força em dois perfis de alunos que se destacam na Belavista:

Aqueles que vêm do interior ou de outros Estados, onde a ambição já existe, mas as oportunidades de formação internacional são limitadas; e

Aqueles que querem atuar no Brasil com repertório global, sem se desconectar da realidade social, econômica e institucional do país.

Quem são os alunos da Belavista

Paraná: Londrina envia nomes como o de Yoshida, símbolo do estudante que deixa sua cidade em busca de um ambiente que não limite seu potencial;

Vale do Paraíba: São José dos Campos, berço de polos tecnológicos e industriais, marca presença com estudantes como Sofia;

Interior de São Paulo: Campinas, Jundiaí, Atibaia, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto — cidades com forte cultura empreendedora que encontraram na Belavista uma formação à altura de suas vocações;

Centro-Oeste: região do agronegócio, do PIB que pulsa e da nova fronteira econômica do país, com alunos que buscam aliar excelência técnica a impacto real; e

Rio de Janeiro: tradição jurídica e economia criativa, representadas em sala por estudantes que desejam amplitude nacional e carreira sem fronteiras regionais.

Para conhecer a história de outros alunos da Faculdade Belavista, clique neste link.

Instrumentos de liderança

O curso de Direito, por exemplo, vai além da técnica jurídica. Ele amarra o conhecimento legal a:

  • Filosofia;
  • Antropologia;
  • Contabilidade;
  • Teoria do Estado;
  • Ética;
  • Argumentação e oratória; e
  • Método analítico aplicado a problemas reais. A pergunta central não é apenas: “Qual a lei aplicável?” Mas: “Que problema humano essa lei resolve? Que incentivos cria? Que efeitos produz? Quem protege? Quem exclui?”

Já a formação em Economia combina a solidez da teoria econômica com as linguagens do futuro:

  • Programação em Python;
  • Ciência de Dados;
  • Econometria;
  • Finanças;
  • Macro e microeconomia aplicadas; e
  • Análise de impacto e tomada de decisão.

Tudo isso com um diferencial fundamental: humanismo econômico — a convicção de que choques de juros, modelos de crescimento e análises de mercado nunca são neutros quando encontram a vida das pessoas.

Core Curriculum: a base que sustenta tudo

Inspirado nas grandes universidades globais, o Core Curriculum garante que todo aluno tenha formação em:

  • Ética;
  • Antropologia;
  • Filosofia;
  • Literatura e Humanismo;
  • Teoria do Conhecimento;
  • Liderança; e
  • Inovação e Empreendedorismo.

“Sem as grandes perguntas humanas, a formação vira um manual técnico”, observa Renato Moraes, coordenador do Core Curriculum. “Precisamos formar pessoas antes de formar especialistas.”

Summit Belavista: ninguém cresce sozinho

A Belavista estrutura um programa de mentoria chamado Summit, que acompanha individualmente o desenvolvimento do aluno em cinco dimensões:

  • Pessoal;
  • Social;
  • Cultural;
  • Profissional; e
  • Transcendente.

Com uso do TrailMap Assessment, o aluno tem um plano de desenvolvimento contínuo, alinhado a suas habilidades e ambições. É um contraponto definitivo ao modelo em que o estudante atravessa a universidade invisível, sem ser provocado a se conhecer ou projetar seu papel no mundo.

Imersão Brasil: aprender o país, no país

O conhecimento não é apenas lido. É vivido. Por meio da Imersão Brasil, estudantes cruzam o país para dialogar com líderes comunitários, empresários, parlamentares, agricultores, instituições públicas e realidades sociais complexas.

Conexão com o mercado desde cedo

Criado para aproximar os estudantes da realidade do mundo profissional, o Conexão Mercado é um programa da Faculdade Belavista que promove diálogos diretos com lideranças de destaque nos campos do Direito, Economia e Negócios. A iniciativa articula encontros, conversas abertas e visitas técnicas, com o objetivo de oferecer aos alunos uma compreensão prática dos desafios e oportunidades do mercado em um cenário de constante transformação.

A dinâmica privilegia a troca: executivos e especialistas compartilham suas trajetórias, decisões e aprendizados, enquanto os estudantes ampliam repertório, constroem networking qualificado e experimentam uma visão concreta das trilhas profissionais que podem seguir. Em 2025, passaram pelo programa nomes como Fernando Modé (CEO do Grupo Boticário), Fábio Salomon (BRAVA Executive Search), Roberto Quiroga (Mattos Filho), Ricardo Kanitz (Spectra Investments), Eduardo Souza (Universidade de Toronto) e Juan Cianciardo (Universidade de Navarra), além de lideranças conectadas a ambientes de inovação como InovaBra e Cubo Itaú.

O Conexão Mercado extrapola a sala de aula também por meio de visitas técnicas a empresas, escritórios e hubs de inovação, para aproximar a teoria acadêmica da prática corporativa. A capilaridade dessas experiências reflete a relação histórica da faculdade com grandes lideranças empresariais, construída ao longo das trajetórias do ISE Business School e do CEU Law School, instituições que inspiraram e fundamentaram o nascimento da Belavista

Outro pilar do programa é a preparação para o mundo do trabalho. Embora os cursos sejam em período integral, com estágios formais autorizados depois da metade da graduação, os alunos já vivenciam o mercado durante as férias de verão e inverno, para atuar em empresas parceiras no Brasil e no exterior. Essa conexão estruturada amplia a empregabilidade e acelera o desenvolvimento de competências que unem repertório técnico, maturidade profissional e visão de longo prazo

Processo seletivo nacional, com Enem e certificações internacionais

Via Enem

  • Nota mínima: 650/1000;
  • 2ª fase: Dinâmica do Caso (30/40);
  • 3ª fase: Entrevista (6/10); e
  • Inscrições até 12 de janeiro de 2026.

Certificações Internacionais aceitas para 2024/2025:

  • ABITUR: ≤ 2,1;
  • BAC: 16;
  • IB: 31; e
  • SAT: 1200.

📅 Inscrições abertas até 12/1/2026

🔗 faculdadebelavista.edu.br/processo-seletivo

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