O empresário Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, tentou rever a liquidação extrajudicial determinada pelo Banco Central (BC) em 18 de novembro. A iniciativa consta em petição enviada ao Tribunal de Contas da União (TCU). As informações foram divulgadas pelo jornal Folha de S.Paulo.
Dias depois do envio, a defesa pediu revisão dos atos assinados pelo presidente do BC, Gabriel Galípolo. Segundo os advogados, o objetivo não era impedir a liquidação. A defesa considerou a decisão apressada.
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O argumento cita tentativa de solução estruturada para o banco. O plano envolvia aporte do Fundo Garantidor de Crédito e venda da Fictor.
Na última quarta-feira, 25, a Fictor virou alvo de operação da Polícia Federal (PF). A investigação apura suspeita de lavagem de dinheiro ligada a grupo associado ao Comando Vermelho.

O TCU derrubou o sigilo dos documentos. O ministro Jhonatan de Jesus havia imposto a restrição em dezembro. A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado solicitou acesso aos autos. A decisão resultou na divulgação dos documentos.
Pedidos da defesa de Vorcaro incluem sigilo e restrições a venda de ativos
A petição de Vorcaro reuniu cerca de sete pedidos. Entre eles, a defesa solicitou sigilo absoluto do processo. O ministro relator do caso no TCU atendeu ao pedido de confidencialidade naquele momento.
Os advogados também pediram restrições à venda de ativos pelo liquidante. Outra solicitação envolve a realização de inspeção no BC.
O pedido foi protocolado no âmbito de representação que analisa a atuação do BC na tentativa de compra do Master pelo Banco Regional de Brasília (BRB). A autoridade monetária vetou a operação em 3 de setembro. O TCU aceitou a participação de Vorcaro como interessado em 18 de dezembro.
Leia também: “Banco Central liquida Entrepay em meio a suspeitas sobre Daniel Vorcaro“
No mesmo dia, o relator determinou que o BC prestasse esclarecimentos sobre o veto da compra do Master pelo BRB. Ele também considerou bloquear a venda de ativos.
O tema voltou em despacho de 5 de janeiro. O ministro retomou a possibilidade de restrição cautelar. Na última quinta-feira 26, o TCU informou que as decisões seguiram critérios técnicos e processuais.
Em 24 de março, o ministro suspendeu o andamento do processo. A decisão considera investigações em curso no Banco Central, na Controladoria-Geral da União e na PF.
Esses ministro do tcu colocado lá por um padrinho do Norte, nao tem cultura preparo nem pra ser porteiro de prédio kkk o O vocaro compra ministros do STF quanto mais um bestão do tcu