O vice-líder da oposição na Câmara, deputado federal Rodrigo Valadares (União-SE), protocolou, nesta segunda-feira, 13, o Projeto de Decreto Legislativo 815/2025. A proposta busca suspender os efeitos do decreto que amplia a estrutura e os poderes à disposição da primeira-dama do país, Janja da Silva. O texto em favor dela foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O decreto cria uma estrutura oficial dentro do Gabinete Pessoal da Presidência da República. Janja teria cargos públicos e funções à disposição.
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Dentre as prerrogativas, compete ao gabinete pessoal a organização da agenda, do cerimonial, correspondências, pronunciamentos, acervo privado, além da preservação do Palácio e da residência oficial.
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Para Valadares, a medida representa desvio de finalidade e uso indevido da máquina pública. Segundo ele, ao legitimar o uso da estrutura estatal em favor do cônjuge presidencial, o governo federal estabelece um precedente perigoso e abre espaço para mau uso de recursos públicos.
“Lula transforma o governo em extensão da própria casa”, criticou o deputado do União Brasil de Sergipe. “Não mede esforços para garantir mordomias e privilégios para ele e seus aliados, enquanto o povo é quem paga a conta. O governo do PT é o da gastança e do desperdício: gasta sem limites e depois cria impostos para cobrir o rombo. Lula gasta, o brasileiro paga.”
Veja a íntegra:
Janja atuando no governo Lula
O parlamentar também criticou a atuação da primeira-dama no governo. De acordo com Valadares, a mulher de Lula não ocupa cargo público oficial. Ainda assim, ela exerce influência direta na gestão petista.
+ Oposição reage a decreto que amplia poderes de Janja
“Entre 2023 e 2024, a chamada ‘equipe informal’ da primeira-dama já custou quase R$ 4 milhões aos cofres da União”, declarou o parlamentar. “Além disso, ela interfere na escolha de ministros e em políticas públicas. Isso é um escândalo e um desrespeito com o dinheiro do contribuinte.”
Além de Lula, assinaram o decreto em favor de Janja o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, e a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck.
Leia também: “A CPMI que promete expor o rombo bilionário do INSS”, reportagem publicada na Edição 289 da Revista Oeste






































Poder ?
Todo poder emana do povo .
STF,TSE não poderes são funcionários públicos,e deviam ser concursados .
O ser nunca teve um voto ,e quer representar o povo .
Poder e dinheiro,e o Macron são as únicas coisas que a interessam
É um verdadeiro absurdo o que este cidadã tá fazendo com o nosso dinheiro. Ele faz tudo isso porque tem o aval do STF e dos presidentes das câmaras do senado e dos deputados.
O que ele pedir esses aprovam…
Desvsirada tem de arrumar é um quarto e uma cama, não é gabinete.