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Economia, Política

Valor da Produção Agropecuária de 2020 é o maior dos últimos 32 anos

Produtos que mais contribuíram para o resultado foram milho, soja, carne bovina e carne suína

Alto Paraíso (GO) - Plantação de soja em área do município de Alto Paraíso (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Produtos que mais contribuíram para o resultado foram milho, soja, carne bovina e carne suína

soja
Plantação de soja em Alto Paraíso, Goiás | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de 2020 alcançou R$ 871,3 bilhões, tornando-se o maior da série histórica, iniciada há 32 anos. O crescimento real foi de 17%.

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As lavouras tiveram faturamento de R$ 580,5 bilhões, alta de 22,2%, e a pecuária, R$ 290,8 bilhões, incremento de 7,9%.

Leia mais: “Declaração de Macron sobre soja demonstra desconhecimento, diz Ministério da Agricultura”

De acordo com nota técnica da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, os produtos que mais contribuíram para o resultado foram o milho, com crescimento real de 26,2%; soja, com 42,8%; carne bovina, com 15,6%; e carne suína, 23,7%.

O faturamento da soja, milho e carne bovina foi de R$ 243,7 bilhões, R$ 99,5 bilhões e R$ 126,3 bilhões, respectivamente. Destaca-se ainda a contribuição positiva da produção de ovos em 2020.

As primeiras estimativas para 2021 indicam crescimento de 10,1%. O VBP mostra a evolução do desempenho das lavouras e da pecuária ao longo do ano e corresponde ao faturamento bruto dentro do estabelecimento.

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4 comentários
  1. PIB do agronegócio cresce quase 17% em 2020 – Farol.News
    PIB do agronegócio cresce quase 17% em 2020 – Farol.News

    […] Leia mais: “Valor da Produção Agropecuária de 2020 é o maior dos últimos 32 anos” […]

  2. Júnior
    Júnior

    Prezado Afonso Marangoni. Estes artigos são realmente auspiciosos. É bom tomar conhecimento destes fatos que enaltecem nosso agronegócio e a capacidade produtiva de nossos empresários do campo. Não obstante, tenho perguntado aqui na Oeste repetidas vezes: por quê essa performance não tem reflexo nos preços ao consumidor no mercado interno? O quê justifica preços tão elevados do arroz, feijão, óleo de soja e dessas carnes bovina e suína? Se não há inflação de demanda nem tão pouco entressafras nem falta de produtos, por quê motivos amargamos preços tão altos com o maior valor da cesta básica dos últimos doze anos. Eu – particularmente- posso buscar razões no mercado internacional de comódites dolarizado e outras tantas razões( com as quais também não concordo), mas para a população ( que vota) não há remédio que justifique esse paradoxo brasileiro de produzir com eficiência , mas vender caro para seu próprio povo.

    1. FABIO GIOCONDO
      FABIO GIOCONDO

      Não há paradoxo.
      Existe mercado externo demandando produto nacional, seguramente temos qualidade e preço abaixo do similar de outros países. Trouxemos mais USD pra nossa balança comercial……
      Se o aumento da produção não tivesse encontrado demanda externa estaria sim pressionando pra baixo o mercado interno.
      A visão predatória de vender abaixo dos custos levou por exemplo arrozeiros gaúchos a migrar parte da sua produção pro soja. O desinteresse fez o produto subir. O caso da carne foi flagrante, a @ do boi ficou anos estacionada em R$150, enquanto salários e insumos subiam anualmente. Era evidente a vantagem colocada ao consumidor até que a exportação quebrou a inércia e mudou esse mercado, hoje temos novas proporções de consumo interno x exportação.
      O consumidor brasileiro não se dava conta de que o churrasco era barato e a cerveja estava cara, sem equilíbrio as cadeias não se sustentam.

      1. Júnior
        Júnior

        Então está explicado povo brasileiro: “Não há paradoxo”. Você que ganha salário mínimo ou está dependente de Auxílio Emergencial- trinta e oito milhões de brasileiros- estava comendo muito churrasco barato e tomando cerveja cara. A culpa é sua , seu brasileiro churrasqueiro e cervejeiro irresponsável.

  3. Francisco de Assis Zizuino
    Francisco de Assis Zizuino

    Gostaria de parabenizar a revista oeste pelo trabalho sério, até aqui, empreendido.

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