O juiz federal Eduardo Appio, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), foi afastado do cargo em razão da acusação de furto de duas garrafas de champanhe francesa Moët & Chandon.
O crime teria ocorrido em um supermercado de Blumenau, Santa Catarina. Cada garrafa custava cerca de R$ 550. Appio chegou a ser o titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, vara responsável pela Operação Lava Jato, em 2023, depois que os juízes anteriores deixaram o cargo. Atualmente, o magistrado era o titular da 18ª Vara Federal de Curitiba, responsável por processos previdenciários.
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O processo administrativo teve início a partir do registro de boletim de ocorrência realizado por autoridades locais.
A corregedoria propôs o afastamento, que recebeu aval da Corte Especial Administrativa do TRF4. Durante o período de afastamento, o magistrado continuará recebendo salário, mas sem gratificações adicionais. O processo tramita sob sigilo, impedindo a divulgação de detalhes adicionais.
O boletim de ocorrência
O boletim de ocorrência descreveu o suspeito como “um senhor com idade aproximada de 72 anos, que utiliza óculos, estatura aproximada de 1,76 metro”. Apesar de a descrição física não coincidir com a do juiz, ficou comprovado que o veículo Jeep Compass Longitude D, cujas placas foram anotadas, usado durante o furto, pertencia ao magistrado.
O histórico de Eduardo Appio
Esse é o segundo afastamento de Eduardo Appio. Em 2023, o magistrado já havia sido alvo de um processo disciplinar por causa de um telefonema ao advogado João Malucelli, filho do desembargador Marcelo Malucelli e genro do senador Sergio Moro. O episódio foi encerrado depois de um acordo, no qual Appio admitiu a conduta indevida.
Além disso, Eduardo Fernando Appio também teve destaque na imprensa depois de declarações anti-Lava Jato e pró-Lula. Sua proximidade ideológica com o PT ficou evidente por declarações públicas, doações eleitorais e até uma transação com um ex-deputado petista.
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Nas eleições de 2022, segundo registros oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Appio contribuiu com R$ 13 para a campanha de Lula, que concorria à Presidência, e com R$ 40 para a deputada estadual paranaense Ana Júlia Pires Ribeiro, também do PT.
À imprensa, Appio disse que não era simpatizante do PT, mas reconheceu que tem uma visão crítica sobre a Operação Lava Jato e sobre a prisão de Lula. “A prisão de Lula causou danos irreparáveis”, declarou o magistrado. Segundo ele, o apoio financeiro foi simbólico e refletia “respeito a uma figura histórica importante para o país”.
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Na campanha de 2022, Appio também usava uma senha na Justiça Federal que não escondia sua preferência pelo PT: LUL2022. “Alguns anos atrás, quando o presidente Lula ainda estava preso, a minha sigla de acesso ao sistema da Justiça Federal era LUL2022. Eu trabalhava com matéria previdenciária e foi um processo isolado, individual meu contra uma prisão que eu reputava ilegal”, justificou, quando o caso foi revelado.
Em 2015, Appio vendeu um imóvel ao ex-deputado federal André Vargas, que deixou o PT em 2014. Segundo o documento, Appio vendeu um imóvel a Vargas por R$ 980 mil, mas o valor declarado oficialmente foi de R$ 500 mil.
O caso foi investigado na Lava Jato, mas Appio foi poupado. Apesar da suspeita de subfaturamento, o MPF decidiu não denunciar o magistrado por entender que não havia prova de que Appio soubesse da origem ilícita do dinheiro. Além disso, a Lei nº 10.684/2003 permite a extinção da punibilidade mediante pagamento de débitos tributários, o que, segundo o órgão, tornava a acusação inviável.






































Mais um exemplo do aparelhamento da justiça feito pela esquerda no Brasil.
Vejam o exemplo de um pária desses… juiz… federal !
Essa coisa deve receber líquido mais de 100000, 00 reais por mês , com todos penduricalhos, e se permite roubar duas champanhes
em um supermercado….
Oque faz o poder na mão de um imbecil…
Tudo justificado, fa de Lula e do PT .
Não há nenhuma surpresa. Faz parte da tchurma