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Política

Teich rebate críticas de Mandetta: 'Nunca expus gestões anteriores'

Ex-ministro chamou o antecessor de deselegante e que esse tipo de comportamento só aumenta a polarização

mandetta teich
Os ex-ministros da Saúde Nelson Teich e Luiz Henrique Mandetta | Foto: MARCELLO CASAL JR/AGÊNCIA BRASIL

Ex-ministro chamou o antecessor de deselegante e disse que esse tipo de comportamento só aumenta a polarização

Os ex-ministros da Saúde Nelson Teich e Luiz Henrique Mandetta
Foto: MARCELLO CASAL JR/AGÊNCIA BRASIL

O ex-ministro da Saúde Nelson Teich foi ao Twitter para se defender dos ataques de seu antecessor, Luiz Henrique Mandetta, que o acusou de apenas ter exonerado pessoas.

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“Em 28 dias à frente do Ministério da Saúde, por mais difícil que fosse a situação, nunca expus gestões anteriores”, escreveu Teich.

Além disso, o ex-ministro chamou Mandetta (DEM-MS) de “deselegante” e afirmou que esse tipo de comportamento só aumenta a polarização no país.

Teich lista quatro planos de ação que afirma ter deixado prontos antes de sair da pasta:

1- Programa Diagnosticar para Cuidar;

2- Estratégia de gestão de riscos;

3- Criação de unidades de suporte ventilatório;

4- Projeto de ação na linha de frente.

Mandetta

Em entrevista ao jornal Correio Braziliense, Mandetta teceu críticas ao sucessor. “A gente vê com muita apreensão, porque a sensação que dá é que foi um mês perdido. Entrou uma pessoa no cargo de ministro, não deu tempo de muita coisa. O que ele fez foi exonerar as pessoas que estavam lá”.

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3 comentários
  1. Alvaro
    Alvaro

    Na minha época de colégio a gente marcava briga na esquina, para resolver as questões mais bobas da juventude. Sugiro que esses dois vão pra esquina e se estapeiem ou puxem seus cabelos . Botões!

  2. Jose Angelo Baracho Pires
    Jose Angelo Baracho Pires

    Teich saiu com 25 dias, do nada? Não. Tem uma ameaça aí, tlvz no RJ, milícias.
    Mandetta é caso de polícia.

  3. Alberto Garcia Filho
    Alberto Garcia Filho

    O ortopedistazinho político, envolvido em falcatruas pesadas no estado de Mato Grosso do Sul, faz qualquer coisa para se manter sob as luzes dos holofotes. Até aceita convite de governador corrupto – filho de um dos maiores corruptos do Brasil – para fazer parte da equipe que coordena o combate ao coronavírus no Pará.
    Não tem a menor ideia do que sejá ética médica. Alimenta o sonho de que um dia possa ocupar a presidência da república. Não percebe que a sua chance passou. Quando a teve falou muito e fez muito pouco.

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