publicidade
Política

Suspensão da quebra de sigilo de Lulinha entra na pauta do STF; entenda

Ministros vão analisar decisão de Dino que suspendeu a determinação aprovada pela CPMI do INSS

STF
A estátua da Justiça, na sede do STF em Brasília | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a analisar na próxima sexta-feira, 13, se mantém a decisão do ministro Flávio Dino. Na última semana, o magistrado que suspendeu a quebra de sigilo do empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

A medida de Dino ocorre no âmbito de uma determinação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga fraudes relacionadas ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). 

Receba nossas atualizações

No STF, o julgamento da quebra de sigilo de Lulinha ocorrerá em plenário virtual. Os ministros terão até 20 de março para registrarem seus votos.

+ Leia mais notícias de Política em Oeste

Dino concedeu parcialmente medida liminar para suspender os efeitos de deliberação da CPMI. Os parlamentares tinham aprovado, em votação conjunta, requerimentos que incluíam a quebra de sigilo bancário e fiscal do filho de Lula. Os deputados e senadores da comissão apuram a atuação de entidades associativas em um esquema bilionário de fraudes no pagamento de pensões e aposentadorias do INSS. 

Leia também: CPMI do INSS recebeu arquivos de celulares de Vorcaro

De acordo com dados da CPMI, Lulinha movimentou R$ 19,5 milhões em quatro anos, em uma conta do Banco do Brasil. A movimentação ocorreu de janeiro de 2022 a janeiro deste ano.

Quebra de sigilo de Lulinha

A defesa de Lulinha acionou o STF depois da aprovação da quebra de sigilo pela CPMI. Na decisão em favor do filho de Lula, Dino entendeu que a comissão não poderia ter aprovado em bloco os diversos requerimentos de quebra de sigilo.

“Desse modo, assim como um tribunal não pode quebrar sigilos bancários de empresas e cidadãos com decisões em globo e simbólicas (em uma espécie de ‘olhômetro’), um órgão parlamentar não pode fazê-lo”, justificou o ministro ao determinar a suspensão da quebra do sigilo de Lulinha.

Leia também: “OAB pede a Mendonça para acessar provas do caso Master

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade