Integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) acionaram Rodrigo Maia, ex-presidente da Câmara dos Deputados, para tentar blindar o ministro Alexandre de Moraes dos efeitos práticos da Lei Magnitsky.
Maia, atualmente, comanda a Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF). A entidade representa os principais atores do setor bancário nacional. O portal Metrópoles divulgou as informações nesta sexta-feira, 1º de agosto.
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A movimentação busca impedir que bancos que operam no Brasil imponham restrições financeiras ao magistrado. O grupo tenta resolver o impasse sem envolver uma decisão formal do STF. A estratégia evita atrair a atenção para o caso e reduz o risco de novas sanções por parte dos EUA.
Caso a Corte atue para enfraquecer as penalidades impostas a Moraes, a Casa Branca pode ampliar a aplicação da Lei Magnitsky. Nesse sentido, os ministros preferem conduzir as articulações de forma reservada, sem deixar rastros no plenário.
Lindbergh Farias surge como “plano B” do STF
Apesar disso, o caso ganhou um novo componente. O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ), líder do partido na Câmara, apresentou nesta sexta-feira uma ação cautelar no STF. Ele pede que a Corte proíba instituições financeiras brasileiras de cumprirem, direta ou indiretamente, as sanções decretadas pelos EUA.
No entanto, a proposta judicial deve permanecer na gaveta enquanto durar a tentativa de solução política encabeçada por Maia. Se a atuação junto à CNF não surtir efeito, a ação de Lindbergh poderá ser o plano B dos magistrados.
+ Leia também: “Zanin assume pedido para blindar Moraes contra bloqueios bancários”
A CNF funciona em Brasília e representa 16 entidades do setor. A lista inclui bancos, cooperativas de crédito, gestoras de recursos, seguradoras, administradoras de cartões e consórcios.
Desde sua fundação, em 1985, a entidade se consolidou como ponte entre o sistema financeiro e o poder público. Ela mantém diálogo com o Banco Central, o Congresso Nacional e órgãos reguladores, posicionando-se em temas sensíveis da política econômica e institucional.





































Não vai adianta nada os bancos não vão se ferrar por causa do psicopata
Isso mostra a total incompetência dos donos do poder e de seus aliados, no caso o Rodrigo Maia, aceitando essa missão impossível que evidencia pleno desconhecimento do que vem a ser a Lei Magnitsky. Se seguirem por esse caminho, será o funeral das instituições financeiras que aceitarem esse absurdo.
Só falta agora chamar o Lindinho.
É como ressuscitar um imbecil pra fazer um trabalho impossível !
Esse vagabundo é a cara do DEEP STATE !
É o sagui querendo brigar com o gorila.
Muito inteligente a iniciativa!
Assim ficamos sabendo em que ratoeira este picareta safado Rodriguete Maia está estacionado! Beleza.
Incrível, lá vem os crápulas querendo dar um jeitinho, como sempre. A melhor saída é o psicopata renunciar, cair fora, tirar férias eternas. Aliás, ele merece umas longas férias, depois de tantas maldades.
E eu que pensava que esse traste que atende pelo nome de rodrigo maia estivesse no limbo, ou em alguma lata de lixo, onde deveria estar. Mas não; vejo que ele ainda é importante para colaborar com os promotores da total esbórnia dessa república das bananas, mais bichada que goiaba caída da árvore. Que apelação mais indecente, verdadeiro acerto entre marginais. Espero que ainda caiba mais gente na lista da Magnitsky.
É o clássico “jeitinho brasileiro”!
Espero que NÃO funcione!
É o fim do poço. Deveriam recorrer ao Sergio Cabral.
Esse tipo de atitude prova o quanto nossa suprema corte chegou ao fundo do poço. Virou lama
Raposa no galinheiro ! Lugar estratégico , perfeito ! Esse é o Brasil com z . Triste muito triste .
No Brasil só tem Pelé! Felizmente, o verdadeiro nos deu muito orgulho!
Espero que , RM e essa CNF. determinem o não cumprimento das sanções.
Depois é só aguardamos o desespero qd as baratas comecarem a voar.
Ja comprei a pipoca!
Não conseguirão nada. Simão Bacamarte experimentará o próprio veneno.
Eita…já pensou??
Parece mais uma jabuticaba de uma tentativa desesperada para blindar o primeiro brasileiro, que levou milhares de famílias à desgraça golpeando as cláusula pétreas da Constituição Federal.