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Política

STF mantém decretos de Lula que restringem acesso a armas de uso restrito no Brasil

Decisão do presidente restringe acesso de caçadores, colecionadores, atiradores e cidadãos comuns a armamentos e munições

Gilmar Mendes STF Brazil Conference
O ministro Gilmar Mendes é o relator do caso no STF | Foto: Felipe Sampaio/SCO/STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta terça-feira, 24, manter em vigor os decretos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que restringem o acesso de caçadores, colecionadores, atiradores e cidadãos comuns a armas e munições de uso restrito no país.

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A determinação de Lula anulou regras anteriores, implementadas durante o governo de Jair Bolsonaro, que favoreceram um salto no número de registros dos chamados CACs. Segundo dados oficiais, a categoria foi de 117,5 mil, em 2018, para 783,4 mil, em 2022, último ano de gestão do liberal.

Pontos das restrições e entendimento do STF

Fachada do Supremo Tribunal Federal (STF)
Fachada do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília | Foto: Divulgação/STF

Os decretos 11.366/2023 e 11.615/2023 introduzem limites à quantidade de armas por CAC e restringem a comercialização de modelos, como pistolas 9mm. Além disso, vetam novos registros em clubes e escolas de tiro e estabelecem horários máximos de funcionamento para esses estabelecimentos.

O ministro Gilmar Mendes, relator do caso, declarou que os decretos “não impuseram restrição desarrazoada a direitos dos cidadãos brasileiros”. “Eles apenas reorganizaram a política pública de registro, posse e comercialização de armas”, afirmou o juiz.

Leia mais: “As folhas da Constituição não dão conta de Barroso”, artigo de Tiago Pavinatto publicado na Edição 273 da Revista Oeste

Em seu voto, ele também destacou que as normas são “plenamente idôneas e apropriadas, tendo em vista a consecução do pretendido objetivo de estabelecer nova regulamentação do Estatuto do Desarmamento que melhor permita o controle da circulação de armas de fogo no Brasil”.

Leia também: “Lula 3: já acabou, mas precisa terminar”, artigo de Adalberto Piotto publicado na Edição 273 da Revista Oeste

3 comentários
  1. Sérgio Tostes de Escobar
    Sérgio Tostes de Escobar

    ⚖️ e 🦑 trabalhando juntos para dominar o Brasil. Preocupante!🫣😳😡🤬

  2. carlos
    carlos

    Quem tem 06 ou mais seguranças e só se locomove em jatos da FAB, e carros blindados, não precisa de armas, qualquer que seja o calibre.
    Já a população, se quiser se defender dos bandidos e quadrilhas fortemente armados, sem restrições, na ótica do ministro deve se utilizar de estilingues ou quem sabe pedaços de pau.

  3. Amaury G Feitosa
    Amaury G Feitosa

    Mané armado é perigo à vista e quando uma ditadura se presta a roubar miseráveis tudo é possível inclusive algum revoltado cismar de mochar algum ditador à faca e a frio … tremei lordes da cornulha !!!

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