Reportagem publicada na Edição 284 da Revista Oeste mostra que ao longo dos últimos anos o Supremo Tribunal Federal (STF) quase sempre atendeu a pedidos feitos por partidos de esquerda para impor uma agenda “progressista”. Causas identitárias estão no radar da Corte desde 2011, quando julgou constitucional a união estável entre homossexuais, a despeito de a Constituição Federal falar que casamento é a união entre homem e mulher. A Corte informa que segue a Agenda 2030, cartilha woke das Nações Unidas.
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A reportagem da jornalista Loriane Comeli informa que desde então, a Corte também decidiu favoravelmente a temas como liberação de crianças em passeatas gay, aborto e até mesmo criou, por decisão judicial, o crime de “homofobia” e “transfobia” equiparando ofensas a pessoas da comunidade LGBT a ofensas racistas.
Outras decisões da agenda progressista do STF
Dezenas de leis municipais e estaduais que queriam proibir o ensino e o uso em documentos públicos do que se chama de “linguagem neutra” também foram barradas pelo STF. Os ministros também impediram que Estados e municípios barrassem o ensino da ideologia de gênero nas escolas. Quase sempre essas ações chegam ao STF por partidos de esquerda, pela Defensoria Pública ou pelo Ministério Público.
O ex-secretário nacional do Audiovisual e autor de Guerra cultural na prática, Gustavo Lopes, um dos principais problemas dessas decisões, desconectadas do que a maioria deseja, é o efeito cascata, já que são repetidas pelas instâncias inferiores e impactam a vida das pessoas.
Para ver todas as decisões “progressistas” do STF dos últimos anos, clique neste link.
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Eu acho que mesmo que, se trata de mau caratismo, marginalismo e criminalidades destas pessoas
Ou melhor, agenda PSOLPETISTA
O Direito, no qual os atuais ministros do STF praticam, tem sua base em Kant, Comte, Marx, Escola de Frankfurt e Foucault. A ideia de relativizar o Direito para serem reduzidas as diferenças sociais em razão da praxe dinâmica da sociedade que é, e sempre foi, operada pelo domínio dos mais fortes em detrimento dos oprimidos, gerou a teoria crítica da Escola de Frankfurt e, nos anos, no final do século passado a teoria crítica do Direito, relativizando eventos, vítima, réu e lei. É dessa loucura – o céu está cheio de boas intenções – que perdemos o Estado de Direito, a segurança jurídica, demos asas às limitadas cobras operadoras do Direito, tornando-os, com todo gosto, arrogantes, prepotentes e alienados justiceiros sociais.
Até quando?
Talvez até que a sociedade exija mais lucidez do que paixão.