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Política

STF decide que vídeo de Natal do Porta dos Fundos fica no ar

Produção insinua que Jesus Cristo teve uma experiência homossexual

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Foto: Reprodução/Porta dos Fundos

Produção insinua que Jesus Cristo teve uma experiência homossexual

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Foto: Reprodução/Porta dos Fundos

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) referendou a decisão do ministro Dias Toffoli de autorizar a Netflix a exibir o Especial de Natal Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de Cristo. O vídeo insinua que Jesus teve uma experiência homossexual, depois de passar 40 dias no deserto. Indignados, grupos religiosos acionaram a Justiça. Um tribunal do Rio de Janeiro suspendeu a exibição do vídeo, em 8 de janeiro do ano passado, ao acolher um pedido da Associação Centro Dom Bosco de Fé e Cultura. Leonardo Camargo, advogado da entidade, argumentou que o conteúdo do vídeo é “grotesco e abusivo”. E interpelou: “Isso seria liberdade de imprensa? Liberdade de expressão? Isso seria abuso de liberdade de expressão”. No dia seguinte, porém, Toffoli concedeu uma liminar a favor da exibição do programa.

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Ontem, o ministro Gilmar Mendes lembrou que a Constituição prevê liberdade de expressão artística e religiosa. Contudo, sustentou em seu voto que não há no vídeo nenhuma incitação à violência contra grupos religiosos. “Constitui mera crítica, realizada por meio de sátira, a elementos caros ao cristianismo. Por mais questionável que possa vir a ser a qualidade desta produção artística, não identifico em seu conteúdo fundamento que justifique qualquer tipo de ingerência estatal”, sentenciou Mendes, ao mencionar que, caso o especial saísse de circulação porque desagrada a uma parte da população, a medida seria “incompatível com a democracia”. O ministro Edson Fachin acompanhou o voto do relator. A ministra Cármen Lúcia afirmou que o Estado não pode estabelecer censura. Ricardo Lewandowski também votou contra a decisão da Justiça do Rio.

Leia também: “Perseguição a cristãos: Por que precisamos falar sobre isso?”

13 comentários
  1. Júnior
    Júnior

    Esses meninos mimados travestidos de “humorista” não merecem consideração alguma. Vivemos um momento no país onde há farta disponibilidade de matéria para crítica e sátiras. Como foi dito em um comentário anterior esse Portal poderia – e deveria na verdade- fazer ampla campanha de seus vídeos com as mazelas do STF e seus inquéritos do fim do mundo. Deveriam também criticar e satirizar as mixórdias impostas pelos parlamentares brasileiros , roubos, desvios, gastos milionários com mordomias, centenas de processos de corrupção ativa e passiva, nepotismo cruzado no parlamento e na justiça, enfim uma gama sem fim e diária de temas importantes que deveriam ser objeto de sátiras como foi com o humorismo no passado. Satirizar religiões é um desrespeito às crenças das pessoas e o único objeto de fato é criar polêmica para chamar a atenção , como estratégia adotada pela maiorias dos “artistas” brasileiros. Como foi dito, imaginem se um de nós divulgar um vídeo satirizando os habeas corpus do Gilmar mendes e do Marco Aurélio ou o famoso inquérito em que o Juiz Moraes investiga e julga travestindo a justiça de justiceiro. Desejo que esses idiotas sejam banidos pela população e que esse site e seus vídeos saiam da história pela Porta dos Fundos, que é o quê realmente merecem.

  2. Victor Vasquez
    Victor Vasquez

    Vai xingar e zombar muçulmanos também, desgrahçados! É muito fácil zombar e pisar em cordeirinhos, não é! Quando estiverem sentados no colo do kapeta vão se lamentar, mas será tarde demais! Se fossem com os crstãos entre 500dc e 1500dc, queria ver se isso passaria impune!

  3. Carl
    Carl

    Se fosse os muçulmanos já teriam acabado com essa brincadeira.

  4. LUIZ FERNANDO FRANCESCON OLIVEIRA
    LUIZ FERNANDO FRANCESCON OLIVEIRA

    Abutres! Tudo que há de mal gosto em tudo… Execráveis!

  5. JOSÉ PLÁCIDO
    JOSÉ PLÁCIDO

    A minha sentença gera efeito prático. Simplesmente cabecelei a assinatura desse canal progressista e pervertido.

  6. Ennio
    Ennio

    O maior castigo para esses humoristas sem graça é a censura do público. Um insulto desses para o cristianismo deveria ser relegado ao limbo. Isso aí não é sequer caso de justiça, mas de desrespeito e mal gosto, e isso a gente trata ignorando.

    1. Paulo Lin
      Paulo Lin

      Eles adoram a polêmica, isso gera audiência, é disso que vivem. Muitos ainda assistem, dizendo que é “só pra criticar”, mas estão gerando visualização e isso monetiza o canal. Ignorem, parem de assistir, deletem, unfollow, unsubscribe, não curtam, etc.

  7. Karina
    Karina

    Enquanto isso, as produções do Brasil Paralelo ficam cada vez mais instáveis. A liberdade de expressão não é para todos,

  8. Reinaldo de abreu
    Reinaldo de abreu

    Aproveitem e façam uma peça expondo as mazelas e os ministros do STF, quero ver se eles permitem a tal liberdade de expressão ou chamariam o careca com o seu inquérito do fim do mundo para resolver.

    1. Júlio Rodrigues Neto
      Júlio Rodrigues Neto

      Se aqui há liberdade de expressão, vou expor a minha : VIVEM em outro Mundo. Felizmente não sou amigo do amigo de um amigo meu.

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