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Política

STF abre licitação para monitorar redes em meio à crise

Corte prevê gasto de quase R$ 250 mil com empresa para análise digital e gestão de imagem institucional

Supremo Tribunal Federal analisa casos de supersalários, especialmente no Poder Judiciário | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil stf
O serviço inclui monitoramento contínuo da presença digital do STF e de seus ministros em plataformas como X, Instagram, YouTube, Facebook e TikTok | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) abriu licitação para contratar uma empresa especializada em monitoramento de redes sociais. A iniciativa ocorre em meio a questionamentos sobre a atuação da Corte.

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O edital prevê gasto de quase R$ 250 mil com o serviço, conforme documento oficial do próprio tribunal.

A sessão pública do pregão eletrônico está marcada para 11 de maio, às 14h. O critério de escolha será o menor preço, com contrato inicial de 12 meses.

O serviço inclui monitoramento contínuo da presença digital do STF e de seus ministros em plataformas como X, Instagram, YouTube, Facebook e TikTok.

STF quer monitoramento contínuo das redes

A empresa contratada terá de acompanhar menções ao tribunal em tempo real. O volume pode chegar a até 500 mil citações por dia.

O edital exige análise quantitativa e qualitativa dos conteúdos, com classificação automática de sentimento. As menções devem ser categorizadas como positivas, negativas ou neutras.

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O contrato também prevê envio de alertas diários sobre conteúdos com potencial de repercussão. Esses avisos devem ser encaminhados por aplicativos de mensagem.

Além disso, a empresa terá de produzir relatórios diários e mensais. Os documentos devem apontar tendências, alcance e impacto das publicações.

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O STF também exige painéis digitais com atualização recorrente. A ferramenta permitirá acesso direto da equipe do tribunal aos dados coletados.

Licitação ocorre em meio a desgaste institucional

A abertura do edital coincide com um momento de pressão sobre a Corte. O STF enfrenta críticas sobre decisões recentes e sobre a condução de investigações.

Nesta semana, o ministro Gilmar Mendes tentou defender o tribunal, mas ampliou a crise. A declaração gerou repercussão negativa e levou a um pedido público de retratação.

Segundo o edital, o monitoramento deve apoiar a comunicação institucional e auxiliar na gestão de crises. A justificativa menciona o alto volume de interações envolvendo o STF nas redes.

Para garantir funcionamento contínuo, o documento sugere uma equipe mínima de quatro profissionais dedicados ao serviço.

O STF afirmou, em nota, que a contratação segue modelo já adotado pela própria Corte para monitoramento de conteúdos jornalísticos. Segundo o tribunal, o serviço consiste na clipagem e consolidação de publicações em redes sociais com base em informações de acesso público. Confira o posicionamento na íntegra.

O procedimento mencionado refere-se à contratação de serviço especializado de clipagem e consolidação de conteúdos públicos veiculados em redes sociais sobre o Supremo Tribunal Federal, nos mesmos moldes do clipping já realizado diariamente com matérias jornalísticas publicadas em veículos de imprensa e portais de notícias.

Trata-se de prática amplamente adotada por órgãos da administração pública e por instituições de diferentes setores.

O objetivo é reunir e sistematizar conteúdos de acesso público, permitindo à área de comunicação compreender demandas informacionais e orientar ações voltadas à transparência e ao esclarecimento de temas relevantes.

A iniciativa está alinhada às boas práticas de comunicação pública e ao compromisso institucional de ampliar o diálogo com a sociedade por meio de informações qualificadas, acessíveis e contextualizadas.”

4 comentários
  1. Jorge Augusto Santos
    Jorge Augusto Santos

    Não tem como melhorar a imagem desse supreminho ridículo . Eles vão sofrer muito antes de irem pro inferno kkkk

  2. MNJM
    MNJM

    Inacreditável a mais alta Corte do país usando o dinheiro do povo para promover CENSURA, o que é vetado na Constituição.
    O povo não critica a Instituição e sim as ações de alguns ministros que integram a banda podre do STF, que estão deteriorando a imagem da Instituição.
    Não atuam como juízes, praticam abuso de autoridade, a Corte virou uma delegacia de policia, perseguem opositores políticos, vivem dando entrevistas, verdadeiros pavões.
    Cumpram a Constituição , ministros envolvidos em escândalo de corrupção no caso do Master e ainda se acham no direito de não serem criticados por quem paga seus salários e banca todas as mordomias que usufruem. Mantém um Inquérito ilegal por 7 anos para intimidar quem os criticam ainda tem a cara de pau de dizer que o Inquérito deve permanecer até as eleições. Tomara que se consiga eleger senadores decentes para colocar esses togados no seu devido lugar. RUA.

  3. Moisés Fróes
    Moisés Fróes

    Então a empresa que ganhar essa licitação (será igual às licitações do Luladrão?), eu vou estar sempre na lista deles . Me aguarde supremos Trambiqueiros Federais.

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