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Política

Sindicatos vão ao STF contra escolas cívico-militares no RS

Caso está sob a relatoria do ministro Dias Toffoli

escolas cívico-militares
| Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu de sindicatos uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 7682) contra o projeto que permite o programa de escolas cívico-militares no Rio Grande do Sul.

A ação foi apresentada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e pelo Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul. O caso está sob a relatoria do ministro Dias Toffoli.

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A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou em abril o projeto que institui o Programa das Escolas Cívico-Militares nas escolas públicas. Os autores do projeto afirmam que a medida pretende regulamentar a atuação das instituições de ensino que já adotam o tipo de ensino. Também quer incluir de forma regular outras que queiram aderir ao modelo.

O governador Eduardo Leite manteve no RS o modelo de escolas cívico-militares em 2023, mesmo depois de o governo federal ter encerrado o programa nacionalmente. O Estado possui 69 escolas cívico-militares, segundo a Secretaria Estadual da Educação (Seduc).

Desse total, 46 escolas municipais participam de um programa estadual, enquanto outras 23 participaram do Programa de Escolas Cívico-Militares (Pecim). Estas últimas incluem 13 escolas estaduais e dez municipais.

Alegações ao STF dos sindicatos contra as escolas

A ação foi protocolada na segunda-feira 8. Nela, os sindicatos alegam que a inclusão de policiais militares como monitores nas escolas estaduais ultrapassa as atribuições constitucionais dessa categoria.

As entidades também sustentam que o modelo cívico-militar, fundamentado na hierarquia e na disciplina, “enfraquece os princípios da livre escolha de cátedra e do livre aprendizado”.

Leia também: “Justiça suspende implantação de 1ª escola cívico-militar no interior de SP

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7 comentários
  1. Anísio Silva Horta
    Anísio Silva Horta

    DÁ PRA ACREDITAR A QUE PONTO CHEGA O MAL CARATISMO DESSA CORJA PTISTA ??! PREFEREM QUE OS PROFESSORES APANHEM EM SALA DE AULA A TER UM AMBIENTE DE TRABALHO SEGURO. SO PRA CONTINUAR PUXANDO O SACO DE UM CORRUPTO. A QUE PONTO ESSA BANDIDAGEM PELEGA CHEGA !!!!

  2. Antônio de Padua de Oliveira
    Antônio de Padua de Oliveira

    POR QUE ESSES SINDICATOS TÊM TANTO PAVOR DA ÚNICA COISA QUA AINDA FUNCIONA NA EDUCAÇÃO PÚBLICA BRASILEIRA ? E NÃO SE ENGANEM: A QUALQUER MOMENTO UMA CANETADA DO S.T.F. PODERÁ SEPULTAR AS E.C.MS, PARA O MAL DE TODOS E A INFELICIDADE GERAL DA NAÇÃO.

  3. ROGILDO GALLO
    ROGILDO GALLO

    Sindicatos, de maneira geral, são compostos por gente que não trabalha, mas vive às custas dos trabalhadores e dos recursos públicos. Neste caso, além de não trabalhar também não ensinam. A decisão de colocar um aluno em escola cívico-militar cabe aos pais e não a estes imbecis que nada fazem pela melhoria do ensino no País !!!

  4. JR
    JR

    Lembro-me claramente das inúmeras reportagens nas TVs de alunos agredindo colegas enquanto os outros assistiam sorrindo, alunos agredindo professores, alunos agredindo diretoras e desafiando todo tipo de autoridade. Muitos deles traziam de suas casas essa violência, outros gostavam de exibi-las nas redes sociais e os agressores nunca sofriam nenhuma advertência ou recebiam como consequência ações que os penalizassem pelo que fizeram. Em muitas localidades , os traficantes estavam nas portas das escolas e outros bandidos que usavam os menores adolescentes para seus aviõezinhos ou para vigiar a chegada da polícia. Pelo que sei, o Projeto Pedagógico das escolas cívico-militares não foi e não pode ser modificado pelo que prevê o MEC. O que se pretende é apenas a proteção dos adolescentes e profissionais da educação e prover um pouco de civilidade e respeito(principalmente) no trato com os outros, já que os pais e o país se abstiveram dessa atribuição.

  5. julio bento da silva bento
    julio bento da silva bento

    Vagabundos maconheiros! Essa gente do PT, PSOL e puxadinhos são o quê há de pior na fossa de fezes!

  6. FRANCISCO DE ASSIS AMANCIO
    FRANCISCO DE ASSIS AMANCIO

    Ao tentar impedir o funcionamento das escolas cívico-militares os sindicatos não estão afrontando a democracia e o livre arbítrio? Pelo que tenho lido, as escolas alvo dos sindicatos não obrigam alunos a estarem ali, sendo opcional sua participação. Não estão os sindicatos prestando um desserviço à população sob uma pretensa afirmação de defesa da Constituição?

  7. Elisabeth Mattos
    Elisabeth Mattos

    A grande questão é: esse povo não tem serviço? Se você não gosta desse tipo de escola, não matricule seu filho. Simples assim. Deixe a vaga para quem gosta.

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