Nesta segunda-feira, 13, o senador Jorge Seif (PL-SC) apresentou um dossiê que reúne mais de cinco anos de reportagens publicadas pela imprensa nacional sobre decisões controversas do Judiciário brasileiro.
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O material, intitulado “A Ascensão do Narcoestado do Brasil”, foi elaborado durante oito meses. Segundo o parlamentar, o dossiê tem como objetivo denunciar o que considera um “ciclo de impunidade” no sistema de Justiça.
“Foram mais de 400 horas da minha vida que foram entregues para construir esse dossiê”, declarou o senador. “Recortando, compilando, organizando o material que a própria imprensa brasileira publicou, mas que se perdeu em notas soltas, em matérias escondidas e em reportagens isoladas. E que fique claro aqui: não é a denúncia do senador Jorge Seif, é a denúncia da imprensa nacional, da imprensa brasileira, ao longo dos últimos cinco anos. Fui recortando matéria por matéria para mostrar o retrato de uma Justiça que solta traficantes, assassinos, faccionados, enquanto condena a sociedade inteira à insegurança.”
Durante o pronunciamento, Seif destacou dados que, de acordo com ele, mostram a concessão excessiva de habeas corpus a criminosos, especialmente envolvidos com o tráfico de drogas.
O senador afirmou que, em 2024, o Superior Tribunal de Justiça teria concedido mais de 9 mil habeas corpus a acusados de tráfico. No dossiê, Seif menciona que no Supremo Tribunal Federal (STF) foram quase 600 decisões semelhantes.
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“Não estamos falando de pequenas quantidades ou réus de baixo escalão”, afirmou o senador. “Estamos falando de casos concretos e escandalosos.”
Além do dossiê, Seif defende a criação da “CPMI da Toga”
O senador do PL de Santa Catarina também defendeu a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para analisar decisões de Cortes superiores em favor de traficantes. Para ele, o colegiado já tem nome: “CPMI da Toga”. O objetivo seria investigar possíveis irregularidades em decisões judiciais e eventuais conexões entre escritórios de advocacia e magistrados.
“Peço apoio do povo brasileiro: apoie a CPMI da Toga”, enfatizou Seif em seu pronunciamento no plenário do Senado.
Leia também: “A CPMI que promete expor o rombo bilionário do INSS”, reportagem publicada na Edição 289 da Revista Oeste





































Já está para mais do que qualificada a mediocridade dos que lutam pela hegemonia da esquerda no mundo todo. Aqui no Brasil, a coisa se agrava, em razão de sermos uma das pérolas mundiais a ser conquistada, motivo pelo qual a ignorância dos brasileiros mais vulneráveis é incentivada tanto pelos esquerdistas daqui quanto pelos de fora do país. Até a eleição de Bolsonaro, a militância mundial se utilizava do Fórum Econômico Mundial, da ONU com sua agenda 2030, e da propaganda midiática com a Globo capitaneando. Por trás trabalhavam a favor acadêmicos e artistas venais.
No entanto, com a posse de Bolsonaro e uma possível reeleição de Trump, o sistema se viu obrigado a avançar em muitas de suas ações para implantação global do socialismo, o que foi muito bem aproveitado pela China por aqui.
Porém, decisivo no Brasil, foi a assunção da maioria dos membros do STF, do MP e de alguns comandantes das FA previamente cooptados.
Não acredito em melhorias significativas, podemos atrasar o domínio mundial pelas fantasias dos que formam a militância capital do socialismo, mas não vejo como fugir daquilo que já foi descrito há séculos passados, por George Orwell (1984 e Animal Farm), pelo liberal clássico John Stuart Mill, “… a tendência geral das coisas em todo o mundo é fazer da mediocridade o poder dominante entre a humanidade”, e por Nelson Rodrigues: “Os idiotas vão tomar conta do mundo; não pela capacidade, mas pela quantidade. Eles são muitos.”
Creio que temos chegado a mais um breakeven da História!
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Se criada será a verdadeira caixa de Pandora !
Para o Brasil virar um narcoestado falta só o céu ser azul.