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Política

Salim Mattar: o único interesse do Estado é manter-se no poder

Ex-secretário do Ministério da Economia afirma que o poder público não está preocupado em melhorar a vida da população

Salim Mattar
O ex-secretário especial de Desestatização Salim Mattar | Foto: Divulgação

“O interesse do establishment é cuidar de si próprio, e não da população”, resumiu Salim Mattar, ex-secretário de Desestatização do Ministério da Economia, em entrevista ao programa Contraponto, da Brasil Paralelo. Para Mattar, o Estado brasileiro “é um fim em si mesmo”, que busca se manter no poder.

Segundo o empresário, a maior demonstração disso é o fundo eleitoral, de R$ 4,9 bilhões. “Se eu fosse um administrador público, usaria os R$ 4,9 bilhões do fundo eleitoral para reduzir a extrema pobreza”, disse. “Mas o establishment brasileiro preferiu a manutenção dos partidos políticos.”

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O ex-secretário lembrou ainda que o Supremo Tribunal Federal não permitiu a redução salarial de servidores, mesmo que trabalhassem menos, como ocorreu com a iniciativa privada. A economia de recursos permitiria ao governo usar o excedente para ajudar os mais pobres. “O Estado é grande demais e absorve todos os impostos pagos pelo cidadão para manter uma máquina monstruosa.” Assista a um trecho da entrevista:

Leia também: “Servidores, a casta privilegiada não atingida pela crise”, artigo publicado na Edição 8 da Revista Oeste

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13 comentários
  1. JOAQUIM GOMES JUNIOR
    JOAQUIM GOMES JUNIOR

    Enquanto existir um judiciário a serviços de ladrões “Lula e seus comparsas” esse país não sai da miséria financeira e intelectual.

  2. JOAQUIM GOMES JUNIOR
    JOAQUIM GOMES JUNIOR

    Infelizmente muitos ainda vendem o voto pra eleger políticos corruptos. Que usam o cargo para enriquecer ilicitamente. O exemplo disso foi o Lula e suas facções disfarçadas de partidos políticos.

  3. Daniel BG
    Daniel BG

    Guerra Civil e deposição dos oligopolistas. Confecção de uma lei que deixe bem à vista o combate à espoliação, o respeito à propriedade privada, à liberdade de expressão e à livre iniciativa.
    Medida extrema, mas não impossível.
    Ou então intervenção das forças armadas (e digam os comunistas e vagabundos no poder o que quiserem).

  4. Gallego
    Gallego

    Concordo com muita coisa que Salim Mattar fala, mas sua visão a respeito dos servidores públicos está equivocada, embora embalada em papel atraente. O Supremo Tribunal Federal não permitiu a redução salarial de servidores porque conhece melhor as motivações e fundamentos do funcionalismo público.No mais, o Estado é mesmo um buraco negro.

    1. Valdy Fernandes da Silva
      Valdy Fernandes da Silva

      Mas o STF deve conhecer, tambem, que todos sao iguais perante a Lei, sem “motivacoes nem fundamentos”

  5. Inácio Kohler
    Inácio Kohler

    Infelizmente só tem um jeito . Nosso grande problema é o Senado , que tem o poder de ajustar o STF , que é o nosso maior problema .

  6. Júlio Rodrigues Neto
    Júlio Rodrigues Neto

    Financiamento público de campanha é uma maneira de saquear os cofres públicos. Controle da mídia, uma forma de censurar a opinião.

  7. Adalberto Gonçalves da Silva
    Adalberto Gonçalves da Silva

    Putz! Concordo 100% com o Salim Mattar ou, o povo jamais se livrará das amarras do ESTADO. Vejam o exemplo atual do funcionalismo em BH (segurança), fizeram um cerco ao próprio Governador, é um assalto à mão armada, literalmente!!!

  8. Marcelo Gurgel
    Marcelo Gurgel

    Esse Estado obeso e desqualificado fruto de décadas de aparelhamento dos governos esquerdopatas é o maior inimigo do país.

  9. Fabio Mestriner
    Fabio Mestriner

    Este poderia ter ajudado Paulo Guedes, mas preferiu desertar.
    Falta pouco para ingressar no time dos opositores do governo que abandonou.

  10. Valmir Mohr
    Valmir Mohr

    O Sr. Salim Mattar tem toda razão, todos sentimos essa horrível carga de impostos e infelizmente o stablishment nos mantém sob controle, ter uma estrutura de governo assim cuja razão de existir é apenas manter a sua própria existência sugando o fruto do suor de nosso trabalho é uma tragédia nacional.

  11. Hermes
    Hermes

    Realmente, somos reféns do crime organizado, mais rentável do que o das drogas. São bilhões desviados para tudo quanto é tipo de patrocínio. O custo das ratazanas do senado e Câmara, do STF, das agências reguladoras, das diretorias das estatais, do maldito fundo eleitoral, e de tudo que ainda assim, é roubado nos estados e municípios. Revertendo isso, seríamos o melhor país do mundo.

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