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Política

Salim Mattar critica Fernández por obrigar montadoras a produzir em capacidade máxima

"Controlar os meios de produção é típico de governos socialistas", escreveu o empresário nas redes sociais

presidente da argentina
Presidente da Argentina, Alberto Fernández | Foto: Casa Rosada

O empresário Salim Mattar, ex-secretário de Desestatização do governo federal, criticou neste domingo, 18, a decisão do presidente da Argentina, Alberto Fernández, de obrigar as montadoras do país a continur produzindo com capacidade máxima em meio à pandemia.

“Governo de esquerda argentino quer forçar montadoras a produzirem mais carros em período de pandemia que gera falta de peças e aumento no custo dos insumos”, escreveu Mattar nas redes sociais. “Controlar os meios de produção é típico de governos socialistas”.

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A medida do governo argentino foi publicada em 9 de abril e determina que “grandes empresas do setores de comércio e indústria fabriquem, distribuam e comercializem o máximo de sua capacidade instalada enquanto durar a emergência sanitária causada pela covid-19”.

Segundo a Secretaria de Comércio Interior, a ordem busca “prevenir […] uma redução injustificada da oferta de produtos para o mercado interno” e vale para todas as companhias que faturem mais que R$ 244,57 milhões, na conversão. Na prática, isso abrange todas as grandes montadoras de automóveis.

https://twitter.com/salimmattarBR/status/1383769006046212104

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6 comentários
  1. José Simões
    José Simões

    Típico sistema Nazista de produção. O estado determina o que produzir, quanto produzir e preço de venda.
    Nazismo, Fascismo, Socialismo e Comunismo = Sinônimos de TOTALITARISMO.

  2. FABIO GIOCONDO
    FABIO GIOCONDO

    O Presidente Fernandez precisa baixar uma MP contra a “LEI DA OFERTA E PROCURA”!

    Gostei da frase acima: “os pobres colhem o que os intelectuais semeiam”……..

    Esquerdistas nunca plantaram boas sementes, mas colhem o trabalho dos outros.

  3. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Esses automóveis produzidos na Argentina se destinam ao mercado interno? Então quem diz que a situação econômica na Argentina está caótica, está mentindo. Ou esses veículos são destinados à exportação? Onde eles comprarão as peças importadas se, segundo dizem não há moeda confiável no país (dólares, euros) em suas reservas, ou é outra mentira também? Vão exportar esses carros para onde? Ou essa crise também é outra mentira?

  4. Ricardo Contieri
    Ricardo Contieri

    Texto de Roberto Motta:

    “Não sou de esquerda porque essa posição ideológica é baseada em três crenças equivocadas: a de que totalitarismo produz liberdade, a de que a distribuição da riqueza é mais importante que sua criação, e a de que o Estado deve dirigir nossas vidas nos mínimos detalhes.

    Essas crenças são a base do comunismo e do socialismo, que são a mesma coisa: sistemas filosóficos, morais e políticos mórbidos, usados por psicopatas e aventureiros para transformar o ser humano em um farrapo corroído por fome, miséria e degradação.

    Esse é o resumo breve do que é “esquerda”.

    Faltou dizer que a esquerda sempre contou com o apoio dos intelectuais e, por isso, tem um marketing incomparável: foi assim que uma ideologia totalitária, violenta e empobrecedora se tornou promotora da “justiça social” (seja lá o que for isso) e ganhou o apelido de “progressista”.

    Quando as revoluções sangrentas saíram de moda, a esquerda abraçou as bandeiras das minorias, do feminismo e da ecologia para se manter no poder. Percebam a ironia de ter esquerdistas liderando movimentos feministas, antirracistas e ecológicos: basta contar quantos negros já foram presidentes de Cuba ou Venezuela, quantas mulheres já foram chefes do Partido Comunista Russo ou Chinês, ou lembrar do desastre ambiental da China e da usina nuclear russa de Chernobyl.

    No ano passado os Estados Unidos foram paralisados pelos protestos contra a morte de George Floyd. Em qualquer país comunista, você jamais teria ouvido falar do George Floyd; ele teria sumido rápida e completamente, e toda sua família e amigos teriam sido internados em algum campo de “reeducação”.

    Todo os regimes comunistas da história foram ditaduras. NÃO HÁ UMA ÚNICA EXCEÇÃO. Opositores são perseguidos, presos, torturados e mortos. Os países são cercados de muros para que ninguém escape.

    Apesar disso, o comunismo ainda é apresentado como o regime da solidariedade e do amor, onde “cada um dá o que pode e recebe o que precisa”.

    O comunismo é um remédio que mata 100% dos doentes, mas que continua sendo vendido até para crianças. “Pode confiar”, diz o fabricante. “Da próxima vez vai dar certo”.

    Essa mentira assombrosa é divulgada nas artes plásticas, na literatura, na arquitetura, no teatro, no cinema e na TV como verdade.

    Livros escolares usados por nossos filhos plantam, em suas mentes imaturas, uma ideia que significará, para muitos, uma vida de frustração, revolta vazia, vício e pobreza.

    Escolas de direito doutrinam futuros juízes, promotores e defensores públicos no ódio ao capitalismo e à prosperidade, e na promoção de um Estado intervencionista, autoritário e onipresente.

    O esquerdismo, socialismo ou “progressismo” é isso: um equívoco moral e lógico, um instrumento de violência e opressão, e uma armadilha emocional e intelectual, glamourizada, divulgada e promovida pelos segmentos mais influentes e charmosos da sociedade.

    Quem paga o preço disso são os que não podem se informar ou se defender.

    Como disse Theodore Dalrymple, “os pobres colhem o que os intelectuais semeiam”.

    E é por isso que eu não sou de esquerda.”

    1. Marco Polo Gerard Bondim
      Marco Polo Gerard Bondim

      Prezado Contieri.
      Seu texto ao tratar do que seja o comunismo, dá à presente matéria, argumentos suficientes para entender o porquê de Fernandez pretender maltratar mais ainda o povo argentino com essa imposição absolutamente louca de quebrar as empresas privadas.
      Além da amoralidade existente na formação de caráter dos esquerdistas, seus complexos e revoltas, aliados a prepotência e a falta de empatia com os que não são iguais, impõe tais práticas nocivas e fatais à qualquer sociedade.
      Como bem afirmastes, em local algum do mundo o “progressismo”, ou o sinônimo que se queira dar, funcionou e funcionará; sempre levará ao fim de qualquer sociedade decente!
      Parabéns!

  5. Ricardo Contieri
    Ricardo Contieri

    Presidente idiota sendo idiota… é Lixo que chama?

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