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Política

Rodrigo Pacheco diz que sairá da política no fim deste ano

Senador do PSB descarta disputa ao governo de Minas e rejeita possibilidade de vaga no STF

O histórico de honrar acordos e assegurar emendas milionárias garantiu a Rodrigo Pacheco o forte apoio do establishment político para cobiçar a vaga no STF | Foto: Pedro França/Agência Senado
Rodrigo Pacheco evita declarar apoio a pré-candidatos ao governo de Minas Gerais | Foto: Pedro França/Agência Senado

O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) afirmou nesta sexta-feira, 29, que pretende deixar a política no fim de 2026, quando termina seu mandato no Senado. Pacheco também descartou disputar o governo de Minas Gerais e negou interesse em uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).

“Há o fechamento do ciclo na política que eu decidi fazer com o sentimento de dever cumprido”, declarou o senador, em São Paulo, depois de participar do seminário Lide Inovação e Tecnologia.

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Senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) à mesa, no Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária (28/5/2025)
Senador Rodrigo Pacheco trocou o PSD pelo PSB em abril deste ano | Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

Segundo Pacheco, existe “desapego ao poder”. O parlamentar afirmou ainda que já vinha planejando a saída da vida pública.

Pacheco evita antecipar apoio em Minas Gerais

Mesmo fora da disputa pelo governo mineiro, Pacheco evitou declarar apoio direto a outros nomes. O senador chamou o empresário Josué Gomes de “bom nome”, mas afirmou que a definição deve ocorrer “em momento oportuno”.

Sem Pacheco na corrida eleitoral, aliados do governo federal discutem novos nomes para a disputa em Minas Gerais. Entre os cotados estão a ex-prefeita de Contagem Marília Campos (PT), o ex-vereador Gabriel Azevedo (MDB) e o próprio Josué Gomes.

+ Leia também: “STF blinda servidores e exige intenção de dolo para punir improbidade

Filho do ex-vice-presidente José Alencar, Josué participou dos primeiros mandatos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Pacheco também negou ter articulado a rejeição do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o STF. O senador afirmou que sempre aceitou as escolhas feitas pelo presidente da República e se definiu como um “personagem involuntário” no episódio.

Em abril, Pacheco trocou o PSD pelo PSB. Na época, evitou confirmar candidatura ao governo mineiro, mas elogiou o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).

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4 comentários
  1. Messias Rodrigues Pereira
    Messias Rodrigues Pereira

    Desistiu de ser candidato por vontade propria nunquinha . O eleitor mineiro que o expulsou. Não é eleito nem para liderar um chiqueiro.

  2. ELIAS
    ELIAS

    Sábia decisão. Porque depois de sua passagem submissa e subserviente pela presidência do Senado não se elege nem pra síndico de prédio suburbano.

  3. Enoch Bruder
    Enoch Bruder

    Vá pra bem longe, suma, desapareça e leve seu mau carater pra ponte que caiu!
    Vendeu-se por trinta dinheiros para não apresentar pedido de impedimento de ministro com mais de dois milhões de assinaturas! Voce tem manos dignidade do que um rato, sevum ratp tiver alguma!

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