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Política

Rodrigo Maia acena para os sindicatos

Presidente da Câmara dos Deputados afirma que a reforma trabalhista foi "dura" demais com as entidades representativas dos trabalhadores

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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) | Foto: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Presidente da Câmara dos Deputados afirma que a reforma trabalhista foi “dura” demais com as entidades representativas dos trabalhadores

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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) | Foto: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu no sábado 4 a necessidade de uma “reorganização” do papel dos sindicatos brasileiros. De acordo com ele, a reforma trabalhista enfraqueceu as entidades que representam os trabalhadores. “O patronato formou maioria e levou o pêndulo para um lado que, agora, precisa ser reorganizado em um ponto de equilíbrio”, afirmou Maia durante conferência realizada pelo Grupo Prerrogativas. Para ele, a legislação foi “dura demais” com os sindicatos.

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Leia também: “O monstro do Estado e a economia informal”, artigo publicado na edição n° 15 de Oeste

Em 2017, ano em que a reforma trabalhista foi aprovada no Congresso Nacional, os sindicatos receberam R$ 3,64 bilhões. Portanto, dinheiro dos pagadores de impostos. Com a vigência da nova lei, esse valor caiu para R$ 500 milhões no ano seguinte. Em 2019, o número foi para R$ 128,3 milhões. No passado, todos os trabalhadores financiavam a existência dessas entidades através do imposto sindical. Em síntese, a medida descontava em folha de pagamento o equivalente a um dia de trabalho no mês de março de cada ano. Isso tornou-se opcional.

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4 comentários
  1. Fabricio
    Fabricio

    O Nhonho querendo ganhar uns votos da esquerda. Perdeu os da direita e dificilmente será reeleito deputado.

  2. Marcelo Gurgel
    Marcelo Gurgel

    O nhônho quer ser o autor da obra “A volta dos mortos vivos”. Desde que não volte a contribuição compulsória, se for dá pra desconfiar.

  3. Guilherme Mauger
    Guilherme Mauger

    Isto só pode ser brincadeira depois de anos os sindicatos e sindicalistas mamando querem voltar

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