Segunda-feira 3
A semana começou com o anúncio de que o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), decidiu tirar licença de 30 dias para tratar um câncer. Ao assumir o cargo, o vice-prefeito, Ricardo Nunes (MDB), afirmou que todas as decisões contarão com a participação do tucano e sua equipe. Também na segunda-feira 3 o Ministério da Saúde começou a distribuir o primeiro lote de vacinas da Pfizer contra a covid-19. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou ao Supremo Tribunal Federal que não é automática a análise de pedidos de impeachment e que não há prazo em lei para essa avaliação. Dr. Jairinho e Monique Medeiros foram indiciados pelo homicídio do menino Henry Borel. Na economia, balança comercial brasileira registrou superávit histórico de US$ 10,3 bi em abril.
Terça-feira 4
O presidente Jair Bolsonaro sancionou um pacote de ajuda aos setores de turismo e eventos e editou um decreto para antecipar o pagamento do 13º salário da Previdência Social. O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta depôs na CPI da Covid — o de Eduardo Pazuello ficou para 19 de maio. Parecer da reforma tributária foi apresentado. Câmara aprovou texto que revoga Lei de Segurança Nacional. O Superior Tribunal de Justiça decidiu anular ação contra o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB-RJ). Em Santa Catarina, jovem invadiu escola e matou crianças e professora com facão. No cenário internacional, Argentina anunciou medida que tomou US$ 2 bilhões dos ricos através de imposto.
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Quarta-feira 5
O ex-ministro Nelson Teich prestou depoimento da CPI da Pandemia e disse que saiu do governo por falta de autonomia e discordâncias sobre o uso da cloroquina. A CPI também aprovou a convocação dos ex-integrantes do governo federal Ernesto Araújo e Fábio Wajngarten. A Câmara criou comissão para analisar PEC do voto auditável. Por um voto, CCJ da Câmara rejeitou projeto sobre impeachment de ministros do STF. Bolsonaro disse que as pessoas começam a pedir um decreto contra restrições e que, se ele tomar a medida, ela será cumprida. O governo federal liberou verba para Estados e municípios investirem em segurança pública. Juiz absolveu Temer e políticos envolvidos no “quadrilhão do MDB”. O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou que seu governo apoia a quebra de patente para vacinas da covid-19.
Quinta-feira 6
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga falou na CPI da Covid, pediu um “voto de confiança” aos senadores e se negou a fazer juízo de valor sobre as opiniões de Bolsonaro. Ele também voltou a falar que um novo contrato com a Pfizer está quase fechado e se colocou contra a quebra de patentes. Por 9 votos a 2, o STF decidiu pela inconstitucionalidade da regra que permite estender os prazos de patentes. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso, voltou a criticar voto auditável. Na live, Bolsonaro disse que “se não tiver voto impresso, é sinal de que não terá eleição”. Operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro contra o tráfico de drogas na favela do Jacarezinho deixou ao menos 25 mortos. O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu prisão domiciliar ao ex-médico Roger Abdelmassih. Um desembargador revogou último pedido de prisão contra Eduardo Cunha. Na Argentina, Corte Suprema decidiu reabrir escolas na capital Buenos Aires e governo de Alberto Fernández falou em golpe do Judiciário.
Sexta-feira 7
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB) ampliou horário de comércio e serviços, mas prorrogou fase de transição. O tucano também tomou a primeira dose da CoronaVac. Bolsonaro afirmou que “decreto já está pronto” e é a cópia do artigo 5º da Constituição. Carlos Moisés, governador de Santa Catarina, foi absolvido de processo de impeachment e retomou ao cargo. O vice-presidente Hamilton Mourão comparou os mortos em operação policial no RJ com narcoguerrilheiros e ministro do STF Luiz Edson Fachin cita indícios de ‘execução arbitrária’ no Jacarezinho. Doutor Jairinho e Monique Medeiros viram réus. Foi anunciado que as exportações da China superam expectativas e tiveram alta de 32,3% em abril e a Organização Mundial da Saúde aprovou uso emergencial da vacina chinesa Sinopharm.
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