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Coronavírus — Mundo, Política

Relembre os principais acontecimentos desta semana

Oeste resume para você o que ocorreu de mais importante no Brasil

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Foto: Divulgação/Flirckr

A semana foi tão cheia de acontecimentos que é até difícil resumir alguns dos principais fatos. Mas a Oeste fez esse levantamento. A começar pela segunda-feira, 6, quando o país inteiro parou para procurar notícias se o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, permanecia ou não no cargo.

O suspense foi grande, mas, após uma reunião entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e Mandetta, o martelo foi batido pela sua permanência. O que não impediu o surgimento de alguns nomes na “bolsa de apostas”. Entre eles, o deputado federal Osmar Terra (MDB-RS), ex-ministro do governo, e a médica e cientista Nise Yamaguchi.

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Entre a segunda e terça-feira, 7, começou a ganhar corpo a proposta do Ministério da Saúde de estabelecer critérios para a retomada das atividades econômicas. A ideia é que municípios que tenham menos de 50% dos leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) possam planejar medidas de restabelecimento econômico.

Ainda na terça, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), adiou a votação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 149/19, o chamado Plano Mansueto. Foi o começo da intensificação do tumultuado relacionamento entre o demista e o governo federal.

Pronunciamento

Na quarta-feira, 8, Bolsonaro voltou a se reunir com Mandetta. O ministro da Saúde adotou um tom apaziguador e deixou claro que é Bolsonaro quem manda no “time”. No mesmo dia, o presidente da República fez um novo e conciliador pronunciamento na rede nacional de televisão e rádio. No Congresso, o Plano Mansueto original acabou subindo no telhado e deu lugar para um texto muito benéfico aos estados e municípios.

Também repercutiu a declaração do médico Roberto Kalil Filho, que admitiu ter sido medicado com hidroxicloroquina quando contraiu a covid-19. A transparência do cardiologista foi de encontro com a atitude do médico David Uip, chefe do centro de contingência do estado de São Paulo que coordena ações contra o coronavírus, que relutou em admitir que prescreveu o medicamento a um paciente.

A quinta-feira, 9, começou com a articulação política do governo buscando desatar os nós com lideranças partidárias na Câmara e no Senado em busca de um acordo pelo Plano Mansueto. O objetivo era desarmar a pauta-bomba programada até então. Maia, em contrapartida, negou o desconforto com a equipe econômica.

Conspiração

Mas o que ‘bombou’ na quinta mesmo foi o vazamento de uma conversa conspiratória entre Terra e o ministro-chefe da Cidadania, Onyx Lorenzoni, tramando a demissão de Mandetta. A CNN Brasil ouviu 14 minutos de um diálogo que provocou até mudanças na tradicional coletiva de imprensa que informa os dados sobre o enfrentamento ao coronavírus.

Na sexta-feira, 10, Bolsonaro saiu às ruas novamente. Foi ao Hospital das Forças Armadas (HFA) e, depois, ao Sudoeste. No bairro nobre da capital federal, foi às compras em uma farmácia e visitou o filho mais novo, Jair Renan, que completou 22 anos. Neste sábado, 11, ele foi a Águas Lindas (GO), onde acompanhou as obras de um hospital de campanha.

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1 comentário
  1. Júlio Rodrigues Neto
    Júlio Rodrigues Neto

    Proibir aglomerações, é sensato mas o acesso às praias não. O banho de mar relaxa, e é saudável. Além de dar uma energia extra para suportar o isolamento.

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