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Política

Rejeição: 46,4% não votariam em Lula em hipótese alguma

Petista lidera índice de desaprovação entre os pré-candidatos à Presidência da República, segundo levantamento da Futura/Apex

Presidente Lula vê popularidade cair desde outubro do ano passado | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
O petista Luiz Inácio Lula da Silva está em seu terceiro mandato como presidente do Brasil | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Entre os nove pré-candidatos à Presidência da República mapeados pela Futura/Apex, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem o maior índice de rejeição.

Conforme o levantamento divulgado nesta terça-feira, 14, 46,4% do total de entrevistados afirmam que não votariam no petista em hipótese alguma.

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ocupa a segunda colocação nesse sentido. Isso porque 44,4% se recusariam a votar nele.

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Apesar de o petista estar numericamente à frente, Lula e Flávio têm condição de empate técnico em termos de rejeição. Afinal, a margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos porcentuais.

Petista, assim como o atual presidente da República, o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad também consta na pesquisa. Ele soma 28,5% de rejeição.

A lista segue com outros seis nomes:

  • Cabo Daciolo (Mobiliza) — 15,6%;
  • Romeu Zema (Novo) — 13,9%;
  • Ronaldo Caiado (PSD) — 13,4%;
  • Renan Santos (Missão) — 10,8%;
    Aldo Rebelo (Democracia Cristã) — 9,9%; e
    Augusto Cury (Avante) — 8,8%.

Além disso, 3,3% rejeitam todos os nove pré-candidatos listados pela Futura/Apex. A proporção de quem não soube responder ou não quis opinar é de 2,9%. Por fim, 0,7% não rejeita ninguém.

Cada entrevistado poderia rejeitar mais de um político. Por isso, a soma ultrapassa os 100 pontos porcentuais.

Dados da pesquisa sobre rejeição de Lula

Para aferir o grau de rejeição de Lula e de outros pré-candidatos a presidente, a equipe da Futura/Apex entrevistou 2 mil eleitores, de 16 anos ou mais. O trabalho nesse sentido ocorreu de 7 a 11 de abril. De acordo com os organizadores, foram ouvidas pessoas espalhadas por 895 municípios brasileiros.

Ainda conforme o instituto, a margem de erro do material é de 2,2 pontos porcentuais. O grau de confiança é de 95%.

O código BR-08282/2026 é o protocolo de registro da pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral.

Leia também: “O poder e o voto”, artigo de Alexandre Garcia publicado na Edição 284 da Revista Oeste

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