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Política

'Querer que eu saiba inglês é demais', diz Lula, em entrevista nos EUA

Coletiva de imprensa ocorreu depois de encontro entre o petista e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump; veja vídeo

07.05.2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante Coletiva à imprensa, na Casa Branca, em Washington, D.C: uso de fone para tradução
07.05.2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante Coletiva à imprensa, na Casa Branca, em Washington, D.C: uso de fone para tradução | Foto: Ricardo Stuckert/PR

Durante uma coletiva de imprensa nos Estados Unidos (EUA), nesta quinta-feira, 7, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva respondeu a uma pergunta feita em inglês por um jornalista estrangeiro.

Ao ser questionado em outro idioma, Lula afirmou que “querer que eu entenda inglês é demais”, em tom de bom humor diante da situação. Na sequência, o petista coloca o fone de ouvido, para que alguém traduza a questão em seus ouvidos.

Encontro oficial entre Lula e Trump

Lula e Trump
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca | Foto: Ricardo Stuckert/PR

Mais cedo, Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu por aproximadamente três horas com o presidente norte-americano, Donald Trump. O encontro oficial entre os dois chefes de Estado ocorreu em Washington, na Casa Branca.

Na conversa, eles decidiram estabelecer prazo de 30 dias para que equipes dos dois governos avancem nas negociações sobre tarifas comerciais. Além disso, vão trabalhar na investigação aberta pelos norte-americanos contra o Brasil.

Segundo Lula, um grupo de trabalho que envolve representantes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio do Brasil e do Departamento de Comércio dos Estados Unidos nasceu para tentar construir uma proposta conjunta. O petista afirmou que os dois lados concordaram em negociar eventuais concessões.

A principal divergência envolve a investigação comercial aberta pelos EUA com base na chamada Seção 301 da Lei de Comércio norte-americana. Washington acusa o Brasil de práticas consideradas desleais em áreas como etanol, propriedade intelectual, desmatamento ilegal e sistema de pagamentos Pix.

Leia também: “Violência de boa aparência”, artigo de Guilherme Fiuza publicado na Edição 320 da Revista Oeste

Durante entrevista depois da reunião, Lula afirmou ter explicado a Trump que os Estados Unidos mantêm superávit histórico na relação comercial com o Brasil. O petista argumentou que a tarifa média brasileira sobre produtos norte-americanos gira em torno de 2,7%.

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa, disse que as equipes voltarão à mesa de negociação nas próximas semanas para discutir o encerramento da investigação comercial e estabelecer novas regras para o comércio bilateral.

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8 comentários
  1. Messias Rodrigues Pereira
    Messias Rodrigues Pereira

    Vai investigar primeiro tudo que este pinguso disse, qdo descobrir as mentiras, manda parar tudo. Só de falar que o Brasil aprovou a lei da desimetria e ele barrou, adeus liberação de vistos dos ladrãos.

  2. FLAVIO AUGUSTO ROSSI
    FLAVIO AUGUSTO ROSSI

    CERTAMENTE SE FOSSE CHINÊS OU RUSSO ELE NÃO RETRUCARIA….
    ENTROU PELA PORTA DOS FUNDOS , MUDO, E SAIU CAGADO !
    O CARDÁPIO DO ALMOÇO NA CASA BRANCA , FOI LULA AO TTERMIDOR…

  3. Jorge Augusto Santos
    Jorge Augusto Santos

    Absurdo como querer que um semianalfabeto fale inglês, o problema é que ninguém imagina que um país como o Brasil tenha um semianalfabeto burro e corrupto na presidência

  4. Claudio Haddad
    Claudio Haddad

    OBVIO QUE ESSA CONVERSA NADA TEVE COM AS AFIRMATIVAS NA COLETIVA DE IMPRENSA FEITAS NA EMBAIXADA

  5. FRANCISCO FERREIRA
    FRANCISCO FERREIRA

    E ainda tem a petulância de se achar estadista. Ridículo!

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