Durante o programa Central GloboNews exibido em 10 de abril, a jornalista Eliane Cantanhêde pediu a palavra aos colegas de bancada para anunciar, ao vivo, que um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) gostaria de interpelar os integrantes do programa. O assunto em pauta era a anistia aos presos do 8 de janeiro.
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Sem dar nome ao magistrado que acabara de lhe enviar uma mensagem de WhatsApp, a jornalista reproduziu a pergunta: “Se invadissem a sua casa, jogassem rojões, paus e barras de ferro em seus funcionários, destruíssem os seus móveis e quisessem que o vizinho tomasse o poder e passassem a comandar sua família e sua residência, você pediria anistia? Mas, contra o país e a democracia, tudo bem? Pode?”
Essa pergunta, como mostram vídeos que circulam nas redes sociais, é similar à que o ministro Alexandre de Moraes fez durante uma sessão do julgamento dos acusados de envolvimento no 8 de janeiro.
Assista ao vídeo abaixo
Poxa, quem será esse ministro do STF que fica dando off pra imprensa, hein?
— Enio Viterbo (@EnioViterbo) April 22, 2025
A Eliane Cantanhêde recebeu uma pergunta de um ministro do STF em off e o ministro Alexandre de Moraes fez exatamente a mesma pergunta na sessão de hoje.
Coincidência, claro. pic.twitter.com/YpANaY8qCm
Em artigo publicado na Edição 265 da Revista Oeste, o colunista J. R. Guzzo escreve sobre a relação de setores da imprensa com autoridades do Executivo e do Judiciário. Leia um trecho abaixo:
“Essa ânsia de servir ao consórcio Lula-STF é uma doença que só evolui numa direção: para pior. Nada poderia comprovar o agravamento desse tipo de patologia de forma mais óbvia quanto uma das últimas aulas de conduta que o STF se acostumou a dar por meio dos noticiários da Rede Globo. Em pleno programa, uma das apresentadoras diz no ar que tinha acabado de receber uma pergunta que ‘um ministro’, pelo que foi possível entender, queria fazer aos ouvintes do programa. Isso mesmo, acredite se quiser. Quem faz pergunta, como era regra quando ainda existia jornalismo no Brasil, é o jornalista, e não a autoridade. Aqui trocaram a corrente de 110 para 220: a autoridade pergunta ao público, e o jornalista, em vez de mandar Sua Excelência passear, porque não é seu empregado, obedece no ato. Não só faz a pergunta que o ministro mandou que fosse feita. Faz isso com cara de quem acha certo — e está vivendo ali mais um grande momento “na luta” pela democracia e contra o bolsonarismo”.
Clique neste link para ler o texto completo.






































Chegamos ao absurdo sem qualquer limite do bom senso. O ministro manda e a idiota obedece pois tem medo de perder o emprego. Hoje é STF que manda na velha imprensa.
Cada dia aumenta mais o odio a estes safados do stf. E aumenta mais o desejo de morte da maioria.
Todo o ato é bizarro. Mas, mais bizarro ainda é o fato da pergunta ser uma deturpação imensa da verdade. Em primeiro lugar, saiu-se da esfera do bem público, que pertence a todos, inclusive a quem perguntou, para o bem privado, que pertence somente a quem está ouvindo. Isto, por si só, muda completamente a ótica da coisa. É uma tentativa de misturar os sentimentos, dando uma dimensão pessoal aos fatos, quando os fatos não têm essa dimensão. A esquerda gosta de fazer isto. Criar uma culpa que não existe. Em segundo lugar, esse bem pessoal imaginário foi aberto por dentro, para que os vândalos entrassem. Ora, se você abre sua casa para que vândalos entrem, como pode reclamar? Por fim, ele diz: “e quissessem que o vizinho tomasse o poder.” Que vizinho? O Lula? Sim, porque era o Lula quem estava no outro lada da praça. O Bolsonaro estava nos EUA.
O nível dos membros da Suprema Corte choca a qq um.
Se invadissem onde moro com certeza as imagens do circuito interno seriam preservadas para identificar os invasores, porém o ministro da justiça na época nãu
fez, atitude muito suspeita , pois a preservação seria a medida para identificar e punir os responsáveis com infidualizacao de conduta.
Por que não o fizeram? Por qual motivo? O que queriam omitir? A jornalista deveria ter questionado ao “ministro”. A Globo faz um lixo de jornalismo.
A pergunta é pra fazer ao povo brasileiro não a rede Grôbo que faz parte da corja de ladrão
É real e verdadeiramente indecente o comportamento da maioria dos ministros da suprema corte de justiça brasileira. Repórteres e comentaristas escolhidos da Globo são o canal de divulgação de certos ministros que adoram a ribalta! Uma convivência tóxica que espanta a quem observa o comportamento impensável daqueles ao qual se exige a imparcialidade no julgar.
Resta-nos como resposta o boicote completo a esta empresa ladina de comunicação, levando sua audiência ao traço merecido.
Que baderna essa relação imprensa-judiciário-governo… um acinte escancarado à sociedade,
Com direito de resposta: MST ao vivo
o braziu está dominado por criminosos e idiotas… os idiotas roubam para os criminosos, os criminosos libertam os idiotas…
Cantanhêde é petezete. Tem nojinho de Bolsonaro mas deve gostar do misógino bebum