Parlamentares do Psol acionaram o Ministério Público de São Paulo na busca de censurar a exibição de um documentário da produção Brasil Paralelo. A obra foi gravada em uma creche da rede municipal da capital paulista.
A iniciativa partiu do vereador Celso Giannazi, do deputado federal Luciene Cavalcante e do estadual Carlos Giannazi. Os três psolistas protocolaram uma representação contra a gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB), pois a Prefeitura de São Paulo autorizou as filmagens na unidade.
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Segundo o jornal Folha de S.Paulo, o documentário tem imagens gravadas na Escola Municipal de Educação Infantil Patrícia Galvão, na região central de São Paulo. A produção aborda críticas ao modelo de creches, tratando de temas como ideologia de gênero, qualidade do ensino e centralização estatal.
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No pedido, encaminhado neste sábado, 18, os políticos do Psol solicitam, em caráter de urgência. Os políticos de esquerda ainda pedem adoção de medidas judiciais para barrar a utilização e a divulgação da produção.
Psol acusa administração de Ricardo Nunes por permissão
O partido de esquerda também pede acesso à íntegra do processo administrativo e a todos os documentos relacionados à autorização concedida pela prefeitura para a realização das gravações da Brasil Paralelo na escola.
A Prefeitura de São Paulo confirmou que autorizou a gravação e afirmou que a responsabilidade por aspectos legais, como uso de imagem e participação de menores, cabe aos produtores. No entanto, a administração municipal não informou se tinha conhecimento prévio do conteúdo da obra.
Segundo a Brasil Paralelo, o documentário mostra “que existe uma janela na vida de toda criança”. De acordo com a produtora, o filme “abre nos primeiros anos de vida, quando o cérebro forma as conexões que vão influenciar tudo o que vem depois”.





































As transsexuais psolistas que procurem “dignidade” em valores pessoais, não em ataques aos valores democráticos.