A promotoria do Ministério Público de São Paulo (MPSP) solicitou nesta quinta-feira, 23, a prisão preventiva do deputado estadual Lucas Bove (PL). O órgão afirma que o parlamentar descumpriu de forma reiterada medidas protetivas que a Justiça determinou em favor da ex-mulher, a influenciadora Cíntia Chagas. A influenciadora o acusa de agressão.
Como o caso envolve um deputado estadual, o MPSP também pediu o envio de um ofício à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Assim, a instituição espera pela adoção de “eventuais providências cabíveis”. Em agosto, a Alesp arquivou um pedido para a cassação do mandato de Bove.
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O que diz a promotoria; entenda
Conforme despacho da promotora Fernanda Raspantini Pellegrino, o deputado vem ignorando as determinações judiciais há cerca de um ano. Isso ocorre, diz ela, mesmo depois de advertências pessoais e por meio de seus advogados.
“Ele tem plena ciência das ordens impostas, mas insiste em descumpri-las por acreditar que não será responsabilizado, agindo como se não existisse decisão judicial a cumprir”, afirmou a promotora no pedido de prisão.
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Pellegrino ainda destacou que o parlamentar fez publicações nas redes sociais em que menciona o nome da vítima e detalhes do processo, o que, segundo o Ministério Público, reforça o desrespeito às medidas protetivas determinadas pela Justiça.
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Bove se manifesta
Em comunicado assinado por seis advogados, a defesa de Lucas Bove se manifestou. Leia a seguir:
Texto atualizado em 24/10/2025, às 20h14, para incluir a nota de posicionamento dos advogados do deputado estadual Lucas Bove.





































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