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Coronavírus — Brasil, Política

Prefeitura do Rio vai punir quem desrespeitar restrições

Estabelecimentos que não cumprirem as "medidas sanitárias" pagarão multa de R$ 15 mil

RJ - COTIDIANO COVID-19 RIO DE JANEIRO PRAIA - GERAL - - - - COTIDIANO COVID-19 RIO DE JANEIRO PRAIA - Autoridades locais estao adotando o fechamento da praia do Leme Zona Sul da Cidade como medida para diminuicao da circulacao da populacao em locais publicos e privados, com restricoes no transporte publico, comercio e servicos em geral para combater a transmissao do virus COVID-19 (coronavirus) no Brasil 05/04/2020 - Foto: THIAGO RIBEIRO/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO

Estabelecimentos que não cumprirem as “medidas sanitárias” pagarão multa de R$ 15 mil

prefeitura do rio
Prefeito em exercício garante que as medidas servem para “impedir o avanço do coronavírus”
Foto: Thiago Ribeiro/Estadão Conteúdo

A prefeitura do Rio de Janeiro vai multar em R$ 15 mil estabelecimentos que descumprirem as “medidas sanitárias” contra a covid-19 no réveillon. A sanção é cumulativa, de acordo com o número de infrações. O Executivo municipal decretou o uso obrigatório de máscaras em todas as áreas comuns, distanciamento de dois metros por pessoa e manutenção de ambientes arejados com janelas e portas abertas. Entre outras restrições estão a proibição de queima de fogos, a implantação de bloqueios viários e a suspensão de circulação do transporte público nos acessos à toda a orla, do Leme ao Pontal, a partir das 20h00 do dia 31.

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Em Copacabana, tradicional palco da festa de Ano Novo, os quiosques poderão funcionar, mas sem música, sem “cercadinho” e sem cobrança de ingressos. “É necessário que neste dia 31 todos fiquem em casa. Deixem para comemorar ano que vem, com vacinas e leitos disponíveis. Falta pouco para sairmos desta situação. Façam uma virada consciente, respeitem a vida”, pediu o chefe executivo do Centro de Operações Rio, Alexandre Cardeman. De acordo com o prefeito em exercício, vereador Jorge Felippe (DEM), as medidas restritivas foram tomadas por causa do “avanço do coronavírus” na capital fluminense.

Leia também: “Entre renas e hienas”, artigo de Guilherme Fiuza publicado na edição n° 40 da Revista Oeste

5 comentários
  1. Sergio Ricardo Dib Binato
    Sergio Ricardo Dib Binato

    Parece brincadeira esperar por leitos disponíveis, para o Rio voltar à vida normal. Quando foi que a cidade teve isso?

  2. JOSÉ PLÁCIDO
    JOSÉ PLÁCIDO

    Que “maravilha”, agora o vírus corre do RJ…
    Imagina se a prefeitura, com esse empenho e “coragem” decidir cuidar do patrimônio público, proibir construção irregular em área ilegal,…ou será que isso não é relevante pra segurança da sociedade?
    Eita povinho que só pensa na lacração inútil…covarde.

  3. Irene Bezerra De Jesus
    Irene Bezerra De Jesus

    E a festa do neimar pode? e o reveilon do copacabana palace pode?responde pra nos prefeitura

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